Economia da Informação

iPad: O balão de oxigênio para a nova mídia.

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 28 de novembro de 2010

E o Murdoch está aproveitando para dar uma lição na Old Media.

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Economia da Informação no UOL, G1 (Globo), e e-Band… E o futuro dos jornais?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de novembro de 2010

Eis um retrato fiel do jornalismo online brasileiro.

Reparem nas três manchetes abaixo:

Google Street View flagra homem armado em rua de SP

Google Street View flagra homem armado andando em rua de SP

Google Street View flagra homem andando armado por SP

Seria uma completa sincronissidade  se não fosse o fato deste blog/site ter postado o ocorrido acima em 23 de outubro de 2010 neste post.

Isso mostra algumas coisas:

1) Sim, redações são caras e jornalismo online terá um efeito avassalador sobre as universidades de jornalismo nos próximos anos;

2) Os blogs já estão entre o rol de referências do jornalismo, pois, muitas das vezes trazem informações desprovidas de tendências editoriais. Julio Severo, Paulo Vasconcelos, Silvio MeiraPaulo Andrade (Paulinho), Alberto Murray, Juca Kfuori, Graça Salgueiro (melhor referência sobre o movimento latino-americano);

3) A curto prazo os blogs tomarão conta da internet no quesito jornalismo, pois, a crise de confiabilidade nos jornais está em patamares baixíssimos em relação ao grau de confiança que tinham no passado. Prova disso é o paradoxo do crescimento demográfico, aumento da população alfabetizada (mesmo que 9% seja analfabetos e 20% sejam analfabetos funcionais) e a estagnação em relação aos exemplares vendidos.

Negócio chato esse tal de Youtube!

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de outubro de 2010

Direto de Mídia sem Máscara

Klauber Cristofen Pires | 18 Outubro 2010

Artigos – Eleições 2010

Como teríamos tido conhecimento da íntegra dos pronunciamentos do Pastor Piragine Jr, do Arcebispo da Paraíba, e das homilias dos Padres Paulo Ricardo e José Augusto?Juntos, estes vídeos já ultrapassam milhões de acessos, enquanto que absolutamente nenhuma rede de tevê os divulgou até o presente momento.

Ludwig von Mises afirmava acertadamente que a história nunca se repete: sempre entra algum ingrediente novo nas circunstâncias, nos motivos ou nos meios. Parece que as esquerdas perderam o seu timing. Ora, ora, que saudades melancólicas daqueles tempos em que se podia fazer uma revolução em paz.

Ano de 2003: passados seis meses de governo sem ter dado sequer uma declaração ou entrevista espontânea à imprensa, o Presidente oriundo do Partido dos Trabalhadores organiza uma entrevista coletiva preparada com todos os rigores do protocolo cubano: apenas uma pergunta por repórter, enviada com antecedência e selecionada previamente pela equipe do Cerimonial. Nada de réplicas. À última e única pergunta que poderia ter significado alguma crítica ou questionamento sobre a qualidade do seu governo, Lula responde cinicamente que o seu único arrependimento foi o de não ter feito tantas coisas boas quantas gostaria de fazer. Lula não queria papo com o Brasil.
Só foi querer quando explodiu o mensalão. Até lá, a imprensa não passava de uma extensão do Diário Oficial ou pior, um apêndice do seu partido.

De lá para cá, mentir tem ficado mais difícil. Até poucos anos atrás, flagrantes de contradição ou de malfeitos dependiam do acesso a arquivos de acesso restrito, que muito bem podiam ser monitorados na fonte, i.e., nas edições das grandes redes de tevê, bem como, por isto mesmo, dependiam também de recursos financeiros elevados para serem divulgados. Os magnicídios cometidos nos regimes comunistas soviético, chinês e cambojano puderam ser acobertados pela simples monitoração de uns poucos diplomatas e jornalistas para lá enviados e convenientemente cercados de cenas pré-fabricadas ou simplesmente subornados.

Entretanto, com a chegada do YouTube e outras facilidades semelhantes, basta um reles aparelho celular na mão de qualquer um para que em pouco tempo a notícia – ou a memória dela – sejam compartilhadas por milhares ou milhões de pessoas. É esta imensamente disseminada liberdade criada pelo capitalismo o que assusta o PT e o que faz propugnar pelo que chama de “controle social” dos meios de comunicação.

Não fosse por isto, de que outro modo poderíamos comprovar com os nossos próprios olhos a fala de Lula a se declarar contrariamente aos benefícios que deram origem ao bolsa-família, acusando os pobres de votarem “com o estômago”, e logo em seguida confrontar o mesmo protagonista em outra situação, desta vez como Presidente, a afirmar que tem gente que tem “raiva de pobre” e que chamam o benefício de esmola?

Será que, com a tevê pautada pelo partido hegemônico, teríamos o largo acesso às imagens de Dilma Roussef afirmando categoricamente ser favorável à legalização do aborto e logo em seguida confrontar tais imagens com as gravações recentes em que se finge de pia cristã devota do santo-do-pau-oco?

Como teríamos tido conhecimento da íntegra dos pronunciamentos do Pastor Piragine Jr, do Arcebispo da Paraíba, e das homilias dos Padres Paulo Ricardo e José Augusto? Só para constar, juntos, estes vídeos já ultrapassaram milhões de acessos, enquanto que absolutamente nenhuma rede de tevê os divulgou até o presente momento.

Tenho que o PT perdeu o timing para fazer a revolução tão esperada. Entrou um fator novo, a demonstrar por imagens auto-evidentes o que mil palavras não bastariam. Em 2002 e 2006, este fator novidadeiro já existia, mas não na profusão dos dias atuais.

Cuidado, ó jornalistas engajados e vendidos! Cuidado, ó jornalistas negligentes! Agora vocêm devem mostrar seus serviços, pois a falta deles…pode não fazer falta! Cuidado, enfim, ó brasileiros, eis que nunca tiveram tantos instrumentos à disposição para enxergar as mentiras, falcatruas e iniquidades perpetradas pelo Partido dos Trabalhadores e suas siglas congêneres.

Jornais criticam plano da Apple de controlar assinaturas

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de outubro de 2010

De Observatório da Imprensa

Os planos da Apple de concentrar os serviços de assinaturas das versões de jornais e revistas para o iPad já causa controvérsia entre as editoras, que temem perder para a empresa americana o controle na relação com os leitores. Hoje, alguns jornais, como o New York Times, são disponibilizados gratuitamente no tablet; outros, como o Wall Street Journal, têm permissão para controlar as assinaturas de suas edições online.

O novo serviço da Apple, em que ela faria a ponte entre veículos e assinantes, desagradou às editoras justamente por afastá-las dos clientes. Segundo representantes do Journal, o novo modelo de negócios dificultaria seu acesso a qualquer tipo de informação sobre os seus leitores.

Outro ponto delicado é a discussão sobre o compartilhamento de lucros. “Não ceda o controle sobre o cliente”, diz Todd Larsen, presidente da Dow Jones & Co, que publica o Journal. Para ele, ao se permitir que empresas de fora cuidem deste relacionamento, ele se torna fragmentado. “É difícil ganhar de novo a relação com o cliente”. Informações de Mira Oberman [AFP, 23/9/10]

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Comunicado – Desabafo – Dúvida… – Direto de Banca de Revista

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de agosto de 2010

Link para a postagem original.

Quando comecei o site, eu tinha uma meta, mostrar para as empresas que a revista digital faria sucesso sim!! Que tem procura, que fazendo isso alguém poderia ver e se ligar que com a revista digital estaria destruindo menos o nosso planeta!

masssssssssss

Dia 18/08/2010 recebi uma intimação da Editora Abril exigindo a retirada de todo material ligado a ela, alegando direitos autorais!!

Isso quer dizer: veja, mens health, mundo estranho, playboy, quatro rodas, super interessante, vip, entre outras, foram deletadas para evitar sanções legais.

Acho uma puta sacanagem isso, estou cansado de ouvir essa tal de liberdade de informação, e me pergunto que merda de liberdade é essa??

As empresas investem tanto em comerciais e anúncios sobre quanto é prejudicial a pirataria (até inventam coisas ) agora me pergunto, por que raios eu vou comprar um produto original, se não posso fazer o que eu quiser com ele?? Sim, muitas revistas que postei ao longo da existência do site foram Scans próprias!! Compradas!! E vem me dizer que não tenho a liberdade de colocar em um site pessoal pra galera baixar!!!

Dizem que isso é crime!!!!!a vai pra PQP!!!

Então me pergunto, se eu comprar a revista e colocar num consultório médico (por exemplo) é crime também?? quer dizer que todos os médicos vão receber uma intimação de direitos autorais!! pq se for ver é praticamente a mesma coisa!!!

Agora eu pergunto a vocês:
Alguém por acaso sabe me dizer quanto a empresa Abril destrói de árvores por ano pra produzir essas revistas?? e olhe bem, só estou comentando sobre as árvores!! fora isso ainda tem muito material no meio…

E antes que algum corno venha me dizer que a Abril tem campanhas, faz reflorestamento e blablabla…eu lhe pergunto: se ela planta uma árvore, quanto vc acha que ela destrói??

Fim do Jornal do Brasil

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de julho de 2010

Direto de O GLOBO.

‘Jornal do Brasil’ deixará de circular e terá apenas versão na internet

[…]RIO – O “Jornal do Brasil”, um dos mais antigos do país – que teve a sua primeira edição impressa em 1891 -, vai deixar de circular. A data para o fim da versão em papel será decidida entre quarta e quinta-feira, segundo informou o empresário Nelson Tanure, dono da marca, nesta segunda-feira. Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso na sua empreitada, decidiu manter o jornal só na internet.

– A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta-feira ou na quinta-feira. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo – disse Nelson Tanure.

Nesta segunda, Tanure confirmou a saída de Pedro Grossi, que ocupava a presidência do “JB” há apenas quatro meses:

– Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel – disse.

Em carta a editores e diretores do “JB”, e reproduzida no site “Janela Publicitária”, Grossi diz que “Em almoço realizado hoje (segunda-feira), na presença do Dr. Ronaldo Carvalho e da Dra. Angela Moreira, o Dr. Nelson Tanure informou que publicará na edição de amanhã (terça-feira) do Jornal do Brasil (JB) uma notificação assinada pela direção da empresa e dirigida aos leitores na qual explica a transposição do jornal escrito para o tecnológico. Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que o expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome”.

Procurado pelo GLOBO, Grossi, no entanto, diz que só deixará o cargo de diretor-presidente do “JB” assim que a empresa anunciar o fim da publicação impressa. […]

EI: A muito se discute na economia da informação os novos modelos de negócios com a internet, e o desaparecimento da versão impressa do JB levanta um furor nos entusiastas com a informatização onde eles vêm a decadência dos jornais como algo bom. O que é de desconhecimento destes mesmos entusiastas é que apenas 26% dos lares do Brasil possuí conexão com a internet e 75% da população é composta de analfabetos funcionais o desaparecimento de um jornal em uma versão impressa é de causar não um furor quase eclesiástico para um dogma tecnológico, mas sim um espanto para a aparição de uma tendência sem precedentes onde haverá assimetria da informação onde será composta dos que têm acesso à informação (os possuidores de conexão com a internet) e os que não vão possuir esse acesso; bem como essa assimetria irá ocorrer também na forma em que a pluralidade dos meios de informação ficam limitados (mesmo que somente 25% das pessoas consigam abstrair algo das palavras escritas). Uma proposta plausível para os jornais, e a mudança de seu modelo de negócio seria:

1) acabar com os artigos de opinião e editoriais, e transcrição de noticias em formato de sintético, sem comentários de qualquer tipo de natureza, onde desse modo a decisão da opinião ficaria somente com o leitor;

2) reduzir as fotos e pictogramas e investir em reportagens que não sejam somente de amenidades como crimes locais, ou discussão de assuntos irrelevantes;

3) acabar com o modelo pago e investir na distribuição gratuita, ou freemium como prefere chamar o Chris Anderson (autor do livro a Cauda longa), onde os anúncios pagariam os custos do jornal;

4) apostar em reportagens investigativas, e com isso distinguir a linguagem do jornal e investindo em uma segmentação;

5) utilizar o versioning (criado pelo Dr. Prof. Hal Varian e o Dr. Prof. Carl Shapiro) onde ter-se-ia 3 a 4 versões do mesmo jornal mas com noticias locais, ou mesmo segmentados para públicos de nicho como empresários e executivos, público em geral, versão local, versão de bairro, e versão com fatos comentados pelos cronistas de grande sucesso.

É um longo caminho, mas sem dúvida o mais importante não é o modelo de negócios adotado por jornal A, ou B mas sim a pluralidade de opiniões e de contextos que fazem a construção de não somente da economia da informação, mas sim de uma sociedade justa e democrática.

O futuro da informação jornalística

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de junho de 2010

Aqui no Economia da Informação, já foi discutido como o modelo do jornalismo deve mudar para manter-se vivo. É fato que as publicações jornalísticas estão cada vez mais em baixa, seja pela a qualidade do seu conteúdo editorial, bem como a sua insistência em manupulação, distorção e omissão de diversos assuntos, em especial na seara política e econômica. Mas esse não é o mérito.

Stephen Kanitz publicou em seu blog um texto muito conciso sobre Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas, onde o autor promove uma série de questionamentos pontuais sobre o futuro das empresas de mídia.

Stephen Kanitz – Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas

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10 anos depois da Bolha da NASDAQ: Qual bolha estamos inflando?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de abril de 2010

No dia 10 de março fez 10 anos em que a NASDAQ alcançou 5,132 pontos; fato esse que foi o auge da cotação das empresas ponto.com. Só para se ter uma idéia da diferença, no mesmo 10 de março de 2010 o índice fechou em 2,352 pontos.

O que aconteceu posteriormente é de conhecimento público, mas ficam lições importantes de que como os princípios econômicos sempre se sobressaem a histeria tecnológica, esta última tão alardeada por entusiastas de tecnologia, que definem gadgets como tecnologia.

A histeria de 10 anos atrás, se transfere nos dias de hoje na esperança e fé (dogma tecnológico) de que gadgets vão matar os livros, os professores, as universidades, o trânsito, e as relações humanas.

A bolha existe, mas não é financeiro-tecnológica, e sim tecnológico-humana; onde promessas baseadas em um marketing semi-messiânico (Vide iPad, e Twitter) colocam as mais diferentes relações – sejam elas humanas, econômicas, estudantis, relacionais e sociais – como mero atrito social que impedem o desenvolvimento do progresso humano.

A Economia da Informação não trata apenas do que tange a tecnologia e os preceitos econômicos na era da informação, ou da economia de rede; mas, além disso, trata de questões humanas onde o objetivo é equilíbrio econômico através da disponibilidade da informação como um bem, na qual esta, quando é dividida simultaneamente se multiplica nos mais diferentes segmentos seja no aspecto educacional, produtivo, e comercial; no qual não há espaço para especulação, seja a financeira que mina o processo comercial e produtivo; seja a especulação sobre os rumos do desenvolvimento humano que mente ao retirar a humanização das relações sobre um véu de uma informatização supérflua.

10 de março de 2000 não retrata apenas o auge da especulação financeira sobre a tecnologia, mas sim convida-nos a realizar uma reflexão de que tipo de sociedade estamos construindo, em especial no sentido humano-técnológico de nossas relações econômicas, comerciais, produtivas e humanas; para não criarmos outra bolha; mas esta agora do desenvolvimento humano.

PARA LER

STEFFENS, Flavio. 10 anos da bolha da Internet. Site AgileWay. Disponível em << http://www.agileway.com.br/2010/03/25/10-anos-da-bolha-da-internet/#more-765 >> Acessado em 01 Abr 10 às 12h15.

LECKART, Steven; HONAN, Mathew. 10 Years After: A Look Back at the Dotcom Boom and Bust. Wired Website. Disponível em << http://www.wired.com/magazine/2010/02/10yearsafter/all/1 >> Acessado em 01 Abr 10 às 06h27.

CRUM, Rex. TECH STOCKS: Tech Stocks Rise On Internet Bubble Anniversary. NASDAQ Website. Disponível em << http://www.nasdaq.com/aspx/stock-market-news-story.aspx?storyid=201003101032dowjonesdjonline000451&title=tech-stockstech-stocks-rise-on-internet-bubble-anniversary >> Acessado em 01 Abr 10 às 06h27.

PEREZ, Carlota. Technological Revolutions, and Financial Capital: The Dynamics of Bubbles and Golden Ages. Edward Elgar, Cheltenham, United Kingdom, 2002.

A informação como combustível da economia

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de março de 2010

Do Estadão: Murdoch cobrará por acesso a site do Jornal The Times.

Entra em testes o pagamento por conteúdo do jornal The Times, onde de acordo com a matéria do Estadão:

“[…]Os leitores terão que pagar 1 libra esterlina por dia de acesso às notícias pela internet (o mesmo preço do jornal impresso em dias de semana) ou 2 libras para uma assinatura de uma semana. Dois novos sites (www.thetimes.co.uk e www.thesundaytimes.co.uk) substituirão o atual Times Online.[…]

A noticia chega em um ótimo momento em que o setor jornalístico necessita de urgente reformulação de seu modelo de negócios.

É esperar para ver, mas aos reclamantes – da turma do free lunch – , pedir notícia de graça aos grandes conglomerados na internet é a mesma coisa do que comprar um Audi A3, e reclamar porque a gasolina não vem de graça.

Propriedade Intelectual na Internet – Debate Estadão

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 4 de março de 2010

Extraído de Estadão

Um dos debates mais ponderados e centrados sobre propriedade intelectual, foi promovido pelo o diretório do Estadão e está disponível no link acima.

É um debate, que para os não-produtores pouco interessa, mas que mexe de forma substâncial com a economia do conhecimento.