Economia da Informação

Time For A New Software Economy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 16 de julho de 2011

Monopoly Wars (X) – Microsoft x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 2 de abril de 2011

Ótimo site – Fanboys de Linux

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 29 de janeiro de 2011

Para quem está cansado de ouvir falar sobre software livre na administração pública e economia de recursos e afins, este site relata de maneira nem ortodoxa os principais problemas das distribuições Linux.

Monopoly Wars (XI) – Microsoft x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De Olhar Digital

Microsoft x Apple: quem ganha esta batalha?

Site reuniu diversos relatórios feitos por empresa de tendências do uso da internet e fez algumas previsões sobre o mundo tecnológico do futuro

Segunda-feira, 25 de outubro de 2010 às 15h50

Quando se trata de Microsoft e Apple, a batalha é acirrada para determinar quem está ganhando no mundo tecnológico. No uso de computadores, por exemplo, a Microsoft está à frente. No entanto, a Apple passou a construir um negócio lucrativo após o outro. Mas e quanto ao uso de internet vindo de aparelhos das duas companhias?

O site ZDNet analisou diversos relatórios feitos pela Net Market Share, uma empresa que fornece dados sobre tendências de uso da internet, sobre desktops e plataformas móveis durante o período de novembro de 2007 e outubro de 2010. Confira abaixo as tendências analisadas pelo site de tecnologia.

Windows XP continua em declínio constante. Em 2008 mais de um ano após o lançamento do Windows Vista, os usuários continuavam utilizando o XP. Menos de 10% substituíram a plataforma e cerca de 5% de todos os PCs Windows estavam utilizando versões anteriores ao XP. No entanto, a história mudou quando o Seven foi lançado. Nesse período, o número de usuários utilizando XP caiu mais de 20% em dois anos e continua caindo, da mesma forma que usuários de versões anteriores ao XP.

Apesar disso, não há evidências de que haverá um abandono significativo da plataforma Windows no mercado. A fatia de mercado de PCs com Windows caiu nos últimos dois anos e meio de 95.4% para 91.1%. Apesar disso, a queda não está relacionada somente ao Windows, mas sim a todos os sistemas operacionais. O uso do Linux, por exemplo, caiu de 1.08% para 0.85%. já o OS X manteve: de 5.26% para 5%.

A Apple apostou em campanha publicitária de maneira agressiva para o OS X. Enquanto a Microsoft estava sofrendo com o Windows Vista e sua pequena faixa de adesão no mercado de plataformas, a Apple apostou em campanha publicitária para o OS X. O resultado foi um crescimento para mais de 5% no ano passado, apesar de ter estagnado a partir deste momento (o que poderia explicar a campanha da Apple “Volte para o Mac” lançada há alguns dias). Porém, a cota global da Apple na internet continua a subir graças aos dispositivos móveis da empresa, como é o caso do iPhone e iPad.

A internet móvel está crescendo em um ritmo absurdo. Em 2007, o tráfego da internet vindo de dispositivos móveis foi quase inexistente (0.09%). Hoje, aparelhos móveis correspondem a cerca de 3% do tráfego global de internet, seguindo um crescimento de duas vezes a cada oito meses. Nesse quadro, o tráfego da internet vindo da comunidade mobile chegará a mais de 20% nos próximos dois ou três anos.

A Apple ganha da Microsoft quando o assunto é dispositivos baseados no iOS. No quesito dispositivos móveis, a Apple lidera a categoria com 42% de todo o tráfego da internet, seguido por uma plataforma Java, a Java Micro Edition (ME), que possui 37% do mercado – provavelmente sendo executada principalmente em aparelhos Nokia. Em terceiro lugar está o Symbian (11%) e em quarto o Android (8%).

O mercado de dispositivos móveis que assume tarefas que antes eram feitas por computadores está crescendo e, como exemplo disso, a própria Microsoft lançou o Windows Phone 7 em uma tentativa de abraçar este mercado de maneira satisfatória – e superar a Apple neste mercado.

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Monopoly Wars (X) – Bing x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de PC WORLD

Bing investe em integração com Facebook e Google quer a sala de estar; buscas chegam a cenários ainda não explorados e esta é a chance da Microsoft.

A guerra dos buscadores está, novamente, esquentando. Mas, ao contrário das batalhas anteriores, os dois principais concorrentes, Bing e Google, adotaram diferentes estratégias para conquistar o usuário. Enquanto o serviço da Microsoft aposta na integração com o Facebook, a companhia de Mountain View investe em mercados adjacentes, com o seu Google TV e o Chrome OS – sistema operacional para netbooks.

Não estamos falando de resultados em tempo real, recursos 2.0 ou aprimoramento de algoritmos; pela primeira vez, cada marca escolheu terrenos distintos para vencer a disputa. Quem se sairá melhor? Para descobrir isso, os olhos não devem mais se limitar ao computador, pois smartphones, televisões e redes sociais entraram no jogo.

FaceBing
O Bing anunciou na última quarta-feira (13/10) que algumas funcionalidades do Facebook seriam exibidas nas pesquisas do serviço – o que inclui os populares “curti” da rede. Se, por exemplo, o usuário procurar pelo filme Star Wars, poderá ver quantos de seus amigos apreciaram algum site que trata sobre a obra.

O Google tem uma ferramenta parecida, mas esta exibe as atualizações de redes como Twitter e Digg, além de serviços da própria empresa, como Gmail e Reader. Ainda assim, as recomendações do Facebook são diferentes, pois se espera que os contatos dele sejam mais íntimos do usuário que os seguidores do microblogging.

Google em outras frentes
O Google está tentando chegar a outras áreas para além da Web. Seu próximo alvo é a sala de estar, com o Google TV. Ele tenta unir a televisão à Internet, ou seja, os usuários passariam a usar a busca da empresa também nos televisores. O objetivo final seria: o que fosse pesquisado pelo aparelho, pudesse ser exibido instantaneamente na tela, de filmes a shows de música.

Os dispositivos móveis seriam a outra aposta da empresa, não só os smartphones com Android, mas também os netbooks com Chrome OS. Esse sistema operacional deve chegar até o fim do ano e transferiria todas as principais atividades do usuário no computador para a Internet; em vez de Office, Google Docs; nada de visualizador de fotos, força para o Picasa; games? Use o browser. E procure tudo, de fotos a documentos, a partir do buscador da companhia.

A Microsoft, por outro lado, já tem espaço garantido nesses dois setores. O principal competidor do Chrome OS é, lógico, o Windows – desde o XO até o 7. Quanto ao Google TV, a empresa de Steve Ballmer também tentou chegar à sala dos usuários. Primeiro veio o Media Center; falhou. No entanto, obteve sucesso com o Xbox 360, e continua adicionando recursos ao console. Um possível Bing TV, incorporado ao aparelho, portanto, não seria nada impossível.

As duas gigantes, assim, querem se tornar o centro do mundo digital de seus clientes. Desejam controlar tudo, promovendo em seus produtos os mecanismo de busca que administram, as redes sociais que apóiam, as músicas e filmes que comercializam.

Um choque de realidade: Google ainda domina
O Bing luta para se tornar um competidor à altura do Google, pois ainda está longe de alcançá-lo. Na última quarta-feira (13/10), a comScore divulgou que, nos EUA, a companhia de Mountain View foi responsável por 66,1% das pesquisas feitas na Web no mês de setembro. O Yahoo ficou em segundo, com 16,7%, e o buscador da Microsoft em uma distante terceira colocação: 11,2%.

Comparando esses índices aos de maio de 2009, no entanto – quando o Bing ainda se chamava Live – verificaríamos que o mecanismo de busca da Microsoft está crescendo. Ele aumentou sua participação em 2,9%, mais que o dobro do Google, que progrediu em 1,2%. Mesmo assim, ainda é pouco. Nos Estados Unidos, poderíamos somar a participação do Bing com a do Yahoo – pois ambos atuam juntos no país – e, não obstante, teríamos apenas 27,9%. De fato, nas buscas nos computadores, o Google está muito na frente.

Aparentemente, as batalhas serão mais equilibradas em outros setores. Se nos PCs, o Google domina, na sala de estar, nas redes sociais e nos dispositivos móveis, a disputa acabou de começar. É a chance que o Bing tem para crescer e, se a Microsoft quiser ameaçar sua rival, não poderá desperdiçar essa valiosa oportunidade.

(Ian Paul)

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Aqui, a Microsoft ameaça o Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

De ISTO É DINHEIRO

A empresa de Bill Gates vinha perdendo espaço para os rivais do Vale do Silício, mas pode dar o troco onde seria mais improvável: nos mecanismos de busca. E tem como aliado o Facebook e o Yahoo! Por Bruno Galo

Enfrentar o Google não é uma tarefa fácil. Mas se há um Davi com os cofres cheios o suficiente para encarar o Golias das buscas, ele é a Microsoft. A obsessão da empresa de Bill Gates é antiga. Ela já tentou de tudo para desbancar a rival. Em maio de 2008, anunciou até que pagaria a quem usasse o seu buscador.

A tática não surtiu efeito. As coisas só começaram a mudar no início do ano passado, com a contratação do engenheiro chinês Qi Lu (pronuncia-se Chi-Lu). Com ele à frente do Bing, o atual buscador da Microsoft, lançado em maio do ano passado, finalmente começou a assustar o Google.

“O Bing é um buscador altamente competitivo”, admitiu recentemente Eric Schmidt, CEO do Google, em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal. “O Bing, e não a Apple ou o Facebook, é o nosso principal concorrente.”
 
É verdade que o Google ainda está muito à frente em participação de mercado em relação ao Bing. Nos EUA, tem mais de 60% da preferência dos internautas. O Bing, pouco mais de 11%. Há mais de um ano, era menos de 8%, um indício de que cresce, mesmo que lentamente. Quando a parceria com o Yahoo começar a valer, terá quase 30%.
 
Mas o que de fato surpreende, na curta história do buscador da Microsoft, é que ele está inovando e, inclusive, sendo copiado pelo todo-poderoso Google. O primeiro sinal foi sutil, embora surpreendente.
 
Em junho, o gigante das buscas passou a permitir a mudança da imagem do seu plano de fundo. Saiu a tradicional página inicial branca com a minimalista caixa de busca, marca tradicional do Google, e pode entrar no lugar uma fotografia, exatamente como faz o rival Bing (um exemplo é a foto de fundo que ilustra esta reportagem).
 
Em julho, a busca de imagens aposentou o texto e a necessidade de ficar mudando de página, por uma barra de rolagem infinita, coisa que o Bing faz há tempos. No mesmo mês, o Google comprou a empresa ITA Software, por US$ 700 millhões, para melhorar a forma como informações sobre voos são organizadas, um dos pontos fortes do buscador da Microsoft.

É exatamente em nichos específicos, como o das passagens, que o Bing vem se destacando. Na prática, além de buscas mais organizadas, ele apresenta resultados relevantes para quem pesquisa o preço de um produto, planeja uma viagem ou procura um restaurante, entre outros itens.
 
A má notícia – pelo menos para os brasileiros – é que nada disso ainda está disponível no Brasil. Nos EUA, a cartada nais ousada e promissora do Bing é uma aliança com a rede social Facebook.
 
“Com certeza, essa parceria é significativa e pode mudar os hábitos dos internautas em termos de busca”, disse à DINHEIRO Alex Banks, vice-presidente da comScore para a América Latina, empresa americana que mede a audiência de sites na web.
 
Pela parceria, o Bing vai poder usar o conteúdo da maior comunidade online do mundo, com mais de 550 milhões de usuários, em seus resultados de buscas. Esse é um terreno a que o Google não tem acesso.
 
O acordo é um grande passo rumo à “busca social”, no qual os resultados são influenciados pela opinião dos nossos amigos. “Não tenho dúvida de que essa integração irá revolucionar as buscas”, declarou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. Copiar o Bing não será tão fácil desta vez. Afinal, a Microsoft é sócia do Facebook, que pode barrar – e já faz isso – o acesso do Google ao seu conteúdo.
 
Por trás de todas essas novidades do Bing está a grande arma da Microsoft: a mente criativa de Qi Lu. O desafio de superar o Google não é nem de longe o maior na vida desse chinês viciado em trabalho, que acorda às 3 horas da manhã e raramente deixa a sede da Microsoft antes das 22h.
 
A criança pobre criada pelos avós em uma aldeia rural sem eletricidade ou água corrente na China se tornou doutor em ciência da computação, com passagens pela IBM e Yahoo!. Os colegas de trabalho costumam dizer que sua inteligência só é equiparada à disciplina no trabalho.
 
Agora, para fazer o Bing crescer de forma mais rápida, ele conta com outra parceria. A partir de agosto o Bing passou a ser a tecnologia de buscas dos sites do Yahoo!. O acordo será válido por dez anos e a integração dos sistemas deve estar concluída em 2012. Eis a Microsoft, no melhor estilo “unidos venceremos”, decidida a destronar o Google.

Monopoly Wars (XI) – Microsoft x Google/Yahoo

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de agosto de 2010

Direto de Techcrunch

Microsoft quer impedir acordo entre Google e Yahoo Japão na Justiça

A Microsoft pretende fazer tudo o que está em seu alcance para impedir ao acordo entre o Yahoo Japão e o Google. Segundo comunicado enviado pela fabricante de software ao All Things Digital, blog de tecnologia ligado ao Wall Street Journal, a companhia assegurou que tomará medidas judiciais para acabar com o acordo e garantir sua participação no mercado japonês de buscas pela web.

No comunicado, a empresa afirma que “apresentará à Comissão para Justa Competição do Japão (JFTC, na sigla em inglês) evidências de que o acordo [entre Google e Yahoo Japão] é substancialmente pior para o mercado de buscas do que a parceria entre o Google e o Yahoo nos Estados Unidos e Canadá, em 2008, considerada ilegal pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ)”.

De acordo com a fabricante de software, o acordo assinado entre as duas empresas de internet há dois anos foi barrado porque abocanharia cerca de 90% do mercado de publicidade em buscas. No caso japonês, defende a Microsoft, o Google responderá por quase 100% das buscas realizadas no país, tanto pagas quanto gratuitas.

Segundo o blog, no entanto, o maior problema para a Microsoft neste momento é que, além de sua fatia no mercado japonês de buscas ser infinitamente menor que a do Google ou que a do Yahoo Japão, a JFTC já fez declarações favoráveis à parceria e já deu a entender que não interferirá no negócio (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A fabricante de software, preocupada com o que o acordo pode fazer com o Bing no Japão, afirmou que provará como a parceria dará ao Google “total controle sobre as vidas pessoais e profissionais de todos os japoneses”.

Brasil perde US$ 2,25 bilhões com pirataria de software

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de maio de 2010

De TIINSINDE

O prejuízo do Brasil com pirataria de software cresceu 36%no no passado, o que o coloca como o terceiro no ranking dos países com as maiores perdas em decorrência do comércio ilegal de programas de computador, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos, segundo relatório anual da Business Software Alliance (BSA), divulgado nesta terça-feira, 11.

De acordo com o estudo, a pirataria de software no país movimentou US$ 2,25 bilhões no ano passado, contra US$ 1,65 bilhão em 2008. Apesar do crescimento da cifra, o uso de software ilegal teve uma redução de 2%, de 58% para 56%, na comparação anual.

Monopoly Wars (V) – Microsoft x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de maio de 2010

Direto de TI INSIDE ONLINE

Microsoft acusa Google de quebra de patente no Android

[…]A Microsoft acusou o Google de infringir alguns dos seus termos de propriedade intelectual no Android, sistema operacional móvel de código aberto desenvolvido pelo site de buscas. Em entrevista ao site de notícias especializado em telecomunicações CNet, o conselheiro geral de propriedade intelectual da fabricante de software, Horacio Gutierrez, declarou que o Google usou tecnologia patenteada para desenvolver o sistema operacional para celulares, e que já está em busca de acordos com “algumas fabricantes de celulares”.

O primeiro desses acordos de patentes foi firmado com a HTC e prevê que a fabricante taiwanesa de celulares pague royalties à Microsoft pelo uso de tecnologia patenteada pela companhia e presente nos celulares da HTC que são equipados com o Android.[…]

Campanha contra violação de direito de propriedade de software

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 10 de abril de 2010

É um comercial um pouco antigo da Microsoft, onde ela explicita no aspecto corporativo os riscos de software pirata.

No ano de 2005 tive a oportunidade de participar de um programa de instalação de software livre em uma média empresa, onde esta previamente tinha sido condenada e multada em aproximadamente três milhões de reais por uso comercial de software proprietário pirateado. E fica o alerta: Não tem dinheiro para uma licença original, instale o software livre; além de ser legal é uma ótima oportunidade de aprender coisas novas.