Economia da Informação

A manufatura das TIC

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

Ecossistema de Negócios da Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de fevereiro de 2011

Um pequeno exemplo extraído de TIINSIDE. Vai um iPhone aí ?

Software Livre na Administração Pública

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Segue a reprodução de TIINSIDE, e logo volto ao estilo Reinaldo Azevedo com os comentários.

 

Aprovado projeto que prioriza compra software livre na administração pública

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 24, a proposta que garante preferência para software livres na contratação de bens e serviços de informática pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e os municípios. A medida consta de substitutivo da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) ao Projeto de Lei 2269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), e outros seis apensados.

Pelo texto, software livre é definido como aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais, a execução do programa para qualquer fim, a redistribuição de cópias, o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias, e o acesso ao código fonte.

Para a relatora, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para trabalhadores do setor e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador. “Estima-se que o Estado, em todos os seus níveis, gaste cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de programas-proprietários”, afirmou Erundina.

O substitutivo altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/93). Segundo a lei, para a contratação de bens e serviços de informáticas, a administração deve adotar obrigatoriamente a licitação do tipo “técnica e preço”. A proposta estabelece que, adicionalmente, a administração deverá observar a preferência a programas de computador livres e com formatos abertos de arquivos.

Conforme o texto, formato aberto de arquivo é aquele que: possibilita a comunicação entre aplicativos e plataformas; pode ser adotado sem quaisquer restrições ou pagamento de direitos; pode ser implementado de forma plena e independente por distintos fornecedores de programas de computador, em múltiplas plataformas, sem qualquer remuneração relativa à propriedade intelectual. A contratação de programas-proprietários só ocorrerá no caso de “justificada inadequação” do software livre. Neste caso, a avaliação das propostas deverá considerar os custos totais, incluindo instalação, licenciamento, instalação e suporte.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será apreciada ainda pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara.

ES: Governo gastando menos, incentivo da concorrência, economicidade… Tudo certo! Certo? 

A quem interessa o software livre na administração pública? Uma pergunta ainda sem respostas, devido ao controverso debate entre software livre e proprietário.

Problemas relativos à curva de aprendizado, base instalada de software, custos de troca, suporte, transferência de tecnologia e distribuição adotada seriam apenas o começo, isso sem contar o principal papel da comunidade sobre a distribuição.

A quem acha que a malvada Microsoft é uma empresa que explora os indefesos consumidores com um software proprietário, gostaria de saber se seriam tão paladinos assim se tivessem seu imposto de renda controlado por uma ‘comunidade’ iterativa que pudesse reunir qualquer tipo de pessoa.

Para quem não conhece (ou é ignorante mesmo) sabe que esse tipo de solução dentro da administração pública, ou qualquer tipo de sistema (comercial ou não) é uma péssima escolha em relação auditoria e a segurança, devido ao fato de que essas soluções nem sempre podem ser customizáveis por qualquer grupo ou pessoa por razões obvias.

Se alguém tem alguma dúvida, perguntem ao departamento de TI Bradesco se eles estão tristes por utilizarem ainda o Windows NT Workstation 4.0, ou mesmo se as mesmas instituições financeiras estão entediadas com o COBOL.

 

 

Watchdog está de olho

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

A escalada dos novos monopólios

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Este texto do The Wall Street Journal apresenta de forma muito didática como se dá o estabelecimento das novas formas de monopólio na internet, e porque a dependência dos serviços dos monopolistas (leia-se Google Inc., Facebook, e afins) é um perigo em potencial.

Este artigo é um aviso bem elucidativo para quem desconhece, ou mesmo negligencia a economia da informação, pois, através da utilização dos exemplos do artigo pode-se ter a dimensão do impacto de um monopólio informacional na vida das pessoas.

Sobre o monopólio na economia da informação o texto afirma que:

“Market power is rarely seized so much as it is surrendered up, and that surrender is born less of a deliberate decision than of going with the flow […]”

Sobre o engodo inicial e o desenvolvimento essa parte responde:

“We wouldn’t fret over monopoly so much if it came with a term limit. If Facebook’s rule over social networking were somehow restricted to, say, 10 years—or better, ended the moment the firm lost its technical superiority—the very idea of monopoly might seem almost wholesome. The problem is that dominant firms are like congressional incumbents and African dictators: They rarely give up even when they are clearly past their prime. Facing decline, they do everything possible to stay in power. And that’s when the rest of us suffer[…]”

E sobre a conveniência do discurso que essas corporações inovam o texto não deixa passar:

“Info-monopolies tend to be good-to-great in the short term and bad-to-terrible in the long term. For a time, firms deliver great conveniences, powerful efficiencies and dazzling innovations. That’s why a young monopoly is often linked to a medium’s golden age. Today, a single search engine has made virtually everyone’s life simpler and easier, just as a single phone network did 100 years ago […]”

E finalmente quem paga conta para que os monopolistas tenham o seu império:

“The costs of the monopoly are mostly borne by entrepreneurs and innovators. Over the long run, the consequences afflict the public in more subtle ways, as what were once highly dynamic parts of the economy begin to stagnate[…]

In the Grip of the New Monopolists

Estímulos no Open Source

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de novembro de 2010

A Computer World explica as vantagens do uso do Open Source, seja através do viés da fuga da base instalada, seja pelo estímulo financeiro.

Motivações Open Source

 

Monopoly Wars (XII) – Oracle x Apache

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de novembro de 2010

Essas matérias da Computer World (aquiaqui) mostram os perigos da base instalada e do conceito de Freemium.

Explicando bem resumidamente: Uma empresa oferece um padrão de tecnologia estável, aberto e o melhor: Grátis! Só que por causa de pormenores administrativos e técnicos a empresa que desenvolveu esse padrão é obrigada a passar o controle acionário/tecnológico.

Aí que entra o que Varian e Shapiro denominam como Base Instalada na Economia da Informação.

Isso é como se uma corporação ofertasse seus serviços gratuitamente, e com isso condicionasse os mais sensíveis ao preço o uso exclusivo de seus serviços.

Até que um dia, essa empresa resolve cobrar, e deixar todas as pessoas que usam o seu produto reféns de seus preços.

Ou pior; cobrar quem desenvolve na sua plataforma ou fechar a mesma tecnologia.

Esse é o embate que se desenvolve, tendo em vista que a Apache desenvolve sob o mantra do Open Source Java.

Oracle x Apache 1

Oracle x Apache 2

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Onu afirma que um terço da população mundial estará online até o fim do ano

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de OLHAR DIGITAL

Em dezembro, o número de usuários da internet passará a marca de dois bilhões, com crescimento maior nos países em desenvolvimento

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 17h50

A União Internacional de Telecomunicações, agência de tecnologia das Nações Unidas, afirmou hoje que nos últimos cinco anos o número de usuários da internet dobrou e se aproxima de um terço da população mundial.

Segundo o relatório, dos 226 milhões de novos usuários de 2001, mais de 160 milhões estão em países em desenvolvimento. Apesar disso, a porcentagem da população conectada ainda é pequena nesses países, com uma média de 21%. O menor índice de penetração da internet é na Africa, com apenas 9,6 conectados a cada 100 habitantes.

A agência afirmou ainda que a ampliação de serviços de banda larga é especialmente importante para o avanço econômico, especialmente em lugares públicos, já que em países em desenvolvimento apenas 13,5% da população tem acesso em casa.

Além disso, o relatório apresentou dados sobre o avanço das redes 3G no mundo, que representam hoje 940 milhões das 5,3 bilhões de assinaturas de celular.

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Entre o aprisionamento e a selva

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Dentro da economia da informação o lock in (ou aprisionamento) é um fato de um produtor de algum produto tecnológico oferecer produtos que o usuário não possa ter opções de escolhas de tecnologias dentro do dispositivo, bem como o mesmo não tenha qualquer compatibilidade com outros dispositivos que não pertençam ao ecossistema da empresa. Exemplos claros disso: Windows, iPhone, iPad, Blackberry, et cetera.

Já a selva é o contrário, com a abertura dos códigos para os mais diversos dispositivos as possibilidades de customização são quase que infinitas, e são condicionadas exclusivamente pela a capacidade do hardware que irá suportar a tecnologia. Entretanto, com essa abertura os usuários ficam sem qualquer tipo de suporte fácil, e na maioria das vezes só encontram informações em comunidades muito específicas e de pouco acesso. Exemplos: Linux, Android, comunidade Java, et cetera.  

Neste pronunciamento de Steve JobsSteve Jobs x Android, ele critica a plataforma Android pelos motivos supracitados, porém, ele esquece de que a sua plataforma tem um dos ecossistemas de negócios (fornecedores, desenvolvedores, hardware) mais fechados do mundo digital. 

Seja no aprisionamento ou na selva, o que podemos esperar é que essa guerra não vai terminar bem para nenhum dos lados, seja para as empresas, seja para os consumidores.

A batalha das patentes II

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Nessa reportagem da The Economist é abordado o tema das constantes batalhas judiciais que ocorrem em  todo mundo na área de telecomunicações, em especial pela a quebra de patentes.

O EI já abordou em um post esse tema e inclusive tem a seção Monopoly Wars que falam dessa verdadeira guerra de patentes, onde as empresas não brigam para conquistar novos clientes ou melhoria de seus serviços, mas sim brigam para alcançar a condição monopolista de estabelecer o seu padrão único de base instalada.

Batalhas das Patentes