Economia da Informação

Inovação Tecnológica Brasileira

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

Enquanto estamos assistindo uma empresa de buscas NASCIDA EM UMA UNIVERSIDADE AMERICANA ganhar bilhões de dólares, nas universidades brasileiras – as particulares mais preocupadas em virar centro de convivência e shopping; e as públicas um antro da vigarice e do sindicalismo esquerdista – uma revolução está por vir.

http://www.youtube.com/watch?v=h9oGuIXPdd8

Enjoy!

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A vila privada da Google Inc.

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010
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A classe média digital

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De TIINSIDE

Mais de 50% da população é da nova classe média digital

Aparelhos que permitem aos usuários acessar a internet já estão presentes em 66% dos lares da chamada nova classe média digital brasileira, de acordo com pesquisa feita no Brasil, México e Argentina pela agência de marketing digital Razorfish e o portal Terra.

O estudo aponta esse segmento da sociedade como o que cresce mais rapidamente nesses três países, representando 53% da população no Brasil, 62% no México e 60% na Argentina. Essas famílias têm renda de três a dez salários mínimos, representam bilhões de dólares em renda familiar e são a maior força econômica dessas regiões.

A pesquisa revela que no Brasi os desktops são encontrados em 40% dos lares da nova classe média digital, enquanto que os laptops estão presentes em 3% e os celulares, em 23% das residências. Além disso, o relatório mostra ainda que dos 28 milhões de lares que possuem computadores no país, 63% são da nova classe média digital.

A Razorfish mostra, ainda, que dos 3,7 milhões de pessoas que pretendem comprar um computador neste ano, 57% pertencem às classes emergentes. Dados de vendas já realizadas, diz que nove em cada dez computadores estão sendo adquiridos por essa classe. Dos atuais usuários de internet, 42% serão da nova classe média digital neste ano, em relação a apenas 29% em 2004. Ou seja, o número de pessoas dessa faixa da população que acessam a internet, por meio dos diversos dispositivos, cresceu 44% no período.

“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, destaca Fernando Tassinari, diretor-geral da Razorfish no Brasil.

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As patentes e a Google…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De TIINSIDE

A Gemalto, fabricante de SIMCards e soluções de segurança digital, entrou com ação contra o Google, Samsung, HTC e Motorola. Ela acusa a gigante de internet de infringir suas patentes no sistema operacional Android, que é usado nos telefones celulares das fabricantes.

“As tecnologias patenteadas da Gemalto são fundamentais para a execução do software, desenvolvido em uma linguagem de alto nível de programação como Java”, diz a companhia na ação. Segundo a Gemalto, o processo é necessário para proteger os seus investimentos em inovação.

“As tecnologias que desenvolvemos e direitos conexos de propriedade intelectual são essenciais para o futuro da Gemalto. É o nosso compromisso com os funcionários, clientes, parceiros e acionistas para proteger essas inovações de empresas que ignoram os direitos intelectuais de propriedade da Gemalto”, argumenta a Gemalto no arrazoado do processo.

Monopoly Wars (XI) – Microsoft x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De Olhar Digital

Microsoft x Apple: quem ganha esta batalha?

Site reuniu diversos relatórios feitos por empresa de tendências do uso da internet e fez algumas previsões sobre o mundo tecnológico do futuro

Segunda-feira, 25 de outubro de 2010 às 15h50

Quando se trata de Microsoft e Apple, a batalha é acirrada para determinar quem está ganhando no mundo tecnológico. No uso de computadores, por exemplo, a Microsoft está à frente. No entanto, a Apple passou a construir um negócio lucrativo após o outro. Mas e quanto ao uso de internet vindo de aparelhos das duas companhias?

O site ZDNet analisou diversos relatórios feitos pela Net Market Share, uma empresa que fornece dados sobre tendências de uso da internet, sobre desktops e plataformas móveis durante o período de novembro de 2007 e outubro de 2010. Confira abaixo as tendências analisadas pelo site de tecnologia.

Windows XP continua em declínio constante. Em 2008 mais de um ano após o lançamento do Windows Vista, os usuários continuavam utilizando o XP. Menos de 10% substituíram a plataforma e cerca de 5% de todos os PCs Windows estavam utilizando versões anteriores ao XP. No entanto, a história mudou quando o Seven foi lançado. Nesse período, o número de usuários utilizando XP caiu mais de 20% em dois anos e continua caindo, da mesma forma que usuários de versões anteriores ao XP.

Apesar disso, não há evidências de que haverá um abandono significativo da plataforma Windows no mercado. A fatia de mercado de PCs com Windows caiu nos últimos dois anos e meio de 95.4% para 91.1%. Apesar disso, a queda não está relacionada somente ao Windows, mas sim a todos os sistemas operacionais. O uso do Linux, por exemplo, caiu de 1.08% para 0.85%. já o OS X manteve: de 5.26% para 5%.

A Apple apostou em campanha publicitária de maneira agressiva para o OS X. Enquanto a Microsoft estava sofrendo com o Windows Vista e sua pequena faixa de adesão no mercado de plataformas, a Apple apostou em campanha publicitária para o OS X. O resultado foi um crescimento para mais de 5% no ano passado, apesar de ter estagnado a partir deste momento (o que poderia explicar a campanha da Apple “Volte para o Mac” lançada há alguns dias). Porém, a cota global da Apple na internet continua a subir graças aos dispositivos móveis da empresa, como é o caso do iPhone e iPad.

A internet móvel está crescendo em um ritmo absurdo. Em 2007, o tráfego da internet vindo de dispositivos móveis foi quase inexistente (0.09%). Hoje, aparelhos móveis correspondem a cerca de 3% do tráfego global de internet, seguindo um crescimento de duas vezes a cada oito meses. Nesse quadro, o tráfego da internet vindo da comunidade mobile chegará a mais de 20% nos próximos dois ou três anos.

A Apple ganha da Microsoft quando o assunto é dispositivos baseados no iOS. No quesito dispositivos móveis, a Apple lidera a categoria com 42% de todo o tráfego da internet, seguido por uma plataforma Java, a Java Micro Edition (ME), que possui 37% do mercado – provavelmente sendo executada principalmente em aparelhos Nokia. Em terceiro lugar está o Symbian (11%) e em quarto o Android (8%).

O mercado de dispositivos móveis que assume tarefas que antes eram feitas por computadores está crescendo e, como exemplo disso, a própria Microsoft lançou o Windows Phone 7 em uma tentativa de abraçar este mercado de maneira satisfatória – e superar a Apple neste mercado.

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Escritório digital

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

Na economia da informação como trata VARIAN o trabalhador do futuro leva a caixa de ferramentas na mente, no qual a proficiência que antes era baseada em habilidades manuais, hoje toma forma na utilização constante de atributos mentais como cognição, percepção e raciocínio em qualquer lugar onde o trabalhador estiver.

A virtualização das formas de colaboração e trabalho via internet criaram os escritórios virtuais que podem ser conhecidos neste artigo.

Google Street View em foco

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Quem clicar na tag PRIVACIDADE deste site verá que o GSV tem sido o foco das autoridades ao redor do mundo e levantou discussões relativas ao direito de privacidade que gera mais arrepios do que a discussão do aborto no Brasil.

Aqui estão dois artigos da TI INSIDE sobre o GSV.

Alemães exigem que suas casas sejam retiradas do Google Street View

O Google informou nesta quinta-feira, 21, que mais de 244 mil pessoas na Alemanha solicitaram que as fotos de suas residências sejam removidas do Street View, o projeto mundial de mapeamento e fotografia de ruas do site de buscas. A companhia não sabe o que motivou os pedidos, mas calcula que o número de desistências representa 2,89% do total de 8,46 milhões de casas mapeadas.

A ferramenta de buscas vem enfrentando problemas para dar continuidade ao Street View desde que houve a coleta de dados de acesso à internet de redes sem fio residenciais desprotegidas, de forma supostamente acidental, foi descoberta por órgãos reguladores alemães. A denúncia do governo alemão levou o Google a admitir a coleta, mas a empresa colocou a culpa no software que os carros do Street View usavam para acessar a web, alegando um problema no código de programação.

Em comunicado em seu blog, o Google explica que, por causa dos problemas que enfrentou com o governo da Alemanha, teve que se reunir algumas vezes com a Autoridade de Proteção de Dados do país para dar garantias do cumprimento das leis de privacidade locais. No entanto, diz o Google, muitas pessoas “não entenderam a complexidade e o significado” de todo o processo e pediram para que suas casas não fossem mostradas no Street View.

A etapa alemã do projeto de mapeamento e fotografia de ruas havia sido cancelado, após o Google admitir a coleta dos dados de acesso à internet. Em meados de julho, porém, o site de buscas conseguiu entrar num acordo com o governo do país para retomar o Street View nas 20 maiores cidades, desde que dê às pessoas a opção de não ter suas casas fotografadas.

Governo do Canadá isenta Google Street View de punição

Em comunicado divulgado na terça-feira, 19, o governo do Canadá informou que já terminou as investigações relacionadas ao Street View, projeto de mapeamento e fotografia de ruas do Google, e decidiu que a empresa, de fato, violou a privacidade de usuários de redes sem fio desprotegidas, mas “sem intenção de prejudicá-los”. A Comissão de Privacidade do Canadá concluiu que as apurações não trarão consequências legais para o site de buscas, desde que ele se comprometa a “revisar seus procedimentos internos”.

Em maio deste ano, após uma denúncia do governo alemão, o Google admitiu que os carros que fotografam as ruas para o Street View coletaram os dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas. Depois de ser acusada de desrespeitar a privacidade dos usuários, a gigante das buscas culpou o software de acesso à internet dos carros, que supostamente teve um problema relacionado ao seu código de programação e acabou armazenando as informações.

No documento de esclarecimento das conclusões da investigação, a Comissária de Privacidade do Canadá, Jennifer Stoddart, explica que o problema no Street View foi causado por causa de um engenheiro, cujo nome não foi revelado, que não mandou o código de programação do software para avaliação do departamento legal do Google. No entanto, segundo ela, o engenheiro em questão viu o problema como “um detalhe técnico superficial”, e deu continuidade ao projeto.

Jennifer conclui seu relatório dizendo que o responsável pelo problema no software dos carros do Street View foi apenas irresponsável, mas não agiu de má-fé. “Por isso, adentrar por meios legais para punir a empresa não será necessário, desde que o Google se comprometa a cessar com a coleta dos dados, corrigir o problema no software, mudar seus procedimentos internos de aprovação de projetos e oferecer mais treinamentos relacionados à privacidade de internautas a seus funcionários.”

Para finalizar este escriba tem o prazer de exibir as fotos de seu pequeno vilarejo que o Google Street View captou no início desse ano (sim foi no início, pois o telecentro do final da rua ainda não estava concluído) com o seu Chevrolet Prisma Vermelho.

Reparem no presente de boas-vindas da Google Inc. no endereço deste escriba.

 

Quem diria que a Google teria uma recepção tão calorosa aqui no Brasil… Vou esperar as fotos no Iraque, ou na Síria.

PS: Devido a comomoventes pedidos dos nativos do City Jaraguá o carro não terminou o trecho da rua em questão.

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Monopoly Wars (X) – Bing x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de PC WORLD

Bing investe em integração com Facebook e Google quer a sala de estar; buscas chegam a cenários ainda não explorados e esta é a chance da Microsoft.

A guerra dos buscadores está, novamente, esquentando. Mas, ao contrário das batalhas anteriores, os dois principais concorrentes, Bing e Google, adotaram diferentes estratégias para conquistar o usuário. Enquanto o serviço da Microsoft aposta na integração com o Facebook, a companhia de Mountain View investe em mercados adjacentes, com o seu Google TV e o Chrome OS – sistema operacional para netbooks.

Não estamos falando de resultados em tempo real, recursos 2.0 ou aprimoramento de algoritmos; pela primeira vez, cada marca escolheu terrenos distintos para vencer a disputa. Quem se sairá melhor? Para descobrir isso, os olhos não devem mais se limitar ao computador, pois smartphones, televisões e redes sociais entraram no jogo.

FaceBing
O Bing anunciou na última quarta-feira (13/10) que algumas funcionalidades do Facebook seriam exibidas nas pesquisas do serviço – o que inclui os populares “curti” da rede. Se, por exemplo, o usuário procurar pelo filme Star Wars, poderá ver quantos de seus amigos apreciaram algum site que trata sobre a obra.

O Google tem uma ferramenta parecida, mas esta exibe as atualizações de redes como Twitter e Digg, além de serviços da própria empresa, como Gmail e Reader. Ainda assim, as recomendações do Facebook são diferentes, pois se espera que os contatos dele sejam mais íntimos do usuário que os seguidores do microblogging.

Google em outras frentes
O Google está tentando chegar a outras áreas para além da Web. Seu próximo alvo é a sala de estar, com o Google TV. Ele tenta unir a televisão à Internet, ou seja, os usuários passariam a usar a busca da empresa também nos televisores. O objetivo final seria: o que fosse pesquisado pelo aparelho, pudesse ser exibido instantaneamente na tela, de filmes a shows de música.

Os dispositivos móveis seriam a outra aposta da empresa, não só os smartphones com Android, mas também os netbooks com Chrome OS. Esse sistema operacional deve chegar até o fim do ano e transferiria todas as principais atividades do usuário no computador para a Internet; em vez de Office, Google Docs; nada de visualizador de fotos, força para o Picasa; games? Use o browser. E procure tudo, de fotos a documentos, a partir do buscador da companhia.

A Microsoft, por outro lado, já tem espaço garantido nesses dois setores. O principal competidor do Chrome OS é, lógico, o Windows – desde o XO até o 7. Quanto ao Google TV, a empresa de Steve Ballmer também tentou chegar à sala dos usuários. Primeiro veio o Media Center; falhou. No entanto, obteve sucesso com o Xbox 360, e continua adicionando recursos ao console. Um possível Bing TV, incorporado ao aparelho, portanto, não seria nada impossível.

As duas gigantes, assim, querem se tornar o centro do mundo digital de seus clientes. Desejam controlar tudo, promovendo em seus produtos os mecanismo de busca que administram, as redes sociais que apóiam, as músicas e filmes que comercializam.

Um choque de realidade: Google ainda domina
O Bing luta para se tornar um competidor à altura do Google, pois ainda está longe de alcançá-lo. Na última quarta-feira (13/10), a comScore divulgou que, nos EUA, a companhia de Mountain View foi responsável por 66,1% das pesquisas feitas na Web no mês de setembro. O Yahoo ficou em segundo, com 16,7%, e o buscador da Microsoft em uma distante terceira colocação: 11,2%.

Comparando esses índices aos de maio de 2009, no entanto – quando o Bing ainda se chamava Live – verificaríamos que o mecanismo de busca da Microsoft está crescendo. Ele aumentou sua participação em 2,9%, mais que o dobro do Google, que progrediu em 1,2%. Mesmo assim, ainda é pouco. Nos Estados Unidos, poderíamos somar a participação do Bing com a do Yahoo – pois ambos atuam juntos no país – e, não obstante, teríamos apenas 27,9%. De fato, nas buscas nos computadores, o Google está muito na frente.

Aparentemente, as batalhas serão mais equilibradas em outros setores. Se nos PCs, o Google domina, na sala de estar, nas redes sociais e nos dispositivos móveis, a disputa acabou de começar. É a chance que o Bing tem para crescer e, se a Microsoft quiser ameaçar sua rival, não poderá desperdiçar essa valiosa oportunidade.

(Ian Paul)

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Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Livros em PDF já é uma realidade, e as editoras ainda não se aprontaram para um novo modelo de negócio que minimize as suas perdas.

A pirataria de e-books se dá principalmente no alto valor dos impostos sobre livros (em especial o envio) e a intermitente mania das editoras em salgarem os preços, esquecendo-se do que o Chris Anderson proclama em The Long Tail onde o ideal não é você ganhar na escala, mas sim no nicho; onde, estes estão muito mais propensos a pagar serviços como a tradução e a editoração, bem como demais melhorias nos livros.

Com os e-books ainda fica mais fácil implementar um novo modelo de negócios ( já explorado pelo o Kiddle) de links interativos durante o texto, o que enriqueceria e muito a experiência da leitura.

de OLHAR DIGITAL

Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Relatório aponta que são feitas entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas no Google

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 13h14

A popularidade de leitores de e-books cresce a cada dia e, ao mesmo tempo, tem aumentado também a pirataria dos livros virtuais. De acordo com um estudo recente, até 3 milhões de pessoas baixam diariamente livros piratas.

A Attributor, uma empresa de soluções de monitoramento e antipirataria, autora do estudo, analisou o volume de downloads de e-books piratas entre junho de 2008 e junho de 2010, focando-se principalmente em sites de compartilhamento – como é o caso do RapidShare, Hotfile e MegaUpload.

A partir dos dados analisados, a empresa percebeu que houve crescimento de mais de 50% nas buscas por downloads de conteúdo pirata durante o ano passado. No Google, por exemplo, há entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas.

No entanto, a pirataria de e-books vem se focando menos em grandes sites de hospedagens e se movendo para sites menores e até mesmo para especializados em pirataria de e-books.

Desde agosto de 2009, foi identificado aumento de 54% em downloads de e-books piratas e, com a ampla disponibilidade do iPad em meados de maio deste ano, os downloads cresceram 20%.

Durante o estudo, o maior número de buscas por e-books piratas veio dos Estados Unidos (11%) e Índia (11%), seguidos pelo México.

Sites de hospedagem de torrents, como o PirateBay, não foram analisados. A pesquisa completa (em pdf) pode ser acessada no site da empresa.

Enxugando Gelo II

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de OLHAR DIGITAL

Justiça de Barueri quer tirar expansão de GTA IV do mercado mundial

Alegação é de que The Ballad of Gay Tony utiliza música como trilha sonora sem autorização do autor. Indenização pedida é de R$500 mil, além de multa caso o game não seja retirado das lojas

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 11h18

A Justiça de Barueri quer impedir as vendas da expansão de GTA IV – Episodes From Liberty City, The Ballad of Gay Tony, por conta do uso de uma música no game sem a autorização do autor. E a proibição não para por aí. A pretensão é de que as vendas do jogo sejam canceladas e todos os exemplares da expansão espalhados ao redor do mundo sejam recolhidos.

A música em questão é o funk “Bota o Dedinho pro Alto”, interpretada por MC Miltinho, de oito anos, e composta pelo pai Hamilton Lourenço.

Dessa forma, foi feita uma ação contra a produtora Rockstar Games sob acusação de que a música foi incluída no jogo sem autorização do autor.

A juíza Leonete Maria da Silva, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Barueri determina que a produtora se prive da veiculação do jogo e recolha os exemplares distribuídos ao redor do mundo. Caso a produtora e a Sinergex do Brasil, responsável pela venda do jogo no país, não retirem o título do mercado em até 48h, a liminar prevê multa de R$5 mil por dia excedido.

Além do impedimento de vender o game, o detentor dos direitos autorais pede indenização de R$500 mil.

Por enquanto, a representante da Rockstar Games no Brasil, a IDG, ainda não se pronunciou a respeito do assunto. A Synergex do Brasil afirma que está estudando a questão, mas ainda não há uma posição sobre o assunto.