Economia da Informação

Bubble Patent

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de agosto de 2011

Dois ótimos artigos sobre a bolha por volta das patentes de tecnologia.

Welcome to the patent valuation bubble 

Anúncios

A Google como paladina da liberdade da informação…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Esse é um ótimo exemplo como a Economia da Informação está ligada com o conceito de Ecossistemas de Negócios.

Google faz duras críticas a bloqueios governamentais à internet

De TIINSIDE

O Google publicou um estudo encomendado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, no qual critica os governos que impõem políticas de controle de acesso à internet. No relatório, o site de buscas diz que leis restritivas à web atrapalham a livre circulação de informações pelo mundo e interferem até mesmo nas relações comerciais internacionais.

De acordo com o Google, a maioria das restrições parte de visões conservadoras sobre a web. A gigante das buscas cita o exemplo da Turquia, que tirou o YouTube do ar por conta de uma ação judicial envolvendo direitos autorais de alguns vídeos, movida por um promotor de Justiça da cidade de Ataturk. Outro caso mencionado é o do WordPress, software de publicação para blogs, que foi proibido na Guatemala durante uma crise política local – movimento semelhante aconteceu no Turcomenistão, Cazaquistão e Uzbequistão com a ferramenta de publicação Livejournal.

O exemplo mais gritante de cerceamento à liberdade digital apontado no relatório, no entanto, é o da China, que redirecionou o acesso às três maiores ferramentas de busca on-line do mundo – o próprio Google, o Yahoo e o Bing, da Microsoft – para o site local, o Baidu. O movimento chamou a atenção do mundo, que apelidou a estratégia chinesa de “the great firewall”, em alusão à Muralha da China, que em inglês é Great Wall.

O estudo conclui que bloquear a internet impede que as companhias tenham acesso a informações comerciais umas das outras, dificulta que empresas de web cheguem aos seus clientes e ameaça as próprias características que transformaram a rede mundial de computadores numa ferramenta de crescimento econômico e desenvolvimento social. Segundo o relatório, minar o uso que as pessoas fazem da internet atrapalha a produtividade das empresas e atrasa as comunicações, e, numa análise apocalíptica, isso pode vir a se tornar um problema econômico.

Para quem deseja mais informações, o OpenNet tem estudos muito elucidativos sobre a liberdade na internet.

A classe média digital

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De TIINSIDE

Mais de 50% da população é da nova classe média digital

Aparelhos que permitem aos usuários acessar a internet já estão presentes em 66% dos lares da chamada nova classe média digital brasileira, de acordo com pesquisa feita no Brasil, México e Argentina pela agência de marketing digital Razorfish e o portal Terra.

O estudo aponta esse segmento da sociedade como o que cresce mais rapidamente nesses três países, representando 53% da população no Brasil, 62% no México e 60% na Argentina. Essas famílias têm renda de três a dez salários mínimos, representam bilhões de dólares em renda familiar e são a maior força econômica dessas regiões.

A pesquisa revela que no Brasi os desktops são encontrados em 40% dos lares da nova classe média digital, enquanto que os laptops estão presentes em 3% e os celulares, em 23% das residências. Além disso, o relatório mostra ainda que dos 28 milhões de lares que possuem computadores no país, 63% são da nova classe média digital.

A Razorfish mostra, ainda, que dos 3,7 milhões de pessoas que pretendem comprar um computador neste ano, 57% pertencem às classes emergentes. Dados de vendas já realizadas, diz que nove em cada dez computadores estão sendo adquiridos por essa classe. Dos atuais usuários de internet, 42% serão da nova classe média digital neste ano, em relação a apenas 29% em 2004. Ou seja, o número de pessoas dessa faixa da população que acessam a internet, por meio dos diversos dispositivos, cresceu 44% no período.

“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, destaca Fernando Tassinari, diretor-geral da Razorfish no Brasil.

Tagged with:

IBM acusada de prática anticompetitiva

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de julho de 2010

Direto de Época Online e TIINSIDE

Comissão Europeia investiga atuação da IBM no mercado de mainframes

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, anunciou nesta segunda-feira, 26, que iniciará uma investigação formal para verificar possível prática anticompetitiva da IBM no mercado de computadores de grande porte (mainframe).

A empresa é acusada de impedir que seus sistemas operacionais funcionem em outros hardware e de bloquear a atividade de prestadoras de serviços de manutenção terceirizados. Com isso, a Comissão Europeia entende que a IBM abusa da sua posição dominante no mercado.

O primeiro processo de investigação se baseia nas acusações da desenvolvedora de mainframes T3 Technologies e da fabricante de sistema operacional para mainframes TurboHercules, que desenvolve software baseado na tecnologia de código aberto Hercules, da própria IBM (veja mais informações em “links relacionados” abaixo). Elas alegam que a Big Blue se nega a liberar o código do Hercules para que ele rode em outros mainframes. Esse fato, na visão da Comissão Europeia, impede a participação de outras empresas no mercado europeu de mainframes e a inovação no setor.

O segundo processo, que trata de um possível bloqueio de prestadoras de serviços de manutenção terceirizados, vem de apuração do próprio órgão regulador europeu. A Comissão alega ter evidências de que a IBM, única fornecedora de equipamentos para seus próprios mainframes, atrasa ou se nega a fornecer peças de reposição de seus computadores para empresas terceirizadas, impedindo o surgimento e a atuação de companhias no setor e atrapalhando a competição no mercado europeu de tecnologia.

A Comissão Eropeia, no entanto, pondera que o início das investigações não significa que há provas das infrações, apenas que o assunto será tratado com máxima prioridade. Ao Wall Street Journal, a IBM declarou que vai cooperar com as apurações, mas chamou as acusações da T3 e TurboTechnologies de “completamente sem mérito” e “impulsionadas por grandes competidores, principalmente a Microsoft”.

IBM será investigada pela Comissão Europeia por abuso de posição dominante

Comissão Europeia recebeu queixas de distribuidores de programas de informática que acusam a empresa de unir material para servidores centrais a seu sistema de exploração de servidores

Bruxelas, 26 jul (EFE) – A Comissão Europeia (CE) abriu hoje duas investigações formais sobre o grupo de informática americano IBM, ao suspeitar que a companhia poderia ter infringido a legislação comunitária sobre concorrência em dois casos diferentes.

As duas práticas comerciais que poderiam indicar por parte da IBM um abuso da posição dominante, ou seja, do controle de pelo menos 20% de mercado, afetam os negócios dos servidores centrais, explicou o Executivo comunitário em comunicado.

A Comissão decidiu a abertura da primeira investigação formal por conta das queixas apresentadas por distribuidores de programas de informática, que afirmam que a IBM “une o material para servidores centrais a seu próprio sistema de exploração de ditos servidores”, segundo a CE.

A segunda investigação é iniciativa própria do organismo, e tem relação com “o suposto comportamento discriminatório da IBM com relação a seus concorrentes que oferecem serviços de manutenção para servidores centrais”.

Os dispositivos são computadores de grande potência empregados por várias empresas e instituições públicas de todo o mundo, destaca a CE, que estima que “a grande maioria dos dados empresariais mundiais é abrigada em servidores centrais”.

No mundo todo em 2009, foram destinados aproximadamente 8,5 bilhões de euros para a compra de novos materiais e sistemas de exploração relacionados com os servidores centrais, dos quais 3 bilhões foram gastos no mercado europeu, segundo dados da Comissão.

A primeira das supostas práticas ilegais de IBM teria como consequência a exclusão do mercado dos provedores de tecnologias de emulação, que permitem aos usuários executar aplicações essenciais em equipes de marcas diferentes à companhia americana.

Em segundo lugar, a CE suspeita que a empresa dos Estados Unidos colocou em prática ações comerciais “visando blindar o mercado dos serviços de manutenção, evitando concorrentes potenciais no mercado, e em particular restringindo ou retardando o acesso às peças de substituição das quais a IBM é a única fornecedora”.

No entanto, a decisão de hoje não significa que a Comissão disponha de provas das infrações, mas efetuará, segundo a própria entidade, “profundas investigações sobre o assunto”. EFE

A Google corre o risco de ser a próxima Microsoft?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de julho de 2010

Um post com 3 considerações sobre a supremacia da Google Inc. e o que ela é capaz de fazer com tanto poder. 

Em 2010…

Is Google at Risk of Becoming the Next Microsoft?  

Direto de Techcrunch    Editor’s note: The following guest post is by Peter Sims , co-author of True North: Discover Your Authentic Leadership with Bill George. His next book, Little Bets, debuts with Simon & Schuster next spring, with previews on www.petersims.com and Twitter @petersims.  In late April, JP Morgan invited me to a “thought leaders dinner” to discuss the latest goings on in Silicon Valley and digital media. In a private room at the swanky San Francisco restaurant Kokkari, there were about 20 of us seated around a long rectangular table, including venture capitalists from prominent firms, highly successful entrepreneurs, and a handful of people from J.P. Morgan, including Jimmy Lee, the firm’s well-known Vice Chairman, who sat at the head of the table. (I was, like Kevin Costner’s character in Bull Durham Crash Davis, “the player to be named later.”)   Anyhow, after about an hour and a few glasses wine, Jimmy raised the main question he was curious about: “I want to know from each of you: which company would you go long on and which would you short?” We could pick any timeframe. And, as it turned out, while the long picks varied widely from Amazon to Yahoo!, 12 of the 15 ‘thought leaders’ shorted Google. Jimmy was surprised, virtually astounded: “Wow!” he exclaimed, “You guys are really negative on Google, huh?”     I, too, was surprised. Google has been, after all, the most successful company in recent history (in terms of churning out growth and profits), led by Eric Schmidt, a well-respected CEO. And, we’ve seen book after book about why everyone should be more like Google. I admire Google, its people, and what they have been able to accomplish enormously. It’s astonishing. But the opinions in that room were not based on the company’s past performance. They were based on insights about Google’s future. Below are the reasons people cited for shorting the company (which, interestingly, were fairly diverse):    

  • Google has experienced a severe talent drain over the past several years, losing some of its most entrepreneurial and innovative people. Although Google’s has high retention rates, Google’s talent challenge is not in terms of numbers, it’s the type of people who are leaving and why they are leaving. The talent drain from Google has been well documented . Venture capitalists in the room (without a vested interest in the companies) argued that Facebook and Zynga are currently considered hot places to work in Silicon Valley. Google has, for example, seen a stream of people leave for Facebook including, more recently, the likes of Erick Tseng, the senior product manager of Android, Google’s critically important mobile initiative.

People close go Google say upward management is slowly replacing the company’s early culture of innovation. Entrepreneurial types and thought leaders who feel confined or unmotivated are moving. People will even say that it reminds them of Yahoo back in 2004-2005, not the meritocracy they once joined.    

  • The company has run out of easy growth opportunities and must now find big chunks of new revenue. With the core search business maturing, Google increasingly seems to increasingly feel the need to make some “big bets.” That is a problem that maturing companies face that CEOs call “the tyranny of large numbers.” Even mobile search, which is seeing impressive growth numbers of a small base, is still too small to make a material difference for the company. The company is obviously trying like crazy to find growth pockets, knowing that mobile is a ways off. The recent $700 million ITA acquisition is a great case in point of how it is going to spread out some medium-sized to big-bets to see what sticks. That is, companies must find bigger and bigger chunks of revenue to maintain growth rates. This problem is documented well by innovation researchers Professor Clayton Christensen in The Innovators Solution , and Jim Collins in How the Mighty Fall .
  • The company lacks a coherent strategy, especially in mobile. As Schmidt and other Google execs have stated, mobile is core to future growth. A number of people around the table that night had unique insight into Google’s mobile efforts. They argued that growing nascent mobile revenues will take significant time, especially since there aren’t many sizable acquisition targets available in mobile after Google’s purchase of AdMob. Instead, the recent purchase of ITA Software was an indicator of how the company might make some medium to big bets to see what sticks.
  • It’s about people, people, people. Google’s engineering-dominated culture isn’t news to anyone. But As Peter Drucker opined in his landmark book Innovation and Entrepreneurship , “Successful innovators…look at figures, and they look at people.” The company has long recruited people who fit a very specific profile.

Product manager candidates, for example, are told they must have computer science degrees from top universities. But while Google’s core algorithm was a brilliant feat of engineering innovation, a growing chorus of voices question whether it can be sustained. That cookie-cutter approach to people misses important opportunities for diversity and creates glass ceilings for non-engineers, both of which stifle innovation. Cultural hubris, another pattern Jim Collins in particular raises, is of foremost concern. It is often said that at Google the engineers lead engineering, product, and even marketing decisions. But when the company has failed, such as with Google Wave or Google Radio , critics have questioned whether the company really understands people.  For these reasons and more, perhaps the question that “in the know” Silicon Valley observers are now increasingly asking is: Could Google be the next Microsoft? That is, much like Google revolutionized search, Microsoft was a pioneer with its market-dominating operating systems and Microsoft Office. But outside the Xbox, Microsoft has struggled severely to produce new innovations. Deeper cultural problems were hidden by amazing performance and success.    One thing is for certain: it’s a pivotal time in Google’s history. If the company does not put these types of issues on the table, the chorus of short sellers will increase. But with mountains of cash, access to great people and big problems, I see the moment as an opportunity. It’s a chance to reflect, ask some tough questions, openly discuss the challenges, and incorporate some fresh thinking and people, so that this great symbol of global innovation can evolve and grow.What do you think—are you long or short? Is Google at risk of becoming the next Microsoft or on the verge of a creative explosion?

Em 2007…    

Is Google becoming the next evil empire?

De COMPUTERWORLD

C. J. Kelly

I heard on the news this morning something about Google’s founders getting close to being richer than Bill Gates.  Is money the root or the root of all evil?  I don’t know.     I read this recent piece by Preston Gralla, Seven ways to keep your search history private.  I am interested in keeping my searches private from any big enterprise that could correlate my searches to me personally.  It’s kind of like the big grocery store chains that give you a shopping card to track your purchases in order to market to you personally.  I don’t mind the marketing as much as I mind that everything on my grocery list is in a database attached to my name.  A database that can be compromised.  I don’t like it that anyone can compile data on me about my personal preferences, habits, or interests.  It’s just an invasion of privacy.  The same feelings apply to the big search engines selling my information (searches) to marketing types.    

After looking at Preston’s list, I decided to install the Firefox extension to “anonymize” the Google cookie UID, so that I can still use gmail and search using the Google engine without my searches being correlated to my login name.  I also selected the option to not send any cookies to Google Analytics.  I still switch between Firefox and IE7, depending upon my mood.  I like FireFox, but IE7 gives you tabbed browsing and that was one of the main features I liked in FireFox.  I liked the fact that I could configure FireFox to delete all private information each time I closed the browser.      In IE7, which I will not use for personal email, only surfing, with the phishing filter turned off (see below), I changed the location of where my Temporary Internet Files are stored to my local hard drive instead of the network server.  That way I can delete that information without worrying about it being backed up by a network server.     

Now, more about IE7’s anti-phishing tool.  Did you know if you turn on the anti-phishing tool (“phishing filter”) in IE7, IE7 sends the URLs to Microsoft.  So now you know that both Microsoft and Google are interested in what you do on the web.  Here’s a direct quote from the Q&A on the phishing filter taken from IE7’s help feature:      “When you use Phishing Filter to check websites automatically or manually, the address of the website you are visiting will be sent to Microsoft, together with some standard information from your computer such as your computer’s IP address, browser type, and Phishing Filter version number. To help protect your privacy, the address information sent to Microsoft is encrypted using SSL and limited to the domain and path of the website you are visiting. Other information that might be associated with the web address, such as search terms, information you entered in forms, or cookies, will not be sent.”   

Yeah.  Sure.  Right.  You have their word on it.  Between the WGA (Windows Genuine Advantage) tool and the phishing filter, you have to believe that Microsoft must be having data warehouse headaches right about now.  And they probably know more about me than I want them to.     When you are behind a corporate firewall, the IP address is going to be the public address of the company, so it’s not like they can narrow that down to a specific PC.  But, if you are surfing from home, that IP address is associated with you personally by your ISP.     At any rate, we’ve standardized on IE7 for the desktop at work, but the IT and Security folks are all using FireFox.  That dang WGA tool gets reinstalled every time you patch your system, so I’ve givenup trying to clean it out of the registry every time it installs.  It’s futile.      So what is my chief complaint?  I don’t think anyone or any company who I buy products from should keep my personal identity associated with my personal browsing or shopping habits.  It’s wrong.  It’s no one’s business.  And it’s not about having something to hide. 

I don’t invite you into my house to browse in my underwear drawer?  If I invite you over, you are limited to the guest areas.  That’s the way it’s supposed to be.     My other beef is that storing information that people have not given you permission to store is sitting in databases or data warehouses that can be compromised.  That really unnerves me.     

 Em 2005…    

Google: The next Microsoft? Noooo!

Direto de USATODAY

Did you hear about the new breakfast cereal Google might be coming out with? Google Puffs. Kellogg is apoplectic.     Yep, and there’s the chain of dental practices, Google Teeth. If Google moves into that business, it could wipe out every storefront dentist from sea to shining sea.    

Or maybe those are just somebody’s worst nightmares, fueled by the growing anxiety over an impending global Google-opoly.     It seems like every industry is on edge about Google. The company seems to be able to do anything and totally kick butt. NFL strategy meetings in the commissioner’s office probably include sessions on what to do if there’s an unveiling of a rival Google Football League.    

We haven’t seen anything like this since the heyday of Microsoft — back when Bill Gates and his crew could launch a cable channel and make everyone believe the company was about to take over all of television. Venture capitalists in the 1990s would refuse to fund a start-up if it was in a business that anyone could even imagine Microsoft might someday invade.     Google has suddenly become much scarier than Microsoft. Google is making Microsoft seem like George Foreman — once a menacing, powerful presence, but now sort of eccentric and cuddly.    

OK, maybe not cuddly.    

 Anyway, Google-mania, which has been on the rise for a couple of years, hit an all-time high last week after Google introduced Google Talk. The instant-messaging service isn’t much different from others by Yahoo, Microsoft or AOL. But because it’s Google, people are spinning out scenarios that have Google eventually stomping into telecommunications and putting the likes of Verizon and BellSouth out of business.     On top of that, Google last week also came out with Google Desktop 2, which can sit on your PC screen like a control panel, searching files on your hard drive and working as a launch point for playing music, navigating the Web or most anything else you do on your PC. Until recently, most of those functions had been Microsoft’s territory.     But wait — there’s more! Google Maps and Google Earth are crashing the whole mapping and navigation party. Launched in early 2005, Google Maps is quickly gaining on leaders Yahoo Maps and MapQuest, according to Web research firm Hitwise.     Plus, Google has Gmail, Blogger and Picasa photo sharing. It invested in Current Communications, which makes technology that lets electrical wires carry Internet communications. And now, Google is selling shares to raise $4 billion so it has the cash to do even more stuff, setting off yet more speculation.    

Around the world, people are trying to read the Google tea leaves. Search for Google on Google News, and you’ll find headlines from the U.K., South Africa and Australia.     In Pakistan, English-language Kashar News concludes a story by saying, “Google Talk may be just another step toward world domination by Google.”     Apparently President Bush had it wrong all along, sending the military into Iraq. He could’ve just sent Google.     “Google is a global Rorschach test,” says John Battelle, whose book, The Search: How Google and its Rivals Rewrote the Rules of Business and Transformed Our Culture, comes out in September. “We see in it what we want to see. Google has built an infrastructure that makes a lot of dreams closer to reality.”    

Which means that if you can dream up a scenario, you can believe Google could pull it off. For instance, Google Talk includes an ability to have computer-to-computer voice conversations — which also is part of Yahoo IM, AIM and MSN Messenger. But because Google has built a massive computing system that can handle more data faster and cheaper than any other in the world, a lot of folks assume Google Talk could quickly turn into a platform for VoIP Internet phone calls. Soon after, Google would be the new Ma Bell.     “Google is this era’s transformational computing platform,” writes Stephen Arnold in his new book, The Google Legacy. In the mid-20th century, IBM made the computing platforms that changed the world. At the end of the century, Microsoft played that role. Now, Arnold argues, it’s Google’s turn.     No question Google is that ambitious. It is pursuing a “Google everywhere” philosophy, finding ways to make Google a constant in everyone’s communications, entertainment and information handling. To its credit, Google is often getting there by coming out with products that are better than those from competitors. Google Maps can just flat-out do more than Yahoo Maps. Gmail trumps Hotmail.    

Google is also winning battles by taking pages right out of Microsoft’s playbook, like making things free to undermine competitors and linking pieces together (Talk and Gmail are tightly integrated) in ways that make each piece more valuable.    

Which is funny, because much of Google’s leadership consists of people who learned from Microsoft by being whipped by Microsoft.     CEO Eric Schmidt, for instance, used to be at Sun Microsystems and then Novell, two companies that practically defined themselves as Microsoft underdogs. Top investor John Doerr funded Netscape, the browser maker that Microsoft buried.     Last year, when Google had its IPO, it positioned itself as an anti-Microsoft. That, really, was the point of its much-heralded credo, “Don’t be evil.”     Yet now Google finds itself cast as the next Microsoft, and any company that big and ambitious can’t help but be seen as evil by some.     “Google may wish they hadn’t embraced that,” author Battelle says. “It’s a very long rope on which they could possibly hang themselves.”     Because you just know the dentists would think Google Teeth is evil.    

Kevin Maney has covered technology for USA TODAY since 1985. His column appears Wednesdays. Click here for an index of his Technology columns. E-mail him at: kmaney@usatoday.com.

Google na mira da Divisão Econômica da União Européia

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 8 de julho de 2010

Ao passo que as tecnologias da informação e comunicação vão adquirindo um alto grau de essencialidade na vida das pessoas, e dessa forma sendo parte quase que simbiótica da vida moderna; é de se respeitar que seja aberta por parte dos setores governamentais dispositivos de regulação, mais especificamente, os dispositivos legais para regular as estruturas de mercado.

A computação na sua forma mais pueril de verossimilhança atinge o intangível nas suas mais diversas formas (Nota do autor: para quem acha que análise e desenvolvimento de sistemas computacionais é mera matemática, faça o exercício de tentar abstrair um sistema simples de registro de notas e verá o quão difícil é implementar esse modelo no mundo ‘real’) através da abstração, que é muitas das vezes difícil de se mensurar o impacto de determinada tecnologia, e até que ponto ela passa a ter o grau de essencialidade o bastante para ser considerada um problema em caso de concentração de mercado.

Esse pequeno prólogo serve para apresentar o problema que a União Européia vem tendo em relação as Search Engine Optimization (SEO), mais especificamente o Google que através de suas ferramentas e inovações através de algoritmos de buscas muito eficientes detém aproximadamente 76% dos acessos como motor de busca no velho continente. E essa é a temática da investigação que a União Européia vem procedendo contra a empresa de Mountain View.

É esperar o rumo das investigações e aguardar o bom senso das autoridades para que seja emanada uma decisão pautada no equilíbrio de mercado e nas boas práticas comerciais, doa a quem doer.

PARA LER

ALAZRAKI, Melly. Google Faces New EU Antitrust Allegations. Disponível em << http://www.dailyfinance.com/story/investing/google-faces-new-eu-antitrust-allegations/19544674/ >> Acessado em 8 Jul 10.

THE ECONOMIC TIMES. Google in EU antitrust crosshairs. Disponível em << http://economictimes.indiatimes.com/infotech/internet/Google-in-EU-antitrust-crosshairs/articleshow/6140904.cms >> Acessado em 8 Jul 10.

MYSLEWSKI, Rik. EU examines Google antitrust complaints ‘very carefully’. Disponível em << http://www.theregister.co.uk/2010/07/07/google_eu_probe_may_soon_be_announced/ >> Acessado em 8 Jul 10.

Gaudin, Sharon. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9178952/EC_exec_says_Google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

VALENTINO-DEVRIES, Jennifer. Q&A: What Does Europe’s Antitrust Inquiry Into Google Mean? Disponível em << http://blogs.wsj.com/digits/2010/02/24/qa-what-does-europes-antitrust-inquiry-into-google-mean/ >> Acessado em 8 Jul 10.

BRADSHAW, Tim; TAIT, Nikki. Brussels to look closely at Google probe.  Disponível em << http://www.ft.com/cms/s/2/e2e24334-89e9-11df-bd30-00144feab49a.html >> Acessado em 8 Jul 10.

COMPUTERWORLD. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.techworld.com.au/article/352451/ec_exec_says_google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

GAUDIN Sharon. Google’s antitrust probe could prove distracting, analysts say. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9161798/Google_s_antitrust_probe_could_prove_distracting_analysts_say >> Acessado em 8 Jul 10.

HOLTZ, Julia. Committed to competing fairly.   Disponível em << http://googlepolicyeurope.blogspot.com/2010/02/committed-to-competing-fairly.html >> Acessado em 8 Jul 10.

Monopoly Wars (IX) – China x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Google pode ter licença de permanência na China negada

[…]O governo chinês poderá não renovar a Licença de Provedor de Conteúdo na Internet (ICP, na sigla em inglês) do Google. O prazo para renovação do documento é nesta quarta-feira, 30, mas observadores do mercado acham que a postura anticensura em relação aos resultados de buscas adotada pela companhia, considerada inaceitável pelos órgãos reguladores chineses, pode resultar na recusa da autorização para que contine a operar no país.

Para tentar reverter essa possibilidade, sem comprometer sua posição contrária a autocensura nos resultados de buscas, o diretor de assuntos legislativos do Google, David Drummond, declarou, na segunda-feira, 28, em post no blog oficial da companhia, que os internautas que acessarem a ferramenta chinesa do site, o Google.cn, não serão mais redirecionados automaticamente para a página de Hong Kong. Agora, os usuários terão a opção de usar aplicativos que não precisam da autocensura, como o tradutor de textos ou a ferramenta de mapas, na própria página chinesa, ou clicar num link para a página de Hong Kong.[…]

Caíndo no mesmo risco de parecer uma cópia mal acabada do Reinaldo Azevedo, comento:

Por mais que o regime de governo da China tenha métodos pouco ortodoxos –  para não entrar na seara dos direitos humanos e similares – não é o caso de uma corporação como o Google que é produto do livre mercado e iniciativa aceitar fazer negócios com esse tipo de governo, com a agravante de ser sabedor do que se passa do lado de dentro das fronteiras. Fique-se bem claro que com esse caso o governo chinês age certo com uma companhia que desafiou a sua soberania, e contrariou as normas vigentes e pré-estabelecidas naquele país para a obtenção de lucro e market share. Em miúdos, pediu permissão para entrar no jogo, começou a ver que não ia ganhar, e começou a quebrar as regras, e ainda não satisfeito saiu dizendo que foi injustiçado mesmo tendo aceitado as regras pré-estabelecidas.

Em uma analogia, propor um trato com esse tipo de governo e não agir conforme o que foi pré-estabelecido, é a mesma coisa de vender a alma para o Diabo e na hora de ser cobrado desfazer o que foi feito e parecer junto à opinião pública uma santidade defensor de Jesus.  

 

Monopoly Wars (VII) – Scotland Yard x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Google Street View agora será investigado pela Scotland Yard

A coleta de dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas pelo Google, durante o mapeamento das ruas para o projeto Street View, agora será investigada pela Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard. A polícia quer saber quais leis foram violadas durante o projeto e em que órgão do governo do Reino Unido um possível processo judicial deve ser registrado.

O anúncio da investigação, feito nesta terça-feira, 22, leva em consideração uma queixa formal feita pela Privacy International (PI), organização europeia pelos direitos à privacidade on-line, segundo o jornal britânico Guardian. A PI acusa o Google de violar a privacidade dos internautas britânicos, comparando a coleta de dados a uma prática de grampo telefônico não autorizado. O Guardian, por sua vez, acredita que o armazenamento das informações de acesso à internet de redes Wi-Fi teve fins comerciais, pois, segundo o jornal, o Google trabalha no desenvolvimento de uma plataforma de publicidade on-line baseada no comportamento das pessoas na web (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A Scotland Yard, no entanto, não faz nenhuma menção direta ao Google no documento que comunica a investigação. A polícia londrina apenas diz que iniciará “um inquérito policial que envolve a coleta não autorizada de informações de redes Wi-Fi” no Reino Unido. A polícia já avisou o site de buscas que alguma “pessoa responsável pelo assunto” precisa ser indicada para responder aos questionamentos da investigação.

Monopoly Wars (VI) – Federal Trade Comission x Intel

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Intel obtém suspensão de processo de investigação nos EUA

A Intel conseguiu suspender o processo de investigação por prática de monopólio impetrado pela Federal Trade Commision (FTC), órgão do governo dos Estados Unidos que investiga contratos comerciais e dados fiscais de empresas e pessoas físicas, até o dia 22 de julho. Segundo a fabricante de chips, o acordo, fechado na segunda-feira, 21, servirá para que a empresa consiga reunir todas as informações exigidas pelo órgão do governo americano e possa contribuir com as investigações. Os termos do acordo são confidenciais.

O processo, registrado na FTC em dezembro do ano passado, acusa a Intel de usar de sua posição de liderança no mercado para impor às fabricantes de computadores a compra de seus produtos, numa prática considerada anticompetitiva. O objetivo da ação, caso fique comprovado o uso de sua posição dominante, não é penalizar monetariamente a empresa, mas impor barreiras mercadológicas que a impeçam de continuar com as práticas monopolistas.

A Intel também é alvo do mesmo tipo de investigações no Japão e na Europa, sendo que nesta última região ela pagou US$ 1,45 bilhão para acabar com a ação por práticas antitruste.

Google em mais uma investigação envolvendo privacidade

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de maio de 2010

Direto do Olhar Digital

Google será investigado por captura de informações confidenciais pelo Street View

Não é de hoje que o Google vem enfrentando problemas com o seu serviço de captura de imagens, o Street View. A ferramenta, lançada em 2007,  tem sido alvo de várias críticas por publicar fotos sem preservar a identidade dos indivíduos e por captar imagens por cima de grades e muros de propriedades privadas. E na semana passada, o buscador admitiu que, por “engano”,  os carros do serviço não estavam capturando apenas imagens, mas também informações privadas  e totalmente confidenciais trasmitidas pelas redes wi-fi.

Não foi por falta de aviso, já que aqui no Economia da Informação em diversos posts foram expostos motivos suficientes para observara construção que esse super monopólio da economia digital que quer apropriar-se do direitos dos livros, dos vídeos, das idéias, da internet, e agora da privacidade das pessoas.