Economia da Informação

A nova mina de ouro da web: Seus segredos

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 31 de julho de 2010

Nesta reportagem do Wall Street Journal há um importante contraponto no que se refere a questão da privacidade, onde, os consumidores ao invés se serem ‘conquistados’ pela a propaganda ética e justa onde não há abuso em questões como exploração do trabalho infantil, sustentabilidade e outros motes que geram comoção sociológica; estão sendo rastreados pelas as empresas na internet com a utilização de cookies e outros mecanismos de rastreamento.

Ecossistema de Rastreamento
Ecossistema de Rastreamento

Desde já é importante ressaltar que a escolha de ser rastreado por cookies é compulsória por padrão, ou seja, as configurações dos web browsers são definidas para permitir que os sites da internet coloquem os seus cookies na máquina do usuário.

A reportagem expõe que esses dados estão sendo vendidos para as empresas como forma de direcionamento de seus dados privados para empresas para realização de marketing dirigido.

Isso é mais ou menos, como a reportagem menciona ligar para uma pessoa e colocar um amigo na linha para escutar a conversa; ou mesmo, um hipermercado depositar uma caixa cheia de itens de alimentação básicos, mesmo antes de você entrar dentro da sua casa e abrir a dispensa.

O que fica é a reflexão por parte dos consumidores em relação às informações que disponibilizam para os websites, bem como dos setores legais que precisam propor políticas que defendam a intimidade dos consumidores para que estes tenham resguardados os seus direitos de imagem, privacidade e honra.

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What They Know

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FoxNews.com: Apple é uma religião e o Papa está assustado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Esse excelente artigo da TechCrunch ripado da FoxNews – a última rede de televisão jornalística que preste nos EUA diga-se de passagem – mostra uma analogia bem interessante sobre o fato da Apple torna-se uma religião em um futuro próximo devido a devoção de seus usuários.

O que é interessante de se colocar em pauta (além da ótima analogia que será abaixo inserida) é que a Apple que hoje de acordo com a Forbes é a marca mais valiosa do mundo, aproveitando-se principalmente de precificar, e, principalmente valorizar o design original de Steve Jobs.

A economia da informação se trata entre outras coisas em quantificar economicamente os ativos intangíveis (como por exemplo a experiência do usuário, versioning), e neste caso a Apple através de um aparato de propaganda quase que sufocante conseguiu chegar a um dos pontos mais altos do Vaporware, onde que para alguns (inclusive este postante) é nada mais do que a velha prática de vender fumaça, e ensacada por sinal.

Por mais que os produtos da Apple sejam revolucionários em seu conceito de touchscreen, não há como perceber que um gadget desenvolvido pela a empresa de Steve Jobs tornou-se um símbolo de um status de pessoa cult, pop ou até mesmo considerada ‘antenada’ (sic.) com a tecnologia; onde que na maioria dos casos as pessoas que compram esse tipo de aparelho com diversas opções de recursos multimídia, acabam usando no máximo 2 a 4 recursos; o que é pouco perto das possibilidades que o aparelho oferece. E em casos mais graves nos quais os geeks compram um aparelho com diversos tipos de limitações claras (iPad na ocasião do seu lançamento, que o próprio Jobs dizia que precisava de melhoramentos em suas configurações) ou com defeitos de natureza grave (as antenas e a limitação de recepção de sinal dos iPhone 4) poucas pessoas foram às lojas trocar o seu aparelho ou mesmo pedir manutenção; o que prova a tese de que muitos dos consumidores da Apple ao menos sabem o que vão fazer com o aparelho depois de adquirir.

Essa síndrome da obsolescência tecnológica auto-inflingida tem fundamentalmente como raiz o Vaporware puro e simples, exposto por um marketing de rede que muitas das vezes serve mais como desinformação, ao passo que se esconde atrás desse conceito de produtos ‘revolucionários’ (sic.) a agregação de um preço quase que absurdo  se for levado em conta a utilização útil dos gadgets da Apple.

Talvez isso não seja importante nesse exato momento, mas basta pensar na história das tulipas holandesas, e ver que esse é uma das origens das bolhas financeiras, a mesma que afundou a NASDAQ em 2000.

Fox News: Apple Is The New Religion And The Pope Is Scared

by MG Siegler

Jesus. Maybe literally.

Fox News has a long and illustrious history of saying some fairly outrageous things. A story today on FoxNews.com may be one of the best yet — certainly from a tech perspective.

The post entitled “For Apple Followers, It’s a Matter of Faith, Academics Say” argues that while people may joke about Apple being a religion (JesusPhone, etc), to some, it may actually be a religion. Better, they wonder if Apple shouldn’t pursue that path. Here’s Fox News’ keys as to why Apple is similar to a religion:

* Apple’s creation story epitomizes the humble garage origin of its technology — not unlike the humble manger of Jesus’ birth.
* Apple CEO Steve Jobs is perceived as a messianic leader who was fired but rose again to save the company.
* Apple has traditionally had an evil archenemy, the Devil, as represented first by Microsoft and now by Google.

Yes, Apple’s start in a garage is very similar to Christ’s birth.

They also note that the Pope is scared of such a religion because he once rhetorically asked if a savior was needed in a modern wired world. Clearly, that means Apple.

The story goes on to wonder if Apple — not some crazed Apple fanboys, mind you — might apply for religious status in the future. “Indeed, it would be interesting if Apple were to apply for such a status in the future.“

Naturally, the main impetus behind this farce is that the author can’t understand why people continue to buy iPhones even though they don’t work. Therefore, Apple must be a religion. “It’s not a matter of rationality, it’s a matter of faith,” the author argues.

Meanwhile, back on the planet Earth, the story remains the same. The iPhone 4 does indeed have an antenna issue, but it’s not a major issue in real world use. If it were a major issue, the millions of people who have bought the device over the past month would be returning it en masse. If something doesn’t work, you return it — it’s that simple. That isn’t happening.

So which argument makes more sense? Are the returns not flowing in because it’s really not a big deal — and overall the iPhone 4 is the best smartphone out there? Or is it because Apple is a religion?

Google na mira da Divisão Econômica da União Européia

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 8 de julho de 2010

Ao passo que as tecnologias da informação e comunicação vão adquirindo um alto grau de essencialidade na vida das pessoas, e dessa forma sendo parte quase que simbiótica da vida moderna; é de se respeitar que seja aberta por parte dos setores governamentais dispositivos de regulação, mais especificamente, os dispositivos legais para regular as estruturas de mercado.

A computação na sua forma mais pueril de verossimilhança atinge o intangível nas suas mais diversas formas (Nota do autor: para quem acha que análise e desenvolvimento de sistemas computacionais é mera matemática, faça o exercício de tentar abstrair um sistema simples de registro de notas e verá o quão difícil é implementar esse modelo no mundo ‘real’) através da abstração, que é muitas das vezes difícil de se mensurar o impacto de determinada tecnologia, e até que ponto ela passa a ter o grau de essencialidade o bastante para ser considerada um problema em caso de concentração de mercado.

Esse pequeno prólogo serve para apresentar o problema que a União Européia vem tendo em relação as Search Engine Optimization (SEO), mais especificamente o Google que através de suas ferramentas e inovações através de algoritmos de buscas muito eficientes detém aproximadamente 76% dos acessos como motor de busca no velho continente. E essa é a temática da investigação que a União Européia vem procedendo contra a empresa de Mountain View.

É esperar o rumo das investigações e aguardar o bom senso das autoridades para que seja emanada uma decisão pautada no equilíbrio de mercado e nas boas práticas comerciais, doa a quem doer.

PARA LER

ALAZRAKI, Melly. Google Faces New EU Antitrust Allegations. Disponível em << http://www.dailyfinance.com/story/investing/google-faces-new-eu-antitrust-allegations/19544674/ >> Acessado em 8 Jul 10.

THE ECONOMIC TIMES. Google in EU antitrust crosshairs. Disponível em << http://economictimes.indiatimes.com/infotech/internet/Google-in-EU-antitrust-crosshairs/articleshow/6140904.cms >> Acessado em 8 Jul 10.

MYSLEWSKI, Rik. EU examines Google antitrust complaints ‘very carefully’. Disponível em << http://www.theregister.co.uk/2010/07/07/google_eu_probe_may_soon_be_announced/ >> Acessado em 8 Jul 10.

Gaudin, Sharon. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9178952/EC_exec_says_Google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

VALENTINO-DEVRIES, Jennifer. Q&A: What Does Europe’s Antitrust Inquiry Into Google Mean? Disponível em << http://blogs.wsj.com/digits/2010/02/24/qa-what-does-europes-antitrust-inquiry-into-google-mean/ >> Acessado em 8 Jul 10.

BRADSHAW, Tim; TAIT, Nikki. Brussels to look closely at Google probe.  Disponível em << http://www.ft.com/cms/s/2/e2e24334-89e9-11df-bd30-00144feab49a.html >> Acessado em 8 Jul 10.

COMPUTERWORLD. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.techworld.com.au/article/352451/ec_exec_says_google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

GAUDIN Sharon. Google’s antitrust probe could prove distracting, analysts say. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9161798/Google_s_antitrust_probe_could_prove_distracting_analysts_say >> Acessado em 8 Jul 10.

HOLTZ, Julia. Committed to competing fairly.   Disponível em << http://googlepolicyeurope.blogspot.com/2010/02/committed-to-competing-fairly.html >> Acessado em 8 Jul 10.

Monopoly Wars (VIII) – Adobe x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de junho de 2010

Em uma rápida passada no site da Wired, há uma curiosa propaganda da Adobe.

Para entender onde isso começou clique aqui.

Calça de Veludo…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de junho de 2010

Esse artigo da revista Época Online retrata de maneira quase que cirúrgica o momento atual da Google Inc. no mundo dos negócios, em especial, a sua forma de angariar o status da maior empresa de tecnologia do mundo.

Não se trata apenas de ser do contra (no final olhem o comentário quase que fanático de um leitor) as formas de negócios da Google, qualquer uma empresa pode ter assim como a Microsoft, a Dell, a Apple entre outros; mas sim o engodo no qual a imagem da Google Inc. passa através de um embuste cool midiático, onde os seus desenvolvedores e analistas pedem para confiarmos cegamente no seu slogan interno do “Don’t be evil!”.

Na reportagem essa técnica de sedução está em um patamar quase que monopolístico, o que torna a Google Inc., um problema no ponto de vista legislativo. É esperar e ver o que acontece, já que diversos orgãos anti-truste estão de olho nas práticas da Google Inc.

Duas ou três coisas sobre o Google (trecho)

O deslumbramento da mídia com a empresa mascara seu real negócio monopolista. A crise com a china só aumentou o fascínio
Por Caio Túlio Costa*

O mundo se ajoelha frente ao Google. O conglomerado que lhe dá forma conquistou em 12 anos de vida um deslumbramento geral. O fascínio se ampliou com o recente embate entre o Google e o governo chinês. Este embevecimento é mais fácil de ser percebido nos meios de comunicação, tanto na mídia clássica (televisões, jornais, revistas, rádios) quanto nos veículos da nova mídia (portais, sites, blogs, posts, comentários). Como o maniqueísmo faz parte do DNA da mídia, ambas, a clássica e a nova, trafegam numa via de mão dupla: santificam ou demonizam. No caso do Google, ele caminha para a canonização em vida.

O público internauta que manipula seu mecanismo de busca ou suas ferramentas de rede social tem com ele uma relação utilitária. Usa-o sem necessitar refletir acerca de seu valor como farejador de dados, documentos, pessoas, imagens, vídeos… Procurou, achou. As autoridades, democráticas ou autoritárias, têm o Google sob estrita vigilância, por conta dos problemas ligados às invasões de privacidade, pedofilia, pornografia, grupos de ódio, em especial no YouTube e no Orkut – e mais ainda no Brasil, onde este último ganhou sua maior popularidade. Mas o Google não é apenas o que aparenta ser. Certa feita, questionado sobre os pilares que norteiam o concorrente Yahoo! – busca, personalização, comunidade, informação – e indagado sobre os pilares do Google, o seu homem forte comercial, Omid Kordestani, saiu-se com essa: “Nós dizemos que organizamos a informação em rede mundial. Bobagem! Nós somos é uma empresa de publicidade!”.

Caiu a ficha? Quando você entra no Google e digita a palavra “carro”, receberá uma página de resultados com várias indicações sobre carros. Atente: o primeiro resultado pode ser um link patrocinado em fundo colorido, um anúncio em forma de texto. Do lado direito da página vão aparecer outros anúncios empilhados, todos em forma de texto e que remetem a carros: novos e usados, lançamentos da indústria automobilística e pequenas mensagens publicitárias antes cativas da indústria de classificados. Se você quiser vender seu automóvel e se dispuser a pagar algum dinheirinho para o Google, o seu anúncio pode aparecer ali do lado direito da página.

Essa descrição é banal para quem conhece o mecanismo. O que não é banal é o ganho do Google com esses pequenos anúncios desde que passou a vender palavras-chave na sua busca, em 1999. De uma empresa nascida sem modelo de negócio, acabou catapultada à liderança do mercado de propaganda. Arrebentou com o mercado tradicional de anúncios e praticamente criou um monopólio na busca em rede. Utilizou para tanto uma extraordinária inteligência no uso da força de trabalho (gratuita!) dos internautas. Eles o ajudam a confeccionar o mais poderoso banco de dados do planeta.

A coisa funciona mais ou menos assim: ao se pressionar em qualquer resultado de uma busca, o endereço clicado vai para um banco de dados. Assim, de clique em clique, a empresa vai formando uma lista de endereços e contabilizando automaticamente quem aparece mais, ou seja, qual tem mais relevância, quantas vezes e em quantas páginas existe aquele mesmo endereço, quantos links existem nas páginas da internet que direcionam para ele. Relevância é a palavra, o coração do mecanismo. Quanto mais cliques, quanto mais links apontam para um endereço, mais esse endereço tem importância e mais em cima ele vai aparecer nos resultados da busca – porque ele é mais relevante.

O que os meninos do Google (Sergey Brin e Larry Page) conseguiram conceber, e milhares de engenheiros contratados por eles conseguiram aperfeiçoar, foram os algoritmos capazes de revelar essa relevância e devolver resultados pertinentes. Isso é aprimorado a cada dia. Ao mesmo tempo, uma espécie de robô bate de porta em porta nos sites da rede e indexa no banco de dados do Google, formado por milhares de servidores, todas as palavras de todas as páginas abertas na rede. Simples?
Líder em propaganda, o Google usa o trabalho (gratuito) dos internautas o Google aceitou a censura na China para liderar. Não conseguiu

Não. Até aqui, ninguém, nenhuma companhia que tenha investido em busca conseguiu algoritmos tão poderosos. Desde seu nascimento, o Google foi deixando para trás empresas como Excite, Lycos, AltaVista, Inktomi, Ask Jeeves, Overture (a criadora da busca paga), Yahoo! e até o mais recente Bing (da Microsoft). Algumas dessas marcas soam hoje pré-históricas para quem conhece a internet desde o seu nascedouro comercial, nos idos de 1995. Nada dizem (exceto Yahoo! e Bing) para a geração de agora e para quem o Google é o mais natural mecanismo de busca que se possa imaginar.

A empresa não ultrapassou apenas os competidores na indústria dos motores de busca. Também deixou para trás monumentos empresariais. Dá um trabalho danado para as agências de publicidade, tritura o mercado de classificados dos jornais (olhe como diminuiu o peso do seu jornal de domingo), destrói concorrentes na nova mídia, como a America Online, e supera de longe, em valor de mercado, tiranossauros da mídia clássica, como a Time Warner, a Disney ou a News Corporation – para ficar em três das maiores empresas de mídia do planeta.

Como fazer dinheiro com vídeos online

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 12 de abril de 2010

Direto de Techcrunch.

Muitas das vezes, vemos através de propaganda ideológica sugestões de modelos de negócios para diversos serviços de internet. Partidários dessas opiniões abrem mão de coisas como privacidade, liberdade autoral, e direito de propriedade intelectual para sustentar o fenômeno da web 2.0. Porém, o que não é dito nestes discursos é que as mais diversas formas em que as firmas digitais sapateiam como Gene Kelly em Cantando na Chuva aos seus lucros altíssimos sobre um conteúdo que não produzem, e que se submete ao escravagismo proprietário quando concede totalmente os seus direitos.

O infográfico abaixo retrata bem como o capitalismo digital está tripudiando sob o discurso do socialismo digital através da web 2.0.

Fonte: Techcrunch

Fonte: Techcrunch

PARA LER:

TECHCRUNCH. How To Make Money In Online Video. Techcrunch Website. Disponível em << http://techcrunch.com/2010/02/07/how-to-make-money-online-video/>> Acessado em 12 Abr 10 às 11h00.

Monopoly Wars (I) – Microsoft x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de abril de 2010

Direto do front…

Info Online – Google rouba sua privacidade, diz Microsoft

10 anos depois da Bolha da NASDAQ: Qual bolha estamos inflando?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de abril de 2010

No dia 10 de março fez 10 anos em que a NASDAQ alcançou 5,132 pontos; fato esse que foi o auge da cotação das empresas ponto.com. Só para se ter uma idéia da diferença, no mesmo 10 de março de 2010 o índice fechou em 2,352 pontos.

O que aconteceu posteriormente é de conhecimento público, mas ficam lições importantes de que como os princípios econômicos sempre se sobressaem a histeria tecnológica, esta última tão alardeada por entusiastas de tecnologia, que definem gadgets como tecnologia.

A histeria de 10 anos atrás, se transfere nos dias de hoje na esperança e fé (dogma tecnológico) de que gadgets vão matar os livros, os professores, as universidades, o trânsito, e as relações humanas.

A bolha existe, mas não é financeiro-tecnológica, e sim tecnológico-humana; onde promessas baseadas em um marketing semi-messiânico (Vide iPad, e Twitter) colocam as mais diferentes relações – sejam elas humanas, econômicas, estudantis, relacionais e sociais – como mero atrito social que impedem o desenvolvimento do progresso humano.

A Economia da Informação não trata apenas do que tange a tecnologia e os preceitos econômicos na era da informação, ou da economia de rede; mas, além disso, trata de questões humanas onde o objetivo é equilíbrio econômico através da disponibilidade da informação como um bem, na qual esta, quando é dividida simultaneamente se multiplica nos mais diferentes segmentos seja no aspecto educacional, produtivo, e comercial; no qual não há espaço para especulação, seja a financeira que mina o processo comercial e produtivo; seja a especulação sobre os rumos do desenvolvimento humano que mente ao retirar a humanização das relações sobre um véu de uma informatização supérflua.

10 de março de 2000 não retrata apenas o auge da especulação financeira sobre a tecnologia, mas sim convida-nos a realizar uma reflexão de que tipo de sociedade estamos construindo, em especial no sentido humano-técnológico de nossas relações econômicas, comerciais, produtivas e humanas; para não criarmos outra bolha; mas esta agora do desenvolvimento humano.

PARA LER

STEFFENS, Flavio. 10 anos da bolha da Internet. Site AgileWay. Disponível em << http://www.agileway.com.br/2010/03/25/10-anos-da-bolha-da-internet/#more-765 >> Acessado em 01 Abr 10 às 12h15.

LECKART, Steven; HONAN, Mathew. 10 Years After: A Look Back at the Dotcom Boom and Bust. Wired Website. Disponível em << http://www.wired.com/magazine/2010/02/10yearsafter/all/1 >> Acessado em 01 Abr 10 às 06h27.

CRUM, Rex. TECH STOCKS: Tech Stocks Rise On Internet Bubble Anniversary. NASDAQ Website. Disponível em << http://www.nasdaq.com/aspx/stock-market-news-story.aspx?storyid=201003101032dowjonesdjonline000451&title=tech-stockstech-stocks-rise-on-internet-bubble-anniversary >> Acessado em 01 Abr 10 às 06h27.

PEREZ, Carlota. Technological Revolutions, and Financial Capital: The Dynamics of Bubbles and Golden Ages. Edward Elgar, Cheltenham, United Kingdom, 2002.

Google e a ameaça do monopólio da informação

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de fevereiro de 2010

Um tema bastante recorrente na era da Economia Digital é a ameaça do monopólio da informação, mais especificamente em relação às Search Engine Optimization (SEO) que são os motores de busca na internet.

Como já foi colocado neste espaço anteriormente, há uma preocupação em relação aos monopólios na economia digital, e a União Européia através de diversos estudos no que tange a aplicabilidade das leis anti-truste está se movendo para combater desde o navegador inoportuno instalado automáticamente através do sistema operacional, até um portal de buscas que apresenta resultados que ofuscam os demais concorrentes ou mesmo distribuí livros gratuitamente – e com intereses comerciais- sem qualquer autorização dos autores. É um assunto que ainda vai ser bem debatido nos próximos anos.

PARA LER:

Tiago Dória – Alguém sempre paga a conta da internet

Estadão – Europa avalia queixas contra Google‏

Estadão – UE pede explicações a Google por acusações de prejudicar concorrência

Informação x Propaganda

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de janeiro de 2010

Não que eu goste da linha editorial da Folha de São Paulo, mas essa propaganda de 1987 é bastante atual quando falamos da confiabilidade da informação,e principalmente de omissão. Surpreendente o filme.