Economia da Informação

Monopoly Wars (X) – Microsoft x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 2 de abril de 2011

Um framework para aferição da eficiência dos investimentos organizacionais em tecnologia da informação usando DEA

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de dezembro de 2010

Para saber um pouco mais como criar valor efetivamente com tecnologia da informação.

A framework for measuring the efficiency of organizational investment in information technology using data envelopment analysis

Games: Do intangível à experiência

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de novembro de 2010

A matéria da revista VEJA mostra que como a indústria do intangível está se transfigurando da ideia vaga de entretenimento estático e passando para a expectativa do aspecto físico, no qual as atividades interativas não serão pautadas em uma expectativa intangível jogador-passivo, mas sim na construção do agente de interação homem-máquina no qual essa expectativa física será possibilitada por consoles como o Kinect e o Mova.   

 

Call of Duty: Black Ops e Kinect podem salvar o ano da indústria de games

Os dois lançamentos deste fim de ano são a esperança de lucros num mercado que não sabe para onde caminha

Para uma indústria que sempre está oscilando à beira da histeria, está é uma semana onde as relações públicas atingiram novos níveis. Estamos diante do lançamento do “produto de venda mais rápida da indústria do entretenimento”, seguido pela chegada de uma tecnologia que vai transformar nosso relacionamento com a tela.

Para os desavisados, trata-se de Call of Duty: Black Ops, a última edição da franquia mais lucrativa da indústria dos jogos, e do Kinect, da Microsoft, para o Xbox, um sensor que transforma seu corpo no controlador do jogo.

Não é de se admirar que os encarregados de relações públicas estejam animados – este tem sido um ano medíocre para a indústria dos jogos, e eles estão desesperados por um empurrão no período que antecede o Natal.

Se você quiser saber como um setor que deveria ser à prova de recessão enfrentou esse ano, basta olhar o preço da ação de uma fabricante de jogos na Grã-Bretanha. Um ano atrás, cada ação valia 1,60 libra. Agora vale metade.

O setor culpou a falta de grandes lançamentos no primeiro semestre e um faturamento menor do Wii, da Nintendo. Agora, coloca todas as suas esperanças nas vendas de Natal do Call of Duty e do Kinect.

Mas o que parece é que está havendo uma grande reviravolta em um negócio que ninguém tem certeza para onde caminha. Alguns se perguntam se podem continuar no jogo. Apenas poucas companhias gigantes podem se dar ao luxo de fazer um blockbuster como Call of Duty.

Estima-se que o desenvolvimento e a comercialização da versão mais recente, o Modern Warfare 2, custe cerca de 250 milhões de dólares. Isso é bom quando você tem um jogo que fatura 1 bilhão de dólares em receitas, mas como ocorreu na Grã-Bretanha no caso da Realtime Worlds, se mal conduzida pode matar uma empresa.

Há um ecossistema diferente, onde empresas como a Playfish Zynga faz jogos on-line com um orçamento magro. Toda uma nova geração de jogadores está achando tudo isso, de Farmville e Angry Birds a Plants versus Zombies, uma forma interessante de passar 20 minutos todos os dias sem ter de sair em busca de produtos dentro de caixas na loja de videogames do bairro.

Numa escala ainda menor, há desenvolvedores de garagem correndo para fazer jogos destinados a app stores para centenas de milhares de usuários de smartphones.

Entretanto, tanto a Microsoft com o Kinect, como a Sony, com seu sensor de movimentos Mova, estão tentando reforçar suas plataformas para além do Wii. Já existem alguns viciados em Xbox desprezando o Kinect como algo inútil para o tipo de títulos que jogam – o que certamente é perder o ponto.

A Microsoft espera atingir exatamente esse tipo de público familiar, agora atendido pelo Wii, e também usa o projeto Kinect como laboratório para o tipo de tecnologia inteligente que pode ir para outro lugar.

Em contrapartida, o console da Nintendo, criado como uma alternativa amigável para toda a família, vai lançar pela primeira vez uma franquia do Call of Duty – os fãs do Super Mario Galaxy realmente vão mudar para um jogo para maiores de 18 anos com uma trama de Guerra Fria?

Em suma, toda a indústria – desenvolvedores, editores, fabricantes de console e lojistas – estão vagando ao redor de uma paisagem desconhecida. É um mundo cheio de promessas e perigos, onde se pode ganhar riquezas inimagináveis, onde o garoto pode vir do nada para destruir um jogador experiente – e onde as regras parecem mudar a cada cinco minutos. Algo que poderia ser um grande jogo.

 

 

Negócio chato esse tal de Youtube!

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de outubro de 2010

Direto de Mídia sem Máscara

Klauber Cristofen Pires | 18 Outubro 2010

Artigos – Eleições 2010

Como teríamos tido conhecimento da íntegra dos pronunciamentos do Pastor Piragine Jr, do Arcebispo da Paraíba, e das homilias dos Padres Paulo Ricardo e José Augusto?Juntos, estes vídeos já ultrapassam milhões de acessos, enquanto que absolutamente nenhuma rede de tevê os divulgou até o presente momento.

Ludwig von Mises afirmava acertadamente que a história nunca se repete: sempre entra algum ingrediente novo nas circunstâncias, nos motivos ou nos meios. Parece que as esquerdas perderam o seu timing. Ora, ora, que saudades melancólicas daqueles tempos em que se podia fazer uma revolução em paz.

Ano de 2003: passados seis meses de governo sem ter dado sequer uma declaração ou entrevista espontânea à imprensa, o Presidente oriundo do Partido dos Trabalhadores organiza uma entrevista coletiva preparada com todos os rigores do protocolo cubano: apenas uma pergunta por repórter, enviada com antecedência e selecionada previamente pela equipe do Cerimonial. Nada de réplicas. À última e única pergunta que poderia ter significado alguma crítica ou questionamento sobre a qualidade do seu governo, Lula responde cinicamente que o seu único arrependimento foi o de não ter feito tantas coisas boas quantas gostaria de fazer. Lula não queria papo com o Brasil.
Só foi querer quando explodiu o mensalão. Até lá, a imprensa não passava de uma extensão do Diário Oficial ou pior, um apêndice do seu partido.

De lá para cá, mentir tem ficado mais difícil. Até poucos anos atrás, flagrantes de contradição ou de malfeitos dependiam do acesso a arquivos de acesso restrito, que muito bem podiam ser monitorados na fonte, i.e., nas edições das grandes redes de tevê, bem como, por isto mesmo, dependiam também de recursos financeiros elevados para serem divulgados. Os magnicídios cometidos nos regimes comunistas soviético, chinês e cambojano puderam ser acobertados pela simples monitoração de uns poucos diplomatas e jornalistas para lá enviados e convenientemente cercados de cenas pré-fabricadas ou simplesmente subornados.

Entretanto, com a chegada do YouTube e outras facilidades semelhantes, basta um reles aparelho celular na mão de qualquer um para que em pouco tempo a notícia – ou a memória dela – sejam compartilhadas por milhares ou milhões de pessoas. É esta imensamente disseminada liberdade criada pelo capitalismo o que assusta o PT e o que faz propugnar pelo que chama de “controle social” dos meios de comunicação.

Não fosse por isto, de que outro modo poderíamos comprovar com os nossos próprios olhos a fala de Lula a se declarar contrariamente aos benefícios que deram origem ao bolsa-família, acusando os pobres de votarem “com o estômago”, e logo em seguida confrontar o mesmo protagonista em outra situação, desta vez como Presidente, a afirmar que tem gente que tem “raiva de pobre” e que chamam o benefício de esmola?

Será que, com a tevê pautada pelo partido hegemônico, teríamos o largo acesso às imagens de Dilma Roussef afirmando categoricamente ser favorável à legalização do aborto e logo em seguida confrontar tais imagens com as gravações recentes em que se finge de pia cristã devota do santo-do-pau-oco?

Como teríamos tido conhecimento da íntegra dos pronunciamentos do Pastor Piragine Jr, do Arcebispo da Paraíba, e das homilias dos Padres Paulo Ricardo e José Augusto? Só para constar, juntos, estes vídeos já ultrapassaram milhões de acessos, enquanto que absolutamente nenhuma rede de tevê os divulgou até o presente momento.

Tenho que o PT perdeu o timing para fazer a revolução tão esperada. Entrou um fator novo, a demonstrar por imagens auto-evidentes o que mil palavras não bastariam. Em 2002 e 2006, este fator novidadeiro já existia, mas não na profusão dos dias atuais.

Cuidado, ó jornalistas engajados e vendidos! Cuidado, ó jornalistas negligentes! Agora vocêm devem mostrar seus serviços, pois a falta deles…pode não fazer falta! Cuidado, enfim, ó brasileiros, eis que nunca tiveram tantos instrumentos à disposição para enxergar as mentiras, falcatruas e iniquidades perpetradas pelo Partido dos Trabalhadores e suas siglas congêneres.

Ações de Google e Apple iniciam na Bovespa com boa procura

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

Direto de TIINSIDE

As ações das gigantes de tecnologia Apple e Google começaram a ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F-Bovespa) nesta terça-feira, 5. Os papéis serão emitidos pelo Deutsche Bank, por meio das chamadas BDRs – Brazilian Depositary Receipts, certificados representativos de valores mobiliários emitidos por companhias abertas com sede no exterior.

Além de Google e Apple, mais oito grandes empresas estrangeiras passam a ser negociadas no mercado de capitais brasileiro: Bank of America Corporation, Arcelor Mittal, Goldman Sachs Group, Avon Products, Wal-Mart Stores, Exxon Mobil Corporation, McDonald’s e Pfizer, todas listadas em bolsas norte-americanas.

A BDR de “nível 1” é um certificado representativo de valores mobiliários de emissão de companhia aberta ou assemelhada, com sede no exterior. Dessa forma, é considerado investimento no exterior. Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, que no caso é o Deutsche Bank, sem qualquer participação das companhias. A negociação será no mercado de balcão organizado do segmento Bovespa.

Na estreia das ações das empresas estrangeiras, os investidores negociaram R$ 2,87 milhões, registrando 54 negócios com as chamadas BDRs. A BDR da Apple se destacou como a mais procurada pelos investidores, com dez negócios.

Monopoly Wars (X) – Motorola x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

Direto de TIINSIDE

A Motorola entrou com ação nesta quarta-feira, 6, contra a Apple na Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês) alegando que a companhia violou suas patentes. A ação também foi impetrada nas Cortes de Justiça Distritais do Norte de Illinois e do Sul da Flórida.

Segundo a Motorola, a Apple infringiu 18 de suas patentes para uso no iPhone, iPod Touch e iPad, assim como nos serviços associados a esses produtos. A fabricante afirma que entre as patentes estão a de comunicação sem fio, 3G e GPRS, além de tecnologias para smartphones como as de e-mail, software de gerenciamento de aplicação, serviços baseados em localização e sincronização de múltiplos dispositivos.

A Motrola quer que a ITC proiba a Apple de importar para os Estados Unidos os produtos que utilizam suas patentes, assim como solicita que os produtos que já foram importados sejam impedidos de ser vendidos no país. Além disso, a ela quer que a Apple deixe de utilizar as suas tecnologias e também pede uma indenização.

Microsoft pode comprar Adobe, diz jornal

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

Direto de TI INSIDE

O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, e o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, realizaram uma reunião fechada nesta semana para discutir diversa questões estratégicas envolvendo as duas companhias. E um dos principais assuntos abordados durante o encontro foi sobre como as empresas poderiam se juntar e ganhar força para rivalizar com Apple, especialmente no mercado de mobilidade. Entre as opções cogitadas pelas empresas está a aquisição da Adobe pela Microsoft, segundo informações do New York Times.

O jornal americano cita uma pessoa próxima ao assunto que disse que as duas empresas já haviam conversado sobre o bloqueio que o CEO da Apple, Steven Jobs, fez ao software Adobe Flash para seus dispositivos portáteis, e avaliado que uma parceria entre as empresas poderia dar musculatura a elas para combater a Apple, que continua a crescer de forma acelerada no mercado de mobilidade

Outra pessoa próxima das negociações explicou que a Microsoft havia cortejado Adobe há vários anos. Mas o acordo nunca passou de conversas informais e um dos motivos era o temor da Microsoft de que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) impedisse o negócio alegando infração às leis antitruste.

Chris Anderson anuncia a terceira revolução industrial

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 4 de julho de 2010

As idéias de Chris Anderson são bem válidas em um futuro muito próximo quando se fala de economia digital onde ele fala dos futuros dos preços em seu livro o Free (a versão nacional está aqui Anderson, Chris – A Cauda longa, lógico que o visionário do bens a preços zero não vai me processar por disponibilizar o livro grátis).

Em um futuro bem próximo ele propõe que parte dos preços dos bens e/ou serviços serão mantidos através de uma base instalada de pouco mais de 15% dos clientes, uma espécie de serviço Freemium (de graça, mas em versão premium).

Link para o vídeo: http://veja.abril.com.br/multimidia/video/chris-anderson-anuncia-a-terceira-revolucao-industrial

Monopoly Wars (VIII) – Adobe x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de junho de 2010

Em uma rápida passada no site da Wired, há uma curiosa propaganda da Adobe.

Para entender onde isso começou clique aqui.

Monopoly Wars (VI) – Federal Trade Comission x Intel

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Intel obtém suspensão de processo de investigação nos EUA

A Intel conseguiu suspender o processo de investigação por prática de monopólio impetrado pela Federal Trade Commision (FTC), órgão do governo dos Estados Unidos que investiga contratos comerciais e dados fiscais de empresas e pessoas físicas, até o dia 22 de julho. Segundo a fabricante de chips, o acordo, fechado na segunda-feira, 21, servirá para que a empresa consiga reunir todas as informações exigidas pelo órgão do governo americano e possa contribuir com as investigações. Os termos do acordo são confidenciais.

O processo, registrado na FTC em dezembro do ano passado, acusa a Intel de usar de sua posição de liderança no mercado para impor às fabricantes de computadores a compra de seus produtos, numa prática considerada anticompetitiva. O objetivo da ação, caso fique comprovado o uso de sua posição dominante, não é penalizar monetariamente a empresa, mas impor barreiras mercadológicas que a impeçam de continuar com as práticas monopolistas.

A Intel também é alvo do mesmo tipo de investigações no Japão e na Europa, sendo que nesta última região ela pagou US$ 1,45 bilhão para acabar com a ação por práticas antitruste.