Economia da Informação

Você confiaria no seu governo para controlar a internet?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de fevereiro de 2011

John Battelle levantou a bola, mas em suma… NÃO!

E se fechar a torneira da internet?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de fevereiro de 2011
Tagged with:

50 bilhões de razões pelas quais o Facebook não vale US$ 50 bilhões

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 4 de janeiro de 2011

Sem dúvidas este é o melhor artigo escrito neste ano de 2011 (isso porque estamos no dia 4) onde é bastante elucidativo como se formam as bolhas tecnológicas. Este blog já tratou disso neste post.

O que fica claro é que esse deslumbramento com o Facebook não passa de um engodo formado por parte da imprensa (os quais são analfabetos digitais, e meros usuários (end users) de tecnologia) como forma de publicidade obedecendo interesses muitas das vezes nem muito claros.

Muitos não sabem que o modelo de negócios de algumas das coqueluches tecnológicas como Facebook e o Twitter não são sustentáveis do ponto de vista financeiro, pelo simples fato de que não tem entrada de ativos provenientes de vendas de produtos ou serviços (aqui nem o Chris Anderson como modelo Freemium salvaria essas empresas, o Orkut que o diga), mas sim de investimentos como do Goldman Sachs (aquele mesmo que foi salvo pelo Obama, e que estava distribuindo bônus durante a crise).

Vale a pena a leitura do artigo.

50 Bilhões de Razões

Emaranhado de Rede

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de janeiro de 2011

Uma ótima reportagem da The Economist sobre o futuro da neutralidade da internet.

A Tangled Web

Tagged with: ,

A contra-revolução virtual

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Como alguns governos estão agindo para restringir o acesso à internet. Por The Economist.

A contra-revolução virtual

Google Street View em foco

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Quem clicar na tag PRIVACIDADE deste site verá que o GSV tem sido o foco das autoridades ao redor do mundo e levantou discussões relativas ao direito de privacidade que gera mais arrepios do que a discussão do aborto no Brasil.

Aqui estão dois artigos da TI INSIDE sobre o GSV.

Alemães exigem que suas casas sejam retiradas do Google Street View

O Google informou nesta quinta-feira, 21, que mais de 244 mil pessoas na Alemanha solicitaram que as fotos de suas residências sejam removidas do Street View, o projeto mundial de mapeamento e fotografia de ruas do site de buscas. A companhia não sabe o que motivou os pedidos, mas calcula que o número de desistências representa 2,89% do total de 8,46 milhões de casas mapeadas.

A ferramenta de buscas vem enfrentando problemas para dar continuidade ao Street View desde que houve a coleta de dados de acesso à internet de redes sem fio residenciais desprotegidas, de forma supostamente acidental, foi descoberta por órgãos reguladores alemães. A denúncia do governo alemão levou o Google a admitir a coleta, mas a empresa colocou a culpa no software que os carros do Street View usavam para acessar a web, alegando um problema no código de programação.

Em comunicado em seu blog, o Google explica que, por causa dos problemas que enfrentou com o governo da Alemanha, teve que se reunir algumas vezes com a Autoridade de Proteção de Dados do país para dar garantias do cumprimento das leis de privacidade locais. No entanto, diz o Google, muitas pessoas “não entenderam a complexidade e o significado” de todo o processo e pediram para que suas casas não fossem mostradas no Street View.

A etapa alemã do projeto de mapeamento e fotografia de ruas havia sido cancelado, após o Google admitir a coleta dos dados de acesso à internet. Em meados de julho, porém, o site de buscas conseguiu entrar num acordo com o governo do país para retomar o Street View nas 20 maiores cidades, desde que dê às pessoas a opção de não ter suas casas fotografadas.

Governo do Canadá isenta Google Street View de punição

Em comunicado divulgado na terça-feira, 19, o governo do Canadá informou que já terminou as investigações relacionadas ao Street View, projeto de mapeamento e fotografia de ruas do Google, e decidiu que a empresa, de fato, violou a privacidade de usuários de redes sem fio desprotegidas, mas “sem intenção de prejudicá-los”. A Comissão de Privacidade do Canadá concluiu que as apurações não trarão consequências legais para o site de buscas, desde que ele se comprometa a “revisar seus procedimentos internos”.

Em maio deste ano, após uma denúncia do governo alemão, o Google admitiu que os carros que fotografam as ruas para o Street View coletaram os dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas. Depois de ser acusada de desrespeitar a privacidade dos usuários, a gigante das buscas culpou o software de acesso à internet dos carros, que supostamente teve um problema relacionado ao seu código de programação e acabou armazenando as informações.

No documento de esclarecimento das conclusões da investigação, a Comissária de Privacidade do Canadá, Jennifer Stoddart, explica que o problema no Street View foi causado por causa de um engenheiro, cujo nome não foi revelado, que não mandou o código de programação do software para avaliação do departamento legal do Google. No entanto, segundo ela, o engenheiro em questão viu o problema como “um detalhe técnico superficial”, e deu continuidade ao projeto.

Jennifer conclui seu relatório dizendo que o responsável pelo problema no software dos carros do Street View foi apenas irresponsável, mas não agiu de má-fé. “Por isso, adentrar por meios legais para punir a empresa não será necessário, desde que o Google se comprometa a cessar com a coleta dos dados, corrigir o problema no software, mudar seus procedimentos internos de aprovação de projetos e oferecer mais treinamentos relacionados à privacidade de internautas a seus funcionários.”

Para finalizar este escriba tem o prazer de exibir as fotos de seu pequeno vilarejo que o Google Street View captou no início desse ano (sim foi no início, pois o telecentro do final da rua ainda não estava concluído) com o seu Chevrolet Prisma Vermelho.

Reparem no presente de boas-vindas da Google Inc. no endereço deste escriba.

 

Quem diria que a Google teria uma recepção tão calorosa aqui no Brasil… Vou esperar as fotos no Iraque, ou na Síria.

PS: Devido a comomoventes pedidos dos nativos do City Jaraguá o carro não terminou o trecho da rua em questão.

Tagged with: , ,

Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Livros em PDF já é uma realidade, e as editoras ainda não se aprontaram para um novo modelo de negócio que minimize as suas perdas.

A pirataria de e-books se dá principalmente no alto valor dos impostos sobre livros (em especial o envio) e a intermitente mania das editoras em salgarem os preços, esquecendo-se do que o Chris Anderson proclama em The Long Tail onde o ideal não é você ganhar na escala, mas sim no nicho; onde, estes estão muito mais propensos a pagar serviços como a tradução e a editoração, bem como demais melhorias nos livros.

Com os e-books ainda fica mais fácil implementar um novo modelo de negócios ( já explorado pelo o Kiddle) de links interativos durante o texto, o que enriqueceria e muito a experiência da leitura.

de OLHAR DIGITAL

Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Relatório aponta que são feitas entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas no Google

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 13h14

A popularidade de leitores de e-books cresce a cada dia e, ao mesmo tempo, tem aumentado também a pirataria dos livros virtuais. De acordo com um estudo recente, até 3 milhões de pessoas baixam diariamente livros piratas.

A Attributor, uma empresa de soluções de monitoramento e antipirataria, autora do estudo, analisou o volume de downloads de e-books piratas entre junho de 2008 e junho de 2010, focando-se principalmente em sites de compartilhamento – como é o caso do RapidShare, Hotfile e MegaUpload.

A partir dos dados analisados, a empresa percebeu que houve crescimento de mais de 50% nas buscas por downloads de conteúdo pirata durante o ano passado. No Google, por exemplo, há entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas.

No entanto, a pirataria de e-books vem se focando menos em grandes sites de hospedagens e se movendo para sites menores e até mesmo para especializados em pirataria de e-books.

Desde agosto de 2009, foi identificado aumento de 54% em downloads de e-books piratas e, com a ampla disponibilidade do iPad em meados de maio deste ano, os downloads cresceram 20%.

Durante o estudo, o maior número de buscas por e-books piratas veio dos Estados Unidos (11%) e Índia (11%), seguidos pelo México.

Sites de hospedagem de torrents, como o PirateBay, não foram analisados. A pesquisa completa (em pdf) pode ser acessada no site da empresa.

Enxugando Gelo

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

É impressionante como mesmo membros da elite política brasileira são ignorantes ao ponto de propor projetos de lei cada vez piores.

de OLHAR DIGITAL

Deputado quer acabar com o anonimato na internet

Projeto de lei prevê que os sites tenham os nomes dos responsáveis e seus contatos expostos para o público.

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 19h20

Nesta segunda-feira (18), o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) apresentou à Câmera Federal um projeto de lei que visa proibir o anonimato na internet. A ideia é que todos os sites deixem expostos os nomes e contatos de seus responsáveis na página principal, enquanto matérias veiculadas em blogs e outras páginas deverão conter o nome e o registro profissional no jornalista responsável pelo texto.

De acordo com o PL 7311/10, os sites terão de comprovar a veracidade da informação e assegurar o direito de resposta. A proposta proíbe preferências discriminatórias sobre raça, religião, orientação sexual, condição social, convicções políticas e doenças mentais.

Segundo o autor da proposta, uma rede não regulamentada prejudica muitas pessoas. “O cidadão prejudicado não tem como fazer contato com sites que não disponibilizam endereço ou nome dos jornalistas responsáveis pelos conteúdos veiculados”, afirma.

O projeto ainda prevê multa entre R$ 5 mil e R$ 50 mil por cada infração. Nas infrações praticadas por pessoa jurídica, também serão punidos com multa os administradores ou controladores, quando tiverem agido de má-fé.

Para entrar em vigor o projeto ainda deve ser votado pelo Plenário da Câmara, além de ser apreciado por uma comissão especial.

Tagged with:

Onu afirma que um terço da população mundial estará online até o fim do ano

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de OLHAR DIGITAL

Em dezembro, o número de usuários da internet passará a marca de dois bilhões, com crescimento maior nos países em desenvolvimento

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 17h50

A União Internacional de Telecomunicações, agência de tecnologia das Nações Unidas, afirmou hoje que nos últimos cinco anos o número de usuários da internet dobrou e se aproxima de um terço da população mundial.

Segundo o relatório, dos 226 milhões de novos usuários de 2001, mais de 160 milhões estão em países em desenvolvimento. Apesar disso, a porcentagem da população conectada ainda é pequena nesses países, com uma média de 21%. O menor índice de penetração da internet é na Africa, com apenas 9,6 conectados a cada 100 habitantes.

A agência afirmou ainda que a ampliação de serviços de banda larga é especialmente importante para o avanço econômico, especialmente em lugares públicos, já que em países em desenvolvimento apenas 13,5% da população tem acesso em casa.

Além disso, o relatório apresentou dados sobre o avanço das redes 3G no mundo, que representam hoje 940 milhões das 5,3 bilhões de assinaturas de celular.

Tagged with: ,

Melhoria da banda larga

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Na economia da informação nada como a melhoria da infraestrutura para prover maior fluidez desse fluxo informacional.

de TIINSIDE

Qualidade da banda larga no mundo melhorou 50% em três anos, diz estudo

A qualidade da internet em banda larga melhorou 50% nos últimos três anos em todo o mundo e 49% dos países já dispõem acesso à web em alta velocidade. De acordo com estudo feito pela Said Business School, da Universidade de Oxford (EUA), patrocinado pela Cisco, a velocidade média de download da internet saltou de 3,27 Mbps, em 2008, para 5,92 Mbps neste ano. A velocidade de upload, por sua vez, saiu de 794 Kbps, em 2008, para 1,77 Mbps neste ano.

O estudo, que analisa a velocidade da internet em 72 países, inclusive no Brasil, mostra que 48 deles, ou 66%, já atingem os requisitos mínimos para que a internet seja considerada de banda larga – as categorias envolvem disponibilidade de serviços de acesso, uso e oferta de redes sociais, streaming de vídeo, compartilhamento de arquivos, entre outros.

A pesquisa ainda elabora um ranking com os dez principais países com acesso à internet em banda larga. Em primeiro lugar ficou a Coreia do Sul, por conta principalmente da ampla penetração dos serviços de web no país e os altos investimentos em inovação. Em segundo e terceiro lugares ficaram Hong Kong e Japão, respectivamente, por conta dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento na área.

Tagged with: