Economia da Informação

SOPA… Just another Infographic…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de fevereiro de 2012

Retirado originalmente de Silvio Meira.

Anúncios

Facebook: como lucrar com uma máquina de espionagem

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de fevereiro de 2012

Publicado originalmente em Espaço Acadêmico.

Na última semana, o Facebook oficializou sua intenção de ir a público ao entregar à Comissão de Valores Imobiliários (Securities and Exchange Commission) dos Estados Unidos seu pedido para oferta pública inicial. De acordo com texto publicado pela NewScientist, a expectativa é que a empresa de Mark Zuckerberg fature, a curto prazo, a bagatela de US$ 5 bilhões. No entanto, calcula-se que quando o processo tiver sido concluído o Facebookvalha até US$ 100 bilhões (R$ 172 bilhões).

Junto ao pedido também foi enviado um documento (disponível aqui), o qual me chamou a atenção por divulgar algumas das marcas alcançadas pela rede social nos últimos anos, a saber: o Facebook possuía até dezembro do ano passado 845 milhões de usuários, sendo que 483 milhões, isto é, mais da metade, o acessavam todos os dias, gerando, com isso, 2,7 bilhões de“likes” e comentários – provavelmente sobre as cerca de 250 milhões de fotos que, diariamente, são enviadas ao site de relacionamento.

Segundo o jornalista Jacob Aron, tais números (e outros também) fizeram com que oFacebook tivesse lucro de US$ 1 bilhão em 2011 e uma receita de US$ 3,7 bilhões, tornando-se, assim, mais rentável que o Google quando, em 2004, foi a público com sua oferta pública inicial (Initial Public Offering). Agora, mais importante do que discutir o futuro da rede social é discutir o que faz do Facebook algo tão valioso e rentável a ponto de permitir que seu fundador receba um salário de quase US$ 500 mil, como atesta texto publicado esta semana pelo Observatório da Imprensa.

Em entrevista ao Russia Today em maio de 2011, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, já afirmava ser o Facebook a “mais espantosa máquina de espionagem já inventada”. Isso porque, para Assange, as redes sociais são capazes de fornecer aos serviços de inteligência estadunidenses amplas bases de dados sobre os cidadãos que delas fazem uso, o que inclui suas relações, nomes de seus contatos, seus endereços etc. Os protestos que assolaram as ruas da Inglaterra, principalmente as do bairro de Tottenham, no ano passado ilustram bem tal afirmação, visto que a polícia local (Scotland Yard) utilizou-se de páginas como as do Twitter, Facebook e Youtube para localizar possíveis “perturbadores da ordem pública” (o vídeo com a entrevista de Assange encontra-se disponível aqui).

Para além da Teoria da Conspiração, contudo, o fato é que o negócio do Facebook é a venda de espaços publicitários. Para se ter uma idéia, de acordo com Lori Andrews, em texto publicado pelo jornal The New York Times, apenas em 2011, o site de relacionamento arrecadou US$ 3,2 bilhões com anúncios publicitários, ou seja, 85% de sua receita total. O curioso, porém, é que cada anúncio postado pelo Facebook é direcionado aos usuários de acordo as informações que os próprios fornecem ao site.

Em outras palavras, significa dizer que, ao mudar seu status de relacionamento, compartilhar um link de um filme ou de uma peça teatral, comentar a foto de um amigo ou “curtir” um comentário qualquer, você está fornecendo ao Facebook informações que definem seus gostos e preferências. A partir daí, afirma Andrews, “os anunciantes escolhem palavras-chave ou detalhes – como o status de relações, a localidade, as atividades, os livros preferidos e o emprego – e o Facebook publica os anúncios, dirigindo-os ao subconjunto de seus milhares de usuários”.

Logo, quem utiliza as redes sociais, além de trabalhar de graça para as agências de inteligência dos Estados Unidos, como podemos concluir com base nas declarações de Assange, está contribuindo para que seu tempo e trabalho, gastos lendo, publicando, comentando e compartilhando conteúdos, se materializem no valor de mercado da empresa, no caso o Facebook. De acordo com Rafael Evangelista, doutor em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), essa é uma característica de um fenômeno chamado Web 2.0. Afinal, indaga o pesquisador, será que interagir e colaborar em espaços proprietários não significa trabalhar sem ser pago?

Segundo Evangelista, o termo Web 2.0 engloba o que seria a segunda geração da internet, a qual possui uma gama de serviços que promovem as comunidades virtuais, a interatividade e o conteúdo construído pelo grande público. Entretanto, a questão apresentada pelo pesquisador é que esses sites, construídos coletivamente, ganharam um alto valor de mercado e hoje são objeto de negociação em bolsas de valores.

O Facebook é constituído, majoritariamente, pelo compartilhamento de informações. Esse é seu único e principal atrativo. O problema nesse caso é que a rede social não detém os direitos autorais acerca desses conteúdos, os quais, na maioria dos casos, resumem-se a imagens, vídeos e links externos. Estes, por sua vez, são lidos, debatidos e, novamente, compartilhados por todos no site. Mesmo os fóruns de discussões são construídos a partir das reflexões dos usuários. Impossível, assim, não relacionar tal fenômeno ao conceito de mais-valia, adaptado, aqui, por Evangelista para Mais-Valia 2.0.

Desenvolvida por Karl Marx, o conceito de mais-valia, grosso modo, representa a diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador. Trata-se do excedente produzido pelo trabalhador referente ao necessário para que ele mantenha seus meios de subsistência.

Pois ao possibilitar que seus usuários compartilhem conteúdos produzidos por terceiros, obtendo de quebra informações valiosas sobre seus gostos – os quais possibilitam ao site mapear seus interesses e, com isso, criar mecanismos, ancorados em banco de dados, que permitem aperfeiçoar o direcionamento das mensagens publicitárias, fazendo com que o site arrecade valores com anúncios publicitários superiores aos divulgados –, o Facebook está gerando lucro tendo como matéria-prima o tempo e o talento intelectual de seus usuários, afirma Evangelista. Neste contexto, a Mais-Valia 2.0 configura-se, portanto, a partir da não divisão dos lucros do Facebook com seus reais funcionários.

O acesso gratuito à rede social, condição que por vezes acaba por atrair mais usuários, pode ser considerada, pois, uma ilusão, visto que quem usa o Facebook não tem acesso 100% livre ao site, no sentido de poder acessar seus códigos e até mesmo modificá-lo, característica esta corriqueira no dia-a-dia de usuários de softwares livres. Pelo contrário, a maioria das modificações feitas por Zuckerberg até hoje foram impostas, algumas delas, inclusive, esbarram em questões delicadas, tais como até que ponto a privacidade dos usuários pode ser violada pela rede social. O acesso gratuito ao Facebook poderia ser comparado, então, ao valor da força de trabalho, isto é, ao valor dos meios de subsistência indispensáveis à reprodução da classe trabalhadora – leia-se aqui usuários. Essa seria a única compensação aos milhares de usuários doFacebook por alimentarem, diariamente, o site.

Em suma, tudo indica, no entanto, que Mark Zuckerberg se tornará a nona pessoa mais rica do mundo ainda este ano.

 * RODRIGO DE OLIVEIRA ANDRADE é Jornalista. Publicado no CORREIO DA CIDADANIA, disponível em http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6806:social100212&catid=71:social&Itemid=180

Digital Access, Political Networks and the Diffusion of Democracy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

A nova era da informação

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 10 de abril de 2011

“Fear the boom and bust” – Duelo Rapper entre Keynes x Hayek

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Esse provavelmente é o video de economia mais assistido no youtube, devido ao fato de sua abordagem transcender as barreiras da cátedra e da eloquência de seus evangelizadores.

Trata-se de um duelo entre John Maynard Keynes x F.A. Hayek sobre paradigmas econômicos.

Perfeito.

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

 

[Keynes Sings:]

John Maynard Keynes, wrote the book on modern macro
The man you need when the economy’s off track, [whoa]
Depression, recession now your question’s in session
Have a seat and I’ll school you in one simple lesson

BOOM, 1929 the big crash
We didn’t bounce back—economy’s in the trash
Persistent unemployment, the result of sticky wages
Waiting for recovery? Seriously? That’s outrageous!

I had a real plan any fool can understand
The advice, real simple—boost aggregate demand!
C, I, G, all together gets to Y
Make sure the total’s growing, watch the economy fly

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

You see it’s all about spending, hear the register cha-ching
Circular flow, the dough is everything
So if that flow is getting low, doesn’t matter the reason
We need more government spending, now it’s stimulus season

So forget about saving, get it straight out of your head
Like I said, in the long run—we’re all dead
Savings is destruction, that’s the paradox of thrift
Don’t keep money in your pocket, or that growth will never lift…

because…

Business is driven by the animal spirits
The bull and the bear, and there’s reason to fear its
Effects on capital investment, income and growth
That’s why the state should fill the gap with stimulus both…

The monetary and the fiscal, they’re equally correct
Public works, digging ditches, war has the same effect
Even a broken window helps the glass man have some wealth
The multiplier driving higher the economy’s health

And if the Central Bank’s interest rate policy tanks
A liquidity trap, that new money’s stuck in the banks!
Deficits could be the cure, you been looking for
Let the spending soar, now that you know the score

My General Theory’s made quite an impression
[a revolution] I transformed the econ profession
You know me, modesty, still I’m taking a bow
Say it loud, say it proud, we’re all Keynesians now

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Keynes] I made my case, Freddie H
Listen up , Can you hear it?

Hayek sings:

I’ll begin in broad strokes, just like my friend Keynes
His theory conceals the mechanics of change,
That simple equation, too much aggregation
Ignores human action and motivation

And yet it continues as a justification
For bailouts and payoffs by pols with machinations
You provide them with cover to sell us a free lunch
Then all that we’re left with is debt, and a bunch

If you’re living high on that cheap credit hog
Don’t look for cure from the hair of the dog
Real savings come first if you want to invest
The market coordinates time with interest

Your focus on spending is pushing on thread
In the long run, my friend, it’s your theory that’s dead
So sorry there, buddy, if that sounds like invective
Prepared to get schooled in my Austrian perspective

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

The place you should study isn’t the bust
It’s the boom that should make you feel leery, that’s the thrust
Of my theory, the capital structure is key.
Malinvestments wreck the economy

The boom gets started with an expansion of credit
The Fed sets rates low, are you starting to get it?
That new money is confused for real loanable funds
But it’s just inflation that’s driving the ones

Who invest in new projects like housing construction
The boom plants the seeds for its future destruction
The savings aren’t real, consumption’s up too
And the grasping for resources reveals there’s too few

So the boom turns to bust as the interest rates rise
With the costs of production, price signals were lies
The boom was a binge that’s a matter of fact
Now its devalued capital that makes up the slack.

Whether it’s the late twenties or two thousand and five
Booming bad investments, seems like they’d thrive
You must save to invest, don’t use the printing press
Or a bust will surely follow, an economy depressed

Your so-called “stimulus” will make things even worse
It’s just more of the same, more incentives perversed
And that credit crunch ain’t a liquidity trap
Just a broke banking system, I’m done, that’s a wrap.

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No it’s the animal spirits

EI na Campus Party

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Este site estará acompanhando algumas discussões e irá trazer um paralelo sobre as impressões gerais sobre a Campus Party 2011, e algumas considerações sobre assuntos relacionados a Economia da Informação, Internet, Economia Digital e congêneres.

De antemão, até que fim viram a luz, no que diz respeito a Ecossistemas de Negócios na Economia Digital. Halleluiah.

 

O valor político da informação

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 8 de dezembro de 2010

Em um excelente texto Tiago Dória apresenta porque a informação é um bem valioso.

A revolução

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de novembro de 2010

Direto de Rough Type

Uma pertinente discussão sobre a utilização das plataformas de mídia e toda a retórica que vem sendo criada sob a aura da colaboração interativa e a sua importância na economia.

A revolução

O jeito Wiki

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de setembro de 2010

De The Economist

The wiki way
Two cyber-gurus take a second look at how the internet is changing the world
AFTER Kenya’s disputed election in 2007 Ory Okolloh, a local lawyer and blogger, kept hearing accounts of atrocities. State media were not interested. Private newspapers lacked the money and manpower to investigate properly. So Ms Okolloh set up a website that allowed anyone with a mobile phone or an internet connection to report outbreaks of violence. She posted eyewitness accounts online and even created maps that showed where the killings and beatings were taking place.

Ms Okolloh has since founded an organisation called Ushahidi, which puts her original idea into practice in various parts of the world. It has helped Palestinians to map the violence in Gaza and Haitians to track the impact of the earthquake that devastated their nation in January. It even helped Washingtonians cope with the “snowmaggedon” that brought their city to a halt this year. Ushahidi’s success embodies the principles of wikinomics.

Don Tapscott and Anthony Williams coined the term “wikinomics” in their 2006 tome of that name. Their central insight was that collaboration is getting rapidly cheaper and easier. The web gives amateurs access to world-class communications tools and worldwide markets. It makes it easy for large groups of people who have never met to work together. And it super-charges innovation: crowds of people can develop new ideas faster than isolated geniuses and disseminate them even faster.

Mr Tapscott and Mr Williams have now written a follow-up to their bestseller. They solicited 150 suggestions online for a snappy title. The result, alas, was a bit dull: “Macrowikinomics: Rebooting Business and the World”. But the book is well worth reading, for two reasons.

The first is that four years is an eternity in internet time. The internet has become much more powerful since “Wikinomics” was published. YouTube serves up 2 billion videos a day. Twitterers tweet 750 times a second. Internet traffic is growing by 40% a year. The internet has morphed into a social medium. People post 2.5 billion photos on Facebook every month. More than half of American teens say they are “content creators”. And it is not only people who log on to the internet these days. Appliances do, too. Nokia, for example, has produced a prototype of an “ecosensor” phone that can detect and report radiation and pollution.
The second reason is that the internet’s effects are more widely felt every day. In “Wikinomics” the authors looked at its impact on particular businesses. In their new book they look at how it is shaking up some of the core institutions of modern society: the media, universities, government and so on. It is a Schumpeterian story of creative destruction.

Two of the most abject victims of wikinomics are the newspaper and music industries. Since 2000, 72 American newspapers have folded. Circulation has fallen by a quarter since 2007. By some measures the music industry is doing even worse: 95% of all music downloads are illegal and the industry that brought the world Elvis and the Beatles is reviled by the young. Why buy newspapers when you can get up-to-the-minute news on the web? Why buy the latest Eminem CD when you can watch him on YouTube for free? Or, as a teenager might put it: what’s a CD?

Other industries are just beginning to be transformed by wikinomics. The car industry is a model of vertical integration; yet some entrepreneurs plot its disintegration. Local Motors produces bespoke cars for enthusiasts using a network of 4,500 designers (who compete to produce designs) and dozens of microfactories (which purchase parts on the open market and then assemble them). Universities are some of the most conservative institutions on the planet, but the Massachusetts Institute of Technology has now put all of its courses online. Such a threat to the old way of teaching has doubtless made professors everywhere spit sherry onto the common-room carpet. Yet more than 200 institutions have followed suit.

Wikinomics is even rejuvenating the fusty old state. The Estonian government approved a remarkable attempt to rid the country of unsightly junk: volunteers used GPS devices to locate over 10,000 illegal dumps and then unleashed an army of 50,000 people to clean them up. Other governments are beginning to listen to more entrepreneurial employees. Vivek Kundra, now Barack Obama’s IT guru, designed various web-based public services for Washington, DC, when he worked for the mayor. Steve Ressler, another American, created a group of web-enthusiasts called Young Government Leaders and a website called GovLoop.
FixTheState.com
How can organisations profit from the power of the web rather than being gobbled up by it? Messrs Tapscott and Williams endorse the familiar wiki-mantras about openness and “co-creation”. But they are less starry-eyed than some. They not only recognise the importance of profits and incentives. They also argue that monetary rewards can be used to improve the public and voluntary sectors. NetSquared, a non-profit group, introduced prizes for the best ideas about social entrepreneurship. Public-sector entrepreneurs such as Mr Kundra are excited by the idea of creating “app stores” for the public sector.

Messrs Tapscott and Williams sometimes get carried away with their enthusiasm for the web. Great innovators often need the courage to ignore the crowd. (Henry Ford was fond of saying that if he had listened to his customers he would have produced a better horse and buggy.) Great organisations need time to cook up world-changing ideas. Hierarchies can be just as valuable to the process of creative destruction as networks. But the authors are nevertheless right to argue that the web is the most radical force of our time. And they are surely also right to predict that it has only just begun to work its magic.

A Econonia da Informação – Review por Paulo Vasconcelos

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de agosto de 2010

É com extrema alegria que este webmaster faz a recomendação do site do grande Paulo Vasconcelos que é uma das mais altas referências em Análise de Negócios, e Engenharia de Software no Brasil.

O Review do livro em seu site mostra que cada vez mais a Economia da Informação vem tomando grandes dimensões no debate sobre o impacto econômico das novas tecnologias, e como que a informação está virando o bem mais valioso deste início de milênio.

A Econonia da Informação – Review por Paulo Vasconcelos