Economia da Informação

Monopoly Wars (IX) – China x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Google pode ter licença de permanência na China negada

[…]O governo chinês poderá não renovar a Licença de Provedor de Conteúdo na Internet (ICP, na sigla em inglês) do Google. O prazo para renovação do documento é nesta quarta-feira, 30, mas observadores do mercado acham que a postura anticensura em relação aos resultados de buscas adotada pela companhia, considerada inaceitável pelos órgãos reguladores chineses, pode resultar na recusa da autorização para que contine a operar no país.

Para tentar reverter essa possibilidade, sem comprometer sua posição contrária a autocensura nos resultados de buscas, o diretor de assuntos legislativos do Google, David Drummond, declarou, na segunda-feira, 28, em post no blog oficial da companhia, que os internautas que acessarem a ferramenta chinesa do site, o Google.cn, não serão mais redirecionados automaticamente para a página de Hong Kong. Agora, os usuários terão a opção de usar aplicativos que não precisam da autocensura, como o tradutor de textos ou a ferramenta de mapas, na própria página chinesa, ou clicar num link para a página de Hong Kong.[…]

Caíndo no mesmo risco de parecer uma cópia mal acabada do Reinaldo Azevedo, comento:

Por mais que o regime de governo da China tenha métodos pouco ortodoxos –  para não entrar na seara dos direitos humanos e similares – não é o caso de uma corporação como o Google que é produto do livre mercado e iniciativa aceitar fazer negócios com esse tipo de governo, com a agravante de ser sabedor do que se passa do lado de dentro das fronteiras. Fique-se bem claro que com esse caso o governo chinês age certo com uma companhia que desafiou a sua soberania, e contrariou as normas vigentes e pré-estabelecidas naquele país para a obtenção de lucro e market share. Em miúdos, pediu permissão para entrar no jogo, começou a ver que não ia ganhar, e começou a quebrar as regras, e ainda não satisfeito saiu dizendo que foi injustiçado mesmo tendo aceitado as regras pré-estabelecidas.

Em uma analogia, propor um trato com esse tipo de governo e não agir conforme o que foi pré-estabelecido, é a mesma coisa de vender a alma para o Diabo e na hora de ser cobrado desfazer o que foi feito e parecer junto à opinião pública uma santidade defensor de Jesus.  

 

A indústria dos videogames e a Economia Digital

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de junho de 2010

Um dos aspectos mais relevantes e emergentes quando se trata de economia digital são as novas modalidades de prestação de serviços, bem como a nova indústria dos bens intangíveis; e a circulação de moeda e as transações estão chegando ao limiar de atrito (financeiro, administrativo, e/ou geográfico) quase zero.

A indústria dos videogames sem dúvidas é uma representação clara do poder da economia digital, onde ela não somente vende os jogos digitais com valor intangível; como também há uma modalidade de prestação de serviço de comercialização de avatares de jogos online populares como Warcraft, Battlefield, Combat Arms entre outros, e os operários dessa economia são os Chinese Farmers, ou traduzindo, os fazendeiros chineses. Mas vamos observar o core business dessa economia:

Em diversos jogos online os personagens possuem diferentes níveis (levels) aonde a cada transposição de fase o personagem vai angariando mais experiência (exp) e assim adquirindo mais poderes, armas, e recursos extras que os jogadores iniciantes levariam diversas horas de jogo para chegar a determinado level. Os Chinese Farmers são jovens chineses que abrem diversas contas (avatares) e jogam por períodos de até 12 horas e após isso colocam a venda esses personagens na internet para jovens, geralmente americanos, que gostariam de jogar online, mas não têm tempo disponível para passar na frente do computador e jogar efetivamente. O jovem de outra parte do mundo paga através de uma conta paypal ou depósito bancário e joga com o seu novo personagem e com todos os poderes inatos do level escolhido.

Na china esse tipo de prática dos Chinese Farmers virou uma espécie de empreendimento, onde, são contratados jogadores profissionais que jogam o dia inteiro em avatares para adquirir experiência e vendem esses avatares a preços que chegam até a casa das dezenas de milhares de dólares.

O vídeo abaixo representa bem o ciclo econômico dos Chinese Farmers.



Monopoly Wars (VIII) – Adobe x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de junho de 2010

Em uma rápida passada no site da Wired, há uma curiosa propaganda da Adobe.

Para entender onde isso começou clique aqui.

Monopoly Wars (VII) – Scotland Yard x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Google Street View agora será investigado pela Scotland Yard

A coleta de dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas pelo Google, durante o mapeamento das ruas para o projeto Street View, agora será investigada pela Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard. A polícia quer saber quais leis foram violadas durante o projeto e em que órgão do governo do Reino Unido um possível processo judicial deve ser registrado.

O anúncio da investigação, feito nesta terça-feira, 22, leva em consideração uma queixa formal feita pela Privacy International (PI), organização europeia pelos direitos à privacidade on-line, segundo o jornal britânico Guardian. A PI acusa o Google de violar a privacidade dos internautas britânicos, comparando a coleta de dados a uma prática de grampo telefônico não autorizado. O Guardian, por sua vez, acredita que o armazenamento das informações de acesso à internet de redes Wi-Fi teve fins comerciais, pois, segundo o jornal, o Google trabalha no desenvolvimento de uma plataforma de publicidade on-line baseada no comportamento das pessoas na web (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A Scotland Yard, no entanto, não faz nenhuma menção direta ao Google no documento que comunica a investigação. A polícia londrina apenas diz que iniciará “um inquérito policial que envolve a coleta não autorizada de informações de redes Wi-Fi” no Reino Unido. A polícia já avisou o site de buscas que alguma “pessoa responsável pelo assunto” precisa ser indicada para responder aos questionamentos da investigação.

Monopoly Wars (VI) – Federal Trade Comission x Intel

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Intel obtém suspensão de processo de investigação nos EUA

A Intel conseguiu suspender o processo de investigação por prática de monopólio impetrado pela Federal Trade Commision (FTC), órgão do governo dos Estados Unidos que investiga contratos comerciais e dados fiscais de empresas e pessoas físicas, até o dia 22 de julho. Segundo a fabricante de chips, o acordo, fechado na segunda-feira, 21, servirá para que a empresa consiga reunir todas as informações exigidas pelo órgão do governo americano e possa contribuir com as investigações. Os termos do acordo são confidenciais.

O processo, registrado na FTC em dezembro do ano passado, acusa a Intel de usar de sua posição de liderança no mercado para impor às fabricantes de computadores a compra de seus produtos, numa prática considerada anticompetitiva. O objetivo da ação, caso fique comprovado o uso de sua posição dominante, não é penalizar monetariamente a empresa, mas impor barreiras mercadológicas que a impeçam de continuar com as práticas monopolistas.

A Intel também é alvo do mesmo tipo de investigações no Japão e na Europa, sendo que nesta última região ela pagou US$ 1,45 bilhão para acabar com a ação por práticas antitruste.

Calça de Veludo…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de junho de 2010

Esse artigo da revista Época Online retrata de maneira quase que cirúrgica o momento atual da Google Inc. no mundo dos negócios, em especial, a sua forma de angariar o status da maior empresa de tecnologia do mundo.

Não se trata apenas de ser do contra (no final olhem o comentário quase que fanático de um leitor) as formas de negócios da Google, qualquer uma empresa pode ter assim como a Microsoft, a Dell, a Apple entre outros; mas sim o engodo no qual a imagem da Google Inc. passa através de um embuste cool midiático, onde os seus desenvolvedores e analistas pedem para confiarmos cegamente no seu slogan interno do “Don’t be evil!”.

Na reportagem essa técnica de sedução está em um patamar quase que monopolístico, o que torna a Google Inc., um problema no ponto de vista legislativo. É esperar e ver o que acontece, já que diversos orgãos anti-truste estão de olho nas práticas da Google Inc.

Duas ou três coisas sobre o Google (trecho)

O deslumbramento da mídia com a empresa mascara seu real negócio monopolista. A crise com a china só aumentou o fascínio
Por Caio Túlio Costa*

O mundo se ajoelha frente ao Google. O conglomerado que lhe dá forma conquistou em 12 anos de vida um deslumbramento geral. O fascínio se ampliou com o recente embate entre o Google e o governo chinês. Este embevecimento é mais fácil de ser percebido nos meios de comunicação, tanto na mídia clássica (televisões, jornais, revistas, rádios) quanto nos veículos da nova mídia (portais, sites, blogs, posts, comentários). Como o maniqueísmo faz parte do DNA da mídia, ambas, a clássica e a nova, trafegam numa via de mão dupla: santificam ou demonizam. No caso do Google, ele caminha para a canonização em vida.

O público internauta que manipula seu mecanismo de busca ou suas ferramentas de rede social tem com ele uma relação utilitária. Usa-o sem necessitar refletir acerca de seu valor como farejador de dados, documentos, pessoas, imagens, vídeos… Procurou, achou. As autoridades, democráticas ou autoritárias, têm o Google sob estrita vigilância, por conta dos problemas ligados às invasões de privacidade, pedofilia, pornografia, grupos de ódio, em especial no YouTube e no Orkut – e mais ainda no Brasil, onde este último ganhou sua maior popularidade. Mas o Google não é apenas o que aparenta ser. Certa feita, questionado sobre os pilares que norteiam o concorrente Yahoo! – busca, personalização, comunidade, informação – e indagado sobre os pilares do Google, o seu homem forte comercial, Omid Kordestani, saiu-se com essa: “Nós dizemos que organizamos a informação em rede mundial. Bobagem! Nós somos é uma empresa de publicidade!”.

Caiu a ficha? Quando você entra no Google e digita a palavra “carro”, receberá uma página de resultados com várias indicações sobre carros. Atente: o primeiro resultado pode ser um link patrocinado em fundo colorido, um anúncio em forma de texto. Do lado direito da página vão aparecer outros anúncios empilhados, todos em forma de texto e que remetem a carros: novos e usados, lançamentos da indústria automobilística e pequenas mensagens publicitárias antes cativas da indústria de classificados. Se você quiser vender seu automóvel e se dispuser a pagar algum dinheirinho para o Google, o seu anúncio pode aparecer ali do lado direito da página.

Essa descrição é banal para quem conhece o mecanismo. O que não é banal é o ganho do Google com esses pequenos anúncios desde que passou a vender palavras-chave na sua busca, em 1999. De uma empresa nascida sem modelo de negócio, acabou catapultada à liderança do mercado de propaganda. Arrebentou com o mercado tradicional de anúncios e praticamente criou um monopólio na busca em rede. Utilizou para tanto uma extraordinária inteligência no uso da força de trabalho (gratuita!) dos internautas. Eles o ajudam a confeccionar o mais poderoso banco de dados do planeta.

A coisa funciona mais ou menos assim: ao se pressionar em qualquer resultado de uma busca, o endereço clicado vai para um banco de dados. Assim, de clique em clique, a empresa vai formando uma lista de endereços e contabilizando automaticamente quem aparece mais, ou seja, qual tem mais relevância, quantas vezes e em quantas páginas existe aquele mesmo endereço, quantos links existem nas páginas da internet que direcionam para ele. Relevância é a palavra, o coração do mecanismo. Quanto mais cliques, quanto mais links apontam para um endereço, mais esse endereço tem importância e mais em cima ele vai aparecer nos resultados da busca – porque ele é mais relevante.

O que os meninos do Google (Sergey Brin e Larry Page) conseguiram conceber, e milhares de engenheiros contratados por eles conseguiram aperfeiçoar, foram os algoritmos capazes de revelar essa relevância e devolver resultados pertinentes. Isso é aprimorado a cada dia. Ao mesmo tempo, uma espécie de robô bate de porta em porta nos sites da rede e indexa no banco de dados do Google, formado por milhares de servidores, todas as palavras de todas as páginas abertas na rede. Simples?
Líder em propaganda, o Google usa o trabalho (gratuito) dos internautas o Google aceitou a censura na China para liderar. Não conseguiu

Não. Até aqui, ninguém, nenhuma companhia que tenha investido em busca conseguiu algoritmos tão poderosos. Desde seu nascimento, o Google foi deixando para trás empresas como Excite, Lycos, AltaVista, Inktomi, Ask Jeeves, Overture (a criadora da busca paga), Yahoo! e até o mais recente Bing (da Microsoft). Algumas dessas marcas soam hoje pré-históricas para quem conhece a internet desde o seu nascedouro comercial, nos idos de 1995. Nada dizem (exceto Yahoo! e Bing) para a geração de agora e para quem o Google é o mais natural mecanismo de busca que se possa imaginar.

A empresa não ultrapassou apenas os competidores na indústria dos motores de busca. Também deixou para trás monumentos empresariais. Dá um trabalho danado para as agências de publicidade, tritura o mercado de classificados dos jornais (olhe como diminuiu o peso do seu jornal de domingo), destrói concorrentes na nova mídia, como a America Online, e supera de longe, em valor de mercado, tiranossauros da mídia clássica, como a Time Warner, a Disney ou a News Corporation – para ficar em três das maiores empresas de mídia do planeta.

O futuro da informação jornalística

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de junho de 2010

Aqui no Economia da Informação, já foi discutido como o modelo do jornalismo deve mudar para manter-se vivo. É fato que as publicações jornalísticas estão cada vez mais em baixa, seja pela a qualidade do seu conteúdo editorial, bem como a sua insistência em manupulação, distorção e omissão de diversos assuntos, em especial na seara política e econômica. Mas esse não é o mérito.

Stephen Kanitz publicou em seu blog um texto muito conciso sobre Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas, onde o autor promove uma série de questionamentos pontuais sobre o futuro das empresas de mídia.

Stephen Kanitz – Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas

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Justiça Brasileira tem oportunidade de julgar ação bilionária sobre Propriedade Intelectual

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

STJ julga recurso sobre indenização bilionária por uso indevido de software

Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa recurso especial que tem como objetivo reduzir o valor de indenização por uso indevido de software, que pode chegar a R$ 1 bilhão – um dos mais altos já aplicados em ações do tipo no Brasil.

A determinação partiu do Tribunal de Justiça de São Paulo, que condenou a Rede Brasileira de Educação a Distância por crime de propriedade intelectual contra o Centro de Estratégia Operacional Propaganda e Publicidade.

Na ação, a Rede Brasileira foi acusada de reproduzir, sem autorização, um software de autoria dos pesquisadores do Centro de Estratégia e fazer sua distribuição para dez universidades brasileiras e 33 universidades estrangeiras, o que representou a disponibilização do acesso à ferramenta para um universo de, aproximadamente, 17 mil professores e 190 mil alunos. Os advogados da empresa argumentaram que o procedimento se configura como mera adaptação ao programa inicialmente elaborado, mediante contrato firmado, sem o intuito de invasão de propriedade intelectual. Ao pedir ao STJ a redução do valor da indenização, a defesa afirmou que “o montante foge de todos os padrões já exigidos no âmbito da Justiça”. O Centro de Estratégia – responsável pela produção de programas digitais para a Bovespa, Credit Suisse e Banco Real – reivindica que o valor da indenização seja calculado com base no universo de pessoas que podem ter tido acesso ao software.

O relator do recurso no STJ, ministro Sidnei Beneti, no entanto, propôs, em seu voto, que seja instituída uma comissão de arbitramento para fazer um cálculo do valor da indenização mais condizente com a realidade. O julgamento está suspenso em razão do pedido de vista feito pelo desembargador convocado Vasco Della Giustina.

Imitando o Reinaldo Azevedo, comento: Algumas considerações em bullets sobre esse caso emblemático.

1 – E se fosse a Microsoft que tivesse pleiteado esse tipo de ação contra alguma multinacional brasileira será que a justiça aceitaria o processo com tamanho affair como nesse caso do CEOPP?

2 – A justiça brasileira ainda tem o tabu para punir e avaliar esses tipos de ações que lesam empresas em grande escala com indenizações milionárias.

3 – Se uma literatura nacional consolidada em propriedade intelectual, bem como em Economia da Informação (e em Economia Digital) vai ser interessante ver como será avaliado esse caso; onde, se tiver supervalorização desse valor, haverá uma corrida acadêmica para esse tipo de estudo; bem como se houver uma baixa valorização no valor da indenização corre-se o risco de esse tipo de decisão nortear as decisões nos tribunais brasileiros.

Monopoly Wars (V) – International Trade Comission x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 18 de junho de 2010

E lá vai a Apple…

Direto de TINSIDE

TC abre investigação contra a Apple

A Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês) abriu investigação contra a Apple por suposta quebra de patentes de tecnologias da fabricante taiwanesa High Tech Computer (HTC) utilizadas no iPod, iPhone e iPad.

Em comunicado, a ITC afirmou que iniciou a investigação de “determinados dispositivos eletrônicos portáteis e software relacionados”. A medida refere-se a uma ação impetrada pela HTC contra a Apple, na qual alega que a empresa de Steve Jobs utiliza de maneira ilegal cinco tecnologias de sua propriedade.

Com a ação, a HTC quer que o governo dos EUA proíba a venda e a importação do iPod, iPhone e iPad em todo o país. O processo foi uma resposta à Apple, que no início de março entrou com um processo contra a da fabricante taiwanesa sob a alegação de que ela havia infringido mais de 20 patentes envolvendo arquitetura interna, design e hardware do iPhone em seus smartphones.

Monopoly Wars (VI) – USA Departament of Justice x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Governo dos EUA investigará política de publicidade móvel da Apple

A nova política de publicidade móvel online da Apple será investigada por órgãos reguladores do setor nos Estados Unidos. Segundo informaram fontes próximas ao assunto ao Financial Times, o governo quer saber se o bloqueio de ferramentas de análise de conteúdo de terceiros infringe a lei antitruste do país.

No mês passado, a Apple publicou a primeira versão de seu regulamento para a nova plataforma de publicidade móvel, o iAd, em que proibia terceiros de vender publicidade nos aplicativos para celulares. Depois ser duramente criticada pelas agências de publicidade e principalmente pelo Google, que tem sua própria plataforma de anúncios, o AdMob, a empresa de Steve Jobs reformulou, na terça-feira, 8, o regulamento para publicidade em aplicativos e determinou que as ferramentas de análise de anúncios desenvolvidas por terceiros só poderiam ser aplicadas nos dispositivos da Apple mediante autorização.

As fontes ouvidas pelo jornal britânico disseram que a movimentação da Apple chamou bastante a atenção dos órgãos do governo americano. No entanto, ainda não foi decidido se ela será investigada pelo órgão regulador das relações comerciais, a Federal Trade Comission (FTC), ou pelo próprio Departamento de Justiça do país (DOJ).