Economia da Informação

Requiem for a Dream… Era uma uma vez na China…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de março de 2010

Direto do site oficial do Google: A new approach to China

Era uma vez uma empresa chamada Google Inc. que desejava altos índices de lucratividade em um país em franco desenvolvimento econômico, mas com problemas de natureza grave em relação a respeito aos direitos humanos e políticos; mas mesmo assim essa empresa quis jogar o jogo do comércio.

Mas no meio do caminho havia a invasão… Havia uma invasão no meio do caminho. Endossada por organizações que vão desde concorrentes comerciais, até setores ‘oficiosos’ do governo chinês, a empresa que tudo acha, que tudo vê, que tudo responde, viu-se nua diante da sua impotência diante da perda de sua… Hum vejamos… Privacidade! Esta mesma tão reclamada por muitos setores que vão desde autores de livros até cidadãos que tiveram suas casas ‘singelamente’ fotografadas para uma base de dados. Era uma uma vez na China… Era uma vez a Google…

PARA LER

DRUMMOND, Davi. A new approach to China. GOOGLE OFFICIAL BLOG. Disponível em << http://googleblog.blogspot.com/2010/01/new-approach-to-china.html >> Acessado em 27 Mar 10 às 11h12
FOLHA ONLINE. Japoneses pedem que Google pare de mostrar imagens de cidades. Disponível em <<http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u481422.shtml >> Acessado em 27 Mar 10 às 11h22
FONLHA ONLINE.Google retira imagens “embaraçosas” do Street View na Inglaterra. Disponível em << http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u538100.shtml>> Acessado em 27 Mar 10 às 11h00
FOLHA ONLINE. Juíza inocenta Google em caso de violação de privacidade nos EUA. Disponível em <<http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u506257.shtml >> Acessado em 27 Mar 10 às 11h03
FOLHA ONLINE. Casal dos EUA processa Google por imagens do Street View. Disponível em << http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u389141.shtml >> Acessado em 05 Mai 08 às 07h55

Entrevista: o paradoxo da produção de cinema digital no Brasil

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de março de 2010

Extraído de IDG Now

Em entrevista ao IDG Now José Augusto De Blasiis que trabalha no setor de produção cinematográfica a 27 ano coloca um adendo em relação à produção de cinema digital.

Na entrevista fica clara as dificuldades para tocar um projeto, especialmente sem financiamento; onde prova mais uma vez que não há almoço grátis quando falamos de produção de conteúdo intelectual, seja ele um curta-metragem de baixo custo  – ao melhor estilo filme trash vide PEPA Filmes – ou um longa em que envolve custos com casting, produção, efeitos cinematográficos, entre outros.

Uma observação, é que os verdadeiros produtores de conteúdo têm um discurso muito menos combativo do que os defensores da ‘liberdade’ dos direitos autorais. Isso deve ser a fato de que eles estão mais preocupados em construir conteúdo do que brigar para compartilhar o que é dos outros.

Um trecho da reportagem do IDG Now:

O que significa fazer cinema digital hoje no Brasil?
Exatamente a atuação em três áreas: captação, pós-produção e exibição. Vivemos em um processo de transformação, e o mais consolidado até agora é a pós-produção.

Qual a principal diferença entre o processo de produção digital e o de película?
Não existe diferença. Os cuidados da produção são exatamente os mesmos. Com o digital, é necessário tomar algumas precauções em relação à textura dos cenários, maquiagem dos atores e imagem estourada, entre outros fatores. A chance de tudo virar “fake” nesse tipo de produção é maior.

Quais as vantagens e as desvantagens do sistema digital no cinema?
Para uma produção pequena ou média, o custo dos equipamentos e a acessibilidade em relação ao material são melhores. Mas vivemos em um período de cinema de edital. O projeto deve ter viabilidade econômica, e isso só se consegue hoje com grandes produtos e casting global.

É impossível comparar os projetos sem classificá-los em formato, tema etc. Isso é o que acontece no Brasil. Produções pequenas são desfavorecidas.

O cinema digital facilita a entrada de mais cineastas no mercado?
Sem dúvida alguma. Primeiro vem a vontade de fazer e a capacidade de vislumbrar a produção. Com a chegada do vídeo, os cineastas tiraram da cabeça aquela ideia de que só se é profissional quando se filma em película. Com a possibilidade dos filmes digitais, a produção aumentou muito.

A informação como combustível da economia

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de março de 2010

Do Estadão: Murdoch cobrará por acesso a site do Jornal The Times.

Entra em testes o pagamento por conteúdo do jornal The Times, onde de acordo com a matéria do Estadão:

“[…]Os leitores terão que pagar 1 libra esterlina por dia de acesso às notícias pela internet (o mesmo preço do jornal impresso em dias de semana) ou 2 libras para uma assinatura de uma semana. Dois novos sites (www.thetimes.co.uk e www.thesundaytimes.co.uk) substituirão o atual Times Online.[…]

A noticia chega em um ótimo momento em que o setor jornalístico necessita de urgente reformulação de seu modelo de negócios.

É esperar para ver, mas aos reclamantes – da turma do free lunch – , pedir notícia de graça aos grandes conglomerados na internet é a mesma coisa do que comprar um Audi A3, e reclamar porque a gasolina não vem de graça.

Waldez Ludwig – Informação como bem econômico

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de março de 2010

Para quem deseja saber o básico sobre Economia da Informação esse vídeo do Waldez Ludwig é um dos mais didáticos em língua portuguesa.

PARA LER

Waldez Ludwig Web Site http://www.ludwig.com.br/

Era da Informação, Era do Conhecimento, ou ambos?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de março de 2010

Em um artigo de Fábio Gandour publicado na revista Época, trata de um tema bastante atual que é a cerca da Era da Informação e Conhecimento, mas especificamente quando o assunto é alta tecnologia; quando nos vemos um corpo técnico que tem deficiências claras em expressão de idéias a partir da observação, e que somente a partir da instrumentação da observação e da educação esse panorama poderá ser modificado.

Um pequeno trecho do artigo:

“[…]Não há que se discutir muito quanto à necessidade de pós-graduados e de instrumentos adequados para a criação de uma massa crítica bem equipada de operários em alta tecnologia. Mas em tecnologia em geral – alta, baixa ou mais ou menos – há outra necessidade mais simples, corriqueira até, e que, de fato, ainda não foi suprida totalmente. Nem mesmo parcialmente. Me refiro ao que, em inglês, é conhecido como Technical Writing e que a tradução para o português é, na minha opinião, tão literal quanto imperfeita: “Redação Técnica”. E já que vamos mexer nesse vespeiro, melhor começar ajustando essa tradução.

O que se conhece por Technical Writing é uma disciplina escolar que, em certos países desenvolvidos e com reconhecida tradição em produzir e usar alta tecnologia, começa a ser ensinada muito cedo. Nos Estados Unidos, essa matéria é parte do currículo do Ensino Médio, lá conhecido como High School. E, de fato, a matéria não ensina apenas a escrever coisas técnicas. Ela ensina expressão técnica, oral e escrita. Ao adquirir conhecimentos para se comunicar adequadamente no campo técnico, o aluno vai aprender a escrever o relatório que descreve aquele experimento bem simples, do grão de feijão germinando no algodãozinho molhado.[…]”

PARA LER

GANDOUR, Fábio. Para ser entendido em tecnologia. Época. Disponível em <<http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI126343-15224,00.html >> Acessado em 21 Mar 10 às 11h06.

Revista Veja – Os Grandes “Bolhonários” da Forbes

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de março de 2010

Na edição 2156 da revista VEJA datada 17 de março de 2010 na página 80 no setor de economia, há uma matéria muito interessante sobre como é feita a alavancagem de grandes fortunas, mesmo sem qualquer tipo de produção propriamente dita.

A reportagem destaca a rápida escalada do empresário Eike Batista que saltou do 142° para o 8° lugar na lista dos mais ricos do mundo; tudo isso apenas vendendo e comprando lotes de terras a serem exploradas para a extração de petróleo.

Em resumo, é uma reportagem que conduz a uma reflexão de como a especulação – tratada com eufemismo a ponto de ser chamada de investimento – em especial em commodities, pode conduzir o mercado a comprar aquilo que não agrega, não produz e sequer tem resultados concretos;  o que formenta uma bolha perigosissíma que ao estourar pode trazer prejuízos sem precedentes.

PARA LER

MILLE, Matthew; KROLL, Luisa. The World’s Billionaires. Forbes Web Site. Disponível em<< http://www.forbes.com/2010/03/10/worlds-richest-people-slim-gates-buffett-billionaires-2010_land.html?boxes=Homepagetopspecialreports >> Acessado em 21 Mar 10 às 09h00.

VEJA ONLINE. Os grandes “bolhonários” da Forbes. Disponível em << http://veja.abril.com.br/170310/grandes-bolhonarios-forbes-p-080.shtml >> Acessado em 21 Mar 10 às 09h18.

Vaporware ou falsa retórica?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de março de 2010

Saiu na Folha Online uma pequena entrevista com o escritor Paulo Coelho que é o autor brasileiro que tem mais obras vendidas no mundo, onde ele afirma sobre a venda de seus livros que: Se hoje alguém me propusesse publicar um livro para três leitores, ganhando 3 milhões de dólares, ou publicar um livro para três milhões de leitores, ganhando três dólares, escolheria a segunda opção.”

A questão da pirataria de livros é uma questão muito complexa no sentido de que onde há a liberação por parte de alguns autores, outros fazem questão de seus direitos autorais  e não tem a mínima pretensão de serem lidos pelo o mundo inteiro como afirmam as “comunidades da internet” (Sic.).

O ponto da razoabilidade, seria o Crative Commons que tem esse poder expressado previamente pelo o autor de flexibilizar a sua obra seja para cópias, e reprodução total ou parcial e comercialização.

O que está por trás do discurso ‘cult‘ e ‘moderno’ do Paulo Coelho (do qual sou fã incondicional, e tenho mais de 14 obras suas, bem como a antiga 2ª edição de ‘O Alquimista’ ) é que ele é um escritor que tem um apelo de Vaporware muito forte, bem como é muito popular entre as massas; o que na atual crise de atenção iniciada pela a internet conta muitos pontos a seu favor. E outro fato bastante interessante, é que o autor mais vendido (fisicamente, diga-se de passagem) mesmo com a internet e com as mais diferentes formas de divulgação midiáticas não abriu mão da sua editora (Planeta) que lhe paga cheques polpudos para as suas obras; ou mesmo está lançando obras físicas ao invés de adotar o discurso do ‘pague-o-quanto-quiser’ como fez o Radiohead.

O debate é bem mais amplo, mas fica a reflexão de que nem sempre a fórmula do sucesso de um é o ideal para outros; pois, não se pode comparar um autor mega-consagrado com jovens escritores que cada vez mais se vêem bombardeados por modelos de negócios milagrosos baseados na web.

Final Round – China x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de março de 2010

Retaliação ou tiro no pé?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de março de 2010

Muito vem sido falado nos últimos dias, sobre a autorização da Câmera de Comércio Exterior (CAMEX) de retaliação do Brasil frente aos Estados Unidos no que diz respeito ao julgamento que o último estaria realizando práticas protecionistas no setor de algodão.

 Dentro do que tange o mérito da questão nada mais justo, pois, o protecionismo é uma prática abominável no comercio que fortalece apenas interesses políticos, que não tem qualquer tipo de compromisso com o desenvolvimento.

Porém, o Brasil está a um passo de dar um tiro no próprio pé ao levantar a questão de suspensão de patentes, e quebra da propriedade intelectual, colocando nesse meio desde fórmulas farmacêuticas até passando por filmes.

É um terreno pantanoso, pois, no cenário do comércio internacional, é que se travam as piores guerras, e em uma guerra contra os Estados Unidos o Brasil só tem a perder adotando a prática de quebra de propriedade intelectual pelos os seguintes motivos:

• Quebra de patentes significa produtos baseados no conhecimento (ou transferência do mesmo) mais caros;

• Empresas que investem em capital intelectual ou estrutural pensarão duas vezes antes de adentrar um país que não respeita propriedade intelectual;

• Após a época de suspensão os produtos dos Estados Unidos podem sofrer uma grande inflação como forma de compensação;

• Em um caso mais microeconômico, estamos com filmes blockbusters com lançamentos simultâneos com os mundiais a cerca de 7 anos; e isso poderia ser perdido se as produtoras não fizessem questão de lançar; em outras palavras, a saga Crepúsculo teria um delay de mais de meses;

• Utilizando como último exemplo os jogos de PC e/ou videogames, que levariam séculos para adentrar o mercado nacional. Tradução em português? Muito difícil.

PARA LER

AGÊNCIA ESTADO. Retaliação à propriedade intelectual é criticada nos EUA. Disponível em  << http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI127124-16367,00-RETALIACAO%20A%20PROPRIEDADE%20INTELECTUAL%20E%20CRITICADA%20NOS%20EUA.html  >>Acessado em 17 Mar 10 às 11h38.

DORIA, Tiago. Impostos altos atrapalham mercado de games no Brasil. Disponível em << http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/25/impostos-altos-atrapalham-mercado-de-games-no-brasil/  >> Acessado em 25 Jan 10 às 22h40.

PORTNOW, James. Analysis: Inside Brazil’s Video Game Ecosystem. Disponível em << http://www.gamasutra.com/php-bin/news_index.php?story=26645 >> Acessado em 30 Jan 10 às 14h18.

VERISSÍMO, Renata. Lista de retaliação inclui remédios. Estado de São Paulo. Disponível em << http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100316/not_imp524765,0.php >> Acessado em 17 Mar 10 às 10h49

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR. Camex inicia consulta pública para retaliação aos EUA em propriedade intelectual. Disponível em << http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=9655  >> Acessado em 17 Mar 10 às 11h58

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR. Comunicado MRE-Camex sobre a retaliação aos EUA na área de direitos de propriedade intelectual. Disponível em << http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=9657   >> Acessado em 17 Mar 10 às 11h47

WORLD TRADE ORGANIZATION. DISPUTE SETTLEMENT: DISPUTE DS267 , United States — Subsidies on Upland Cotton. Disponível em << http://www.wto.org/english/tratop_e/dispu_e/cases_e/ds267_e.htm    >> Acessado em 17 Mar 10 às 12h02.

 

Post Subscriptum: E o Steve Jobs recusou a abertura de uma loja oficial da Apple no Brasil. Alguém sabe o motivo?

 

Dez anos depois, lições do estouro da bolha da Internet

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 15 de março de 2010

Extraído de IG Tecnologia – Dez anos depois, lições do estouro da bolha da Internet

Analistas e investidores de capital de risco afirmam que a crise de tecnologia ensinou uma lição aparentemente simples, que havia se perdido em meio ao furor de ofertas de ações de empresas iniciantes do Vale do Silício que não geravam receita nenhuma –de que vendas e lucros, ou pelo menos uma perspectiva de lucro, importam.

Hoje, o índice Nasdaq permanece abaixo da metade de sua máxima de março de 2000, e muitas das empresas mais importantes da época, como IBM, HP e Microsoft, passaram a negociar ações de forma mais tradicional, com base em seus fundamentos.

Encontrar ações com forte perspectiva de crescimento, as empresas do futuro, se tornou mais difícil, segundo investidores.

“Ações de tecnologia eram vistas como especiais e diferentes, uma indústria que iria crescer rapidamente e sustentaria precificações extremamente altas”, disse o gerente de portfólio da T. Rowe Price, Ken Allen. “Aprendemos muito sobre os erros dessa lógica. Ações de tecnologia, em geral, são comparáveis a qualquer outro tipo de ação.”

Ações de importantes marcas do setor prosperaram na última década, incluindo empresas como Apple, Amazon.com e Research in Motion, cujos produtos marcaram a indústria.

Google e Salesforce.com, que abriram seu capital em 2004, viram suas ações se valorizarem em mais de quatro vezes.

Continua em IG TECNOLOGIA

PARA LER

REUTERS. A decade later, lessons in the Nasdaq collapse. Disponível em << http://www.reuters.com/article/idUSTRE6293G420100310>> Acessado em 15 Mar 10, às 19h05.