Economia da Informação

iPad: O balão de oxigênio para a nova mídia.

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 28 de novembro de 2010

E o Murdoch está aproveitando para dar uma lição na Old Media.

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A Google como paladina da liberdade da informação…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Esse é um ótimo exemplo como a Economia da Informação está ligada com o conceito de Ecossistemas de Negócios.

Google faz duras críticas a bloqueios governamentais à internet

De TIINSIDE

O Google publicou um estudo encomendado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, no qual critica os governos que impõem políticas de controle de acesso à internet. No relatório, o site de buscas diz que leis restritivas à web atrapalham a livre circulação de informações pelo mundo e interferem até mesmo nas relações comerciais internacionais.

De acordo com o Google, a maioria das restrições parte de visões conservadoras sobre a web. A gigante das buscas cita o exemplo da Turquia, que tirou o YouTube do ar por conta de uma ação judicial envolvendo direitos autorais de alguns vídeos, movida por um promotor de Justiça da cidade de Ataturk. Outro caso mencionado é o do WordPress, software de publicação para blogs, que foi proibido na Guatemala durante uma crise política local – movimento semelhante aconteceu no Turcomenistão, Cazaquistão e Uzbequistão com a ferramenta de publicação Livejournal.

O exemplo mais gritante de cerceamento à liberdade digital apontado no relatório, no entanto, é o da China, que redirecionou o acesso às três maiores ferramentas de busca on-line do mundo – o próprio Google, o Yahoo e o Bing, da Microsoft – para o site local, o Baidu. O movimento chamou a atenção do mundo, que apelidou a estratégia chinesa de “the great firewall”, em alusão à Muralha da China, que em inglês é Great Wall.

O estudo conclui que bloquear a internet impede que as companhias tenham acesso a informações comerciais umas das outras, dificulta que empresas de web cheguem aos seus clientes e ameaça as próprias características que transformaram a rede mundial de computadores numa ferramenta de crescimento econômico e desenvolvimento social. Segundo o relatório, minar o uso que as pessoas fazem da internet atrapalha a produtividade das empresas e atrasa as comunicações, e, numa análise apocalíptica, isso pode vir a se tornar um problema econômico.

Para quem deseja mais informações, o OpenNet tem estudos muito elucidativos sobre a liberdade na internet.

Software Livre na Administração Pública

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Segue a reprodução de TIINSIDE, e logo volto ao estilo Reinaldo Azevedo com os comentários.

 

Aprovado projeto que prioriza compra software livre na administração pública

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 24, a proposta que garante preferência para software livres na contratação de bens e serviços de informática pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e os municípios. A medida consta de substitutivo da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) ao Projeto de Lei 2269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), e outros seis apensados.

Pelo texto, software livre é definido como aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais, a execução do programa para qualquer fim, a redistribuição de cópias, o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias, e o acesso ao código fonte.

Para a relatora, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para trabalhadores do setor e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador. “Estima-se que o Estado, em todos os seus níveis, gaste cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de programas-proprietários”, afirmou Erundina.

O substitutivo altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/93). Segundo a lei, para a contratação de bens e serviços de informáticas, a administração deve adotar obrigatoriamente a licitação do tipo “técnica e preço”. A proposta estabelece que, adicionalmente, a administração deverá observar a preferência a programas de computador livres e com formatos abertos de arquivos.

Conforme o texto, formato aberto de arquivo é aquele que: possibilita a comunicação entre aplicativos e plataformas; pode ser adotado sem quaisquer restrições ou pagamento de direitos; pode ser implementado de forma plena e independente por distintos fornecedores de programas de computador, em múltiplas plataformas, sem qualquer remuneração relativa à propriedade intelectual. A contratação de programas-proprietários só ocorrerá no caso de “justificada inadequação” do software livre. Neste caso, a avaliação das propostas deverá considerar os custos totais, incluindo instalação, licenciamento, instalação e suporte.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será apreciada ainda pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara.

ES: Governo gastando menos, incentivo da concorrência, economicidade… Tudo certo! Certo? 

A quem interessa o software livre na administração pública? Uma pergunta ainda sem respostas, devido ao controverso debate entre software livre e proprietário.

Problemas relativos à curva de aprendizado, base instalada de software, custos de troca, suporte, transferência de tecnologia e distribuição adotada seriam apenas o começo, isso sem contar o principal papel da comunidade sobre a distribuição.

A quem acha que a malvada Microsoft é uma empresa que explora os indefesos consumidores com um software proprietário, gostaria de saber se seriam tão paladinos assim se tivessem seu imposto de renda controlado por uma ‘comunidade’ iterativa que pudesse reunir qualquer tipo de pessoa.

Para quem não conhece (ou é ignorante mesmo) sabe que esse tipo de solução dentro da administração pública, ou qualquer tipo de sistema (comercial ou não) é uma péssima escolha em relação auditoria e a segurança, devido ao fato de que essas soluções nem sempre podem ser customizáveis por qualquer grupo ou pessoa por razões obvias.

Se alguém tem alguma dúvida, perguntem ao departamento de TI Bradesco se eles estão tristes por utilizarem ainda o Windows NT Workstation 4.0, ou mesmo se as mesmas instituições financeiras estão entediadas com o COBOL.

 

 

A contra-revolução virtual

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Como alguns governos estão agindo para restringir o acesso à internet. Por The Economist.

A contra-revolução virtual

Analytics superando Data Mining

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Uma coisa é clara. O mundo precisa muito mais de engenharia do que poesia.

Analytics surpassing Data Mining

Analytics surpassing Data Mining – Pdf

Privacidade Quæ Sera Tamen

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

É para quem acha que a questão da privacidade online está boa…

De Washington Post

House to hold Do Not Track hearing on Internet privacy

By Cecilia Kang

The House subcommittee for commerce, trade, and consumer protection is planning a hearing in early December on Internet privacy, with Web firms expected to testify on the idea of a Do Not Track registry, according to Capitol Hill staffers.

The hearing, which is tentatively set for Dec. 2, is still being coordinated and a full witness list hasn’t been formed yet. It will likely focus on several aspects of a bill presented by subcommittee chairman Bobby Rush (D-Ill.). Rush has introduced a bill on Internet privacy that he has said would balance business interests with consumer protection.

The bill will be introduced again in the lame duck session and will spell out what information cannot be collected by Web sites and third-party advertisers without approval by users. Key Republicans and Democrats have said they would pursue Internet privacy legislation in the new Congress.

The idea of a Do Not Track registry, which would be modeled in some ways after the popular Do Not Call registry administered by the Federal Trade Commission, has generated support from consumer interest groups. Companies such as Google have panned the idea, saying implementing the technology for such a platform would be too difficult.

Watch Reed Smith attorneys Judy Harris and Amy Mushahwar break down Rush’s bill and another bill in the House aimed at Internet privacy.

 

 

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Enfim a Google Inc. pagando direitos autorais

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

De TIINSIDE

 

 YouTube assina novos acordos de direitos autorais na França

O site de compartilhamento de vídeos YouTube assinou nesta quinta-feira, 23, acordos com três representantes de direitos autorais de roteiristas, produtores e diretores na França. Agora, o serviço de vídeos do Google terá que pagar os autores afiliados à ADAGP, associação das artes visuais, SACD, que reúne os autores de teatro, literatura e de audiovisual, e a SCAM, entidade dos produtores de audiovisual, toda vez que seus vídeos forem vistos por internautas naquele país.

Segundo os acordos, todos os profissionais envolvidos na criação dos vídeos terão direito a parcela da receita obtida pelo pagamento ao YouTube. Os acertos envolvem produções para televisão, cinema e teatro, mas os detalhes, como o percentual da receita e a quantia que deve ser paga pelo serviço de vídeos, ainda não foram definidos.

Na opinião do diretor geral do SCAM, Herve Rony, o acordo é um marco do reconhecimento de que as novas plataformas de distribuição também podem criar valor para os artistas e produtores. Já para a diretora da ADAGP, Christiane Ramonbordes, o acerto foi uma medida “pragmática” para permitir que os produtores de conteúdo tenham seus trabalhos reconhecidos financeiramente.

Recentemente, o YouTube assinou acordo semelhante com a Sacem, outra entidade francesa de proteção de direitos autorais de artistas. Este, no entanto, envolve apenas vídeos relacionados a músicos e compositores (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

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Indicação de blog

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010
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Economia da Informação no UOL, G1 (Globo), e e-Band… E o futuro dos jornais?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de novembro de 2010

Eis um retrato fiel do jornalismo online brasileiro.

Reparem nas três manchetes abaixo:

Google Street View flagra homem armado em rua de SP

Google Street View flagra homem armado andando em rua de SP

Google Street View flagra homem andando armado por SP

Seria uma completa sincronissidade  se não fosse o fato deste blog/site ter postado o ocorrido acima em 23 de outubro de 2010 neste post.

Isso mostra algumas coisas:

1) Sim, redações são caras e jornalismo online terá um efeito avassalador sobre as universidades de jornalismo nos próximos anos;

2) Os blogs já estão entre o rol de referências do jornalismo, pois, muitas das vezes trazem informações desprovidas de tendências editoriais. Julio Severo, Paulo Vasconcelos, Silvio MeiraPaulo Andrade (Paulinho), Alberto Murray, Juca Kfuori, Graça Salgueiro (melhor referência sobre o movimento latino-americano);

3) A curto prazo os blogs tomarão conta da internet no quesito jornalismo, pois, a crise de confiabilidade nos jornais está em patamares baixíssimos em relação ao grau de confiança que tinham no passado. Prova disso é o paradoxo do crescimento demográfico, aumento da população alfabetizada (mesmo que 9% seja analfabetos e 20% sejam analfabetos funcionais) e a estagnação em relação aos exemplares vendidos.

Mudança no Jogo

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 15 de novembro de 2010

Feito pela Bloomberg no último dia 2, o vídeo mostra como a Google mudou os negócios e jogou para debaixo de tapete a velha mídia.