Economia da Informação

SOPA… Just another Infographic…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de fevereiro de 2012

Retirado originalmente de Silvio Meira.

Digital Access, Political Networks and the Diffusion of Democracy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

Time For A New Software Economy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 16 de julho de 2011

Strategy Business – Social Appnomics

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de junho de 2011

 

 

 

 
Um interessante ensaio sobre os aplicativos de redes sociais.

Strategy Business – Social Appnomics

EI na Campus Party

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Este site estará acompanhando algumas discussões e irá trazer um paralelo sobre as impressões gerais sobre a Campus Party 2011, e algumas considerações sobre assuntos relacionados a Economia da Informação, Internet, Economia Digital e congêneres.

De antemão, até que fim viram a luz, no que diz respeito a Ecossistemas de Negócios na Economia Digital. Halleluiah.

 

Tanques na Nuvem

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de janeiro de 2011

Uma especulação da The Economist sobre o futuro da computação em nuvem.

Tanks and the Cloud

1º World Web War

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de dezembro de 2010
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A Google como paladina da liberdade da informação…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Esse é um ótimo exemplo como a Economia da Informação está ligada com o conceito de Ecossistemas de Negócios.

Google faz duras críticas a bloqueios governamentais à internet

De TIINSIDE

O Google publicou um estudo encomendado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, no qual critica os governos que impõem políticas de controle de acesso à internet. No relatório, o site de buscas diz que leis restritivas à web atrapalham a livre circulação de informações pelo mundo e interferem até mesmo nas relações comerciais internacionais.

De acordo com o Google, a maioria das restrições parte de visões conservadoras sobre a web. A gigante das buscas cita o exemplo da Turquia, que tirou o YouTube do ar por conta de uma ação judicial envolvendo direitos autorais de alguns vídeos, movida por um promotor de Justiça da cidade de Ataturk. Outro caso mencionado é o do WordPress, software de publicação para blogs, que foi proibido na Guatemala durante uma crise política local – movimento semelhante aconteceu no Turcomenistão, Cazaquistão e Uzbequistão com a ferramenta de publicação Livejournal.

O exemplo mais gritante de cerceamento à liberdade digital apontado no relatório, no entanto, é o da China, que redirecionou o acesso às três maiores ferramentas de busca on-line do mundo – o próprio Google, o Yahoo e o Bing, da Microsoft – para o site local, o Baidu. O movimento chamou a atenção do mundo, que apelidou a estratégia chinesa de “the great firewall”, em alusão à Muralha da China, que em inglês é Great Wall.

O estudo conclui que bloquear a internet impede que as companhias tenham acesso a informações comerciais umas das outras, dificulta que empresas de web cheguem aos seus clientes e ameaça as próprias características que transformaram a rede mundial de computadores numa ferramenta de crescimento econômico e desenvolvimento social. Segundo o relatório, minar o uso que as pessoas fazem da internet atrapalha a produtividade das empresas e atrasa as comunicações, e, numa análise apocalíptica, isso pode vir a se tornar um problema econômico.

Para quem deseja mais informações, o OpenNet tem estudos muito elucidativos sobre a liberdade na internet.

Watchdog está de olho

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

A escalada dos novos monopólios

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Este texto do The Wall Street Journal apresenta de forma muito didática como se dá o estabelecimento das novas formas de monopólio na internet, e porque a dependência dos serviços dos monopolistas (leia-se Google Inc., Facebook, e afins) é um perigo em potencial.

Este artigo é um aviso bem elucidativo para quem desconhece, ou mesmo negligencia a economia da informação, pois, através da utilização dos exemplos do artigo pode-se ter a dimensão do impacto de um monopólio informacional na vida das pessoas.

Sobre o monopólio na economia da informação o texto afirma que:

“Market power is rarely seized so much as it is surrendered up, and that surrender is born less of a deliberate decision than of going with the flow […]”

Sobre o engodo inicial e o desenvolvimento essa parte responde:

“We wouldn’t fret over monopoly so much if it came with a term limit. If Facebook’s rule over social networking were somehow restricted to, say, 10 years—or better, ended the moment the firm lost its technical superiority—the very idea of monopoly might seem almost wholesome. The problem is that dominant firms are like congressional incumbents and African dictators: They rarely give up even when they are clearly past their prime. Facing decline, they do everything possible to stay in power. And that’s when the rest of us suffer[…]”

E sobre a conveniência do discurso que essas corporações inovam o texto não deixa passar:

“Info-monopolies tend to be good-to-great in the short term and bad-to-terrible in the long term. For a time, firms deliver great conveniences, powerful efficiencies and dazzling innovations. That’s why a young monopoly is often linked to a medium’s golden age. Today, a single search engine has made virtually everyone’s life simpler and easier, just as a single phone network did 100 years ago […]”

E finalmente quem paga conta para que os monopolistas tenham o seu império:

“The costs of the monopoly are mostly borne by entrepreneurs and innovators. Over the long run, the consequences afflict the public in more subtle ways, as what were once highly dynamic parts of the economy begin to stagnate[…]

In the Grip of the New Monopolists