Economia da Informação

Bubble Patent

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de agosto de 2011

Dois ótimos artigos sobre a bolha por volta das patentes de tecnologia.

Welcome to the patent valuation bubble 

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Tanques na Nuvem

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de janeiro de 2011

Uma especulação da The Economist sobre o futuro da computação em nuvem.

Tanks and the Cloud

Watchdog está de olho

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Ações de Google e Apple iniciam na Bovespa com boa procura

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

Direto de TIINSIDE

As ações das gigantes de tecnologia Apple e Google começaram a ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F-Bovespa) nesta terça-feira, 5. Os papéis serão emitidos pelo Deutsche Bank, por meio das chamadas BDRs – Brazilian Depositary Receipts, certificados representativos de valores mobiliários emitidos por companhias abertas com sede no exterior.

Além de Google e Apple, mais oito grandes empresas estrangeiras passam a ser negociadas no mercado de capitais brasileiro: Bank of America Corporation, Arcelor Mittal, Goldman Sachs Group, Avon Products, Wal-Mart Stores, Exxon Mobil Corporation, McDonald’s e Pfizer, todas listadas em bolsas norte-americanas.

A BDR de “nível 1” é um certificado representativo de valores mobiliários de emissão de companhia aberta ou assemelhada, com sede no exterior. Dessa forma, é considerado investimento no exterior. Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, que no caso é o Deutsche Bank, sem qualquer participação das companhias. A negociação será no mercado de balcão organizado do segmento Bovespa.

Na estreia das ações das empresas estrangeiras, os investidores negociaram R$ 2,87 milhões, registrando 54 negócios com as chamadas BDRs. A BDR da Apple se destacou como a mais procurada pelos investidores, com dez negócios.

Celulares com acesso à internet no país já são quase 17 milhões

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de setembro de 2010

Direto de TI INSIDE

O número de celulares no país com acesso à internet registrou crescimento no mês de agosto. Agora, já são cerca de 16,93 milhões de acessos à internet, de acordo com dados divulgados nesta segunda, 20, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Deste total, 11,3 milhões dos acessos são feitos por celular e os outros 5,57 milhões, via modem.

O número de celulares em operação no Brasil também aumentou em agosto, totalizando 189 milhões, sendo que cerca de 155,7 milhões são de linhas pré-pagas e 33,7 milhões são de pós-pagas. Segundo a agência reguladora, o país atingiu uma teledensidade – número que mede a quantidade de celulares per capita – de 97,96 por 100 habitantes, um crescimento de 1,17% sobre o mês anterior. Ainda de acordo com o relatório da Anatel, a Vivo continua sendo a operadora com maior número de acessos, cerca de 57 millhões ou 30,23% de participação de mercado. Em seguida, estão a Claro, com 48 milhões de acessos (25,43%); a TIM, com 45 milhões de acessos (24,25%); e a Oi, com 37 milhões de acessos (19,74%).

EI: Em termos de infraestrutura fica visível que cada vez mais o Eric Schimidt ganha um eco maior em suas declarações sobre a divisão de tráfego na Web, no qual o número de dispositivos conectados via internet aumenta em progressão exponencial; e com esse aumento, em breve – aproximadamente 5 a 8 anos – teremos uma saturação não mais na resolução de endereços (que levou ao esgotamento do IPV4), mas sim em gargalos estruturais no qual a banda desses dispositivos devem sofrer maiores restrições em derimento de serviços essenciais.

Porque nós precisamos abolir as patentes de Software

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de agosto de 2010

O tema é auspicioso por si só haja vista as discussões relacionadas à Apple em patentear diversos tipos de tecnologias, e bem como diversas empresas de tecnologia estarem se degladiando litigiosamente devido a patentes. Aqui no EI tem diversos posts a respeito na tag Monopoly Wars.

Este ensaio de Vivek Wadhwana no TechCrunch mostra alguns pontos interessantes a despeito desse assunto, e porque, mesmo pessoas que ganham com patentes poderiam ganhar se abrisse mão do que arrecada para participar de uma comunidade de desenvolvimento muito maior que não teria restrições legais sobre o conhecimento já concebido.

Why We Need To Abolish Software Patents

During my tech days, I co-authored four software patents. Each cost my startup about $15,000—which seemed like a fortune in those days. I didn’t really expect these to give me any advantage; after all if my competitors had half a brain, they would simply learn all they could from my patent filing and do things better. But I needed to raise financing, and VCs wouldn’t give me the time of day unless I could tell a convincing story about how we, alone, owned the intellectual property for our secret sauce.   We got the financing, and the plaques of the patents looked great in our reception area, so the expense was worth it. But there was definitely no competitive advantage.

Patents make a lot of sense in many industries; they are needed to protect the designs of industrial equipment, pharmaceutical formulations, biotechnology products and methods, biomedical devices, consumer products (toothpaste, shampoo, contact lenses, etc.), advanced materials & composites, and of course, widgets (lighting fixtures & elements, batteries, toys, tools, etc.). But in software these are just nuclear weapons in an arms race. They don’t foster innovation, they inhibit it. That’s because things change rapidly in this industry. Speed and technological obsolescence are the only protections that matter. Fledgling startups have to worry more about some big player or patent troll pulling out a big gun and bankrupting them with a frivolous lawsuit than they do about someone stealing their ideas.

New research by Berkeley professors Stuart J.H. Graham, Robert P. Merges, Pam Samuelson, and Ted Sichelman highlights the extent of this problem. They surveyed 1332 early-stage technology companies founded since 1998, of which 700 were in the software/internet space. Here is what they found:

In software, only 24% of startups even bothered to file a patent. In medical devices, this proportion was 76%; and in biotech, 75%.  Far more venture-backed companies file patents:  in software, 67%; in medical devices, 94%; and in biotech, 97%.

Venture-backed companies also file more patents than others that file patents. They file, on average, 5.9 patents as against the all-company average of 1.7. In medical devices and biotech, this is 25.2 vs. 15.0 and 34.6 vs. 9.7, respectively.

Software executives consider patents to be the least important factor for competitiveness. They perceive gaining first mover advantage to be the most important factor, followed by acquisition of complementary assets, copyrights, trademarks, secrecy, and making software difficult to reverse engineer.

Companies file patents to prevent competitors from copying their products, to improve their chances of securing an investment or liquidity event (IPO, acquisition, etc.), improving the company’s reputation, and to gain bargaining power against others. Surprisingly, companies that held patents—even venture backed—didn’t believe that patents made them more likely to innovate. Even more surprising, a quarter of companies that licensed technology from others said they did this to avoid lawsuits—not to gain technology or knowledge. In other words, the patent constituted a weapon or a trophy rather than a way to obtain revenues from others’ commercial adoption of their technology.

Pam Samuelson, one of the co-authors of the report, says that her conclusion from the research is that the world may be better off without software patents; that the biggest beneficiaries of software patents are patent lawyers and patent trolls, not entrepreneurs.

Meanwhile, the U.S. patent system is clogged and dysfunctional. John Schmid, of the Milwaukee Journal Sentinel, analyzed U.S. Patent and Trademark Office data and found that as of 2009, there were more than 1.2 million patents awaiting approval—nearly triple the number a decade earlier.  In 2009, the patent agency took an average 3.5 years to deal with a patent request—more than twice the 18-month target. What is most alarming is that patent office automatically publishes applications online after the 18 months—outlining each innovation in detail regardless of whether an examiner has begun considering the application. Competitors anywhere in the world can steal ideas. This effectively undermines the entire purpose of the patent system: the patent office is charging the applicant serious money for giving it the privilege of giving away their commercial secrets.

To make matters worse, the patent office is rejecting applications at an unprecedented pace—with fewer than 50% being approved, compared to 70% a decade ago. One estimate is that this costs entrepreneurs at least $6.4 billion each year in “forgone innovation”–legitimate technologies that cannot get licensed and start-ups that cannot get funded. So the agency charged with protecting U.S. intellectual property and aiding innovation is often doing the exact opposite.

Brad Feld, managing director at Foundry Group, says that we should simply abolish software patents.  He believes that the system has spun completely out of control, with the vast majority of filings not passing the fundamental tests of a patent (that it be non-obvious, novel, and unique innovation).  Copyright and trade secrets have historically been the primary protection mechanisms for software intellectual property, and they are still the best solutions.  Feld notes that technology companies are now forced to divert huge resources to defend themselves from patent trolls rather than advance their innovations.

The founders of the United States considered intellectual property worthy of a special place in the Constitution—“To promote the Progress of Science and useful Arts, by securing for limited Times to Authors and Inventors the exclusive Right to their respective Writings and Discoveries.” They had the concept right, but they surely never conceived of Amazon.com patenting clicks in an online shopping cart and methods for having an online discussion, or Microsoft patenting methods for activating double click applications with a single click. It’s time to do as Brad Feld suggests: simply abolish these abominations.

FoxNews.com: Apple é uma religião e o Papa está assustado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Esse excelente artigo da TechCrunch ripado da FoxNews – a última rede de televisão jornalística que preste nos EUA diga-se de passagem – mostra uma analogia bem interessante sobre o fato da Apple torna-se uma religião em um futuro próximo devido a devoção de seus usuários.

O que é interessante de se colocar em pauta (além da ótima analogia que será abaixo inserida) é que a Apple que hoje de acordo com a Forbes é a marca mais valiosa do mundo, aproveitando-se principalmente de precificar, e, principalmente valorizar o design original de Steve Jobs.

A economia da informação se trata entre outras coisas em quantificar economicamente os ativos intangíveis (como por exemplo a experiência do usuário, versioning), e neste caso a Apple através de um aparato de propaganda quase que sufocante conseguiu chegar a um dos pontos mais altos do Vaporware, onde que para alguns (inclusive este postante) é nada mais do que a velha prática de vender fumaça, e ensacada por sinal.

Por mais que os produtos da Apple sejam revolucionários em seu conceito de touchscreen, não há como perceber que um gadget desenvolvido pela a empresa de Steve Jobs tornou-se um símbolo de um status de pessoa cult, pop ou até mesmo considerada ‘antenada’ (sic.) com a tecnologia; onde que na maioria dos casos as pessoas que compram esse tipo de aparelho com diversas opções de recursos multimídia, acabam usando no máximo 2 a 4 recursos; o que é pouco perto das possibilidades que o aparelho oferece. E em casos mais graves nos quais os geeks compram um aparelho com diversos tipos de limitações claras (iPad na ocasião do seu lançamento, que o próprio Jobs dizia que precisava de melhoramentos em suas configurações) ou com defeitos de natureza grave (as antenas e a limitação de recepção de sinal dos iPhone 4) poucas pessoas foram às lojas trocar o seu aparelho ou mesmo pedir manutenção; o que prova a tese de que muitos dos consumidores da Apple ao menos sabem o que vão fazer com o aparelho depois de adquirir.

Essa síndrome da obsolescência tecnológica auto-inflingida tem fundamentalmente como raiz o Vaporware puro e simples, exposto por um marketing de rede que muitas das vezes serve mais como desinformação, ao passo que se esconde atrás desse conceito de produtos ‘revolucionários’ (sic.) a agregação de um preço quase que absurdo  se for levado em conta a utilização útil dos gadgets da Apple.

Talvez isso não seja importante nesse exato momento, mas basta pensar na história das tulipas holandesas, e ver que esse é uma das origens das bolhas financeiras, a mesma que afundou a NASDAQ em 2000.

Fox News: Apple Is The New Religion And The Pope Is Scared

by MG Siegler

Jesus. Maybe literally.

Fox News has a long and illustrious history of saying some fairly outrageous things. A story today on FoxNews.com may be one of the best yet — certainly from a tech perspective.

The post entitled “For Apple Followers, It’s a Matter of Faith, Academics Say” argues that while people may joke about Apple being a religion (JesusPhone, etc), to some, it may actually be a religion. Better, they wonder if Apple shouldn’t pursue that path. Here’s Fox News’ keys as to why Apple is similar to a religion:

* Apple’s creation story epitomizes the humble garage origin of its technology — not unlike the humble manger of Jesus’ birth.
* Apple CEO Steve Jobs is perceived as a messianic leader who was fired but rose again to save the company.
* Apple has traditionally had an evil archenemy, the Devil, as represented first by Microsoft and now by Google.

Yes, Apple’s start in a garage is very similar to Christ’s birth.

They also note that the Pope is scared of such a religion because he once rhetorically asked if a savior was needed in a modern wired world. Clearly, that means Apple.

The story goes on to wonder if Apple — not some crazed Apple fanboys, mind you — might apply for religious status in the future. “Indeed, it would be interesting if Apple were to apply for such a status in the future.“

Naturally, the main impetus behind this farce is that the author can’t understand why people continue to buy iPhones even though they don’t work. Therefore, Apple must be a religion. “It’s not a matter of rationality, it’s a matter of faith,” the author argues.

Meanwhile, back on the planet Earth, the story remains the same. The iPhone 4 does indeed have an antenna issue, but it’s not a major issue in real world use. If it were a major issue, the millions of people who have bought the device over the past month would be returning it en masse. If something doesn’t work, you return it — it’s that simple. That isn’t happening.

So which argument makes more sense? Are the returns not flowing in because it’s really not a big deal — and overall the iPhone 4 is the best smartphone out there? Or is it because Apple is a religion?

Google na mira da Divisão Econômica da União Européia

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 8 de julho de 2010

Ao passo que as tecnologias da informação e comunicação vão adquirindo um alto grau de essencialidade na vida das pessoas, e dessa forma sendo parte quase que simbiótica da vida moderna; é de se respeitar que seja aberta por parte dos setores governamentais dispositivos de regulação, mais especificamente, os dispositivos legais para regular as estruturas de mercado.

A computação na sua forma mais pueril de verossimilhança atinge o intangível nas suas mais diversas formas (Nota do autor: para quem acha que análise e desenvolvimento de sistemas computacionais é mera matemática, faça o exercício de tentar abstrair um sistema simples de registro de notas e verá o quão difícil é implementar esse modelo no mundo ‘real’) através da abstração, que é muitas das vezes difícil de se mensurar o impacto de determinada tecnologia, e até que ponto ela passa a ter o grau de essencialidade o bastante para ser considerada um problema em caso de concentração de mercado.

Esse pequeno prólogo serve para apresentar o problema que a União Européia vem tendo em relação as Search Engine Optimization (SEO), mais especificamente o Google que através de suas ferramentas e inovações através de algoritmos de buscas muito eficientes detém aproximadamente 76% dos acessos como motor de busca no velho continente. E essa é a temática da investigação que a União Européia vem procedendo contra a empresa de Mountain View.

É esperar o rumo das investigações e aguardar o bom senso das autoridades para que seja emanada uma decisão pautada no equilíbrio de mercado e nas boas práticas comerciais, doa a quem doer.

PARA LER

ALAZRAKI, Melly. Google Faces New EU Antitrust Allegations. Disponível em << http://www.dailyfinance.com/story/investing/google-faces-new-eu-antitrust-allegations/19544674/ >> Acessado em 8 Jul 10.

THE ECONOMIC TIMES. Google in EU antitrust crosshairs. Disponível em << http://economictimes.indiatimes.com/infotech/internet/Google-in-EU-antitrust-crosshairs/articleshow/6140904.cms >> Acessado em 8 Jul 10.

MYSLEWSKI, Rik. EU examines Google antitrust complaints ‘very carefully’. Disponível em << http://www.theregister.co.uk/2010/07/07/google_eu_probe_may_soon_be_announced/ >> Acessado em 8 Jul 10.

Gaudin, Sharon. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9178952/EC_exec_says_Google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

VALENTINO-DEVRIES, Jennifer. Q&A: What Does Europe’s Antitrust Inquiry Into Google Mean? Disponível em << http://blogs.wsj.com/digits/2010/02/24/qa-what-does-europes-antitrust-inquiry-into-google-mean/ >> Acessado em 8 Jul 10.

BRADSHAW, Tim; TAIT, Nikki. Brussels to look closely at Google probe.  Disponível em << http://www.ft.com/cms/s/2/e2e24334-89e9-11df-bd30-00144feab49a.html >> Acessado em 8 Jul 10.

COMPUTERWORLD. EC exec says Google antitrust probe continues. Disponível em << http://www.techworld.com.au/article/352451/ec_exec_says_google_antitrust_probe_continues >> Acessado em 8 Jul 10.

GAUDIN Sharon. Google’s antitrust probe could prove distracting, analysts say. Disponível em << http://www.computerworld.com/s/article/9161798/Google_s_antitrust_probe_could_prove_distracting_analysts_say >> Acessado em 8 Jul 10.

HOLTZ, Julia. Committed to competing fairly.   Disponível em << http://googlepolicyeurope.blogspot.com/2010/02/committed-to-competing-fairly.html >> Acessado em 8 Jul 10.

Chris Anderson anuncia a terceira revolução industrial

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 4 de julho de 2010

As idéias de Chris Anderson são bem válidas em um futuro muito próximo quando se fala de economia digital onde ele fala dos futuros dos preços em seu livro o Free (a versão nacional está aqui Anderson, Chris – A Cauda longa, lógico que o visionário do bens a preços zero não vai me processar por disponibilizar o livro grátis).

Em um futuro bem próximo ele propõe que parte dos preços dos bens e/ou serviços serão mantidos através de uma base instalada de pouco mais de 15% dos clientes, uma espécie de serviço Freemium (de graça, mas em versão premium).

Link para o vídeo: http://veja.abril.com.br/multimidia/video/chris-anderson-anuncia-a-terceira-revolucao-industrial

Monopoly Wars (VI) – Federal Trade Comission x Intel

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Intel obtém suspensão de processo de investigação nos EUA

A Intel conseguiu suspender o processo de investigação por prática de monopólio impetrado pela Federal Trade Commision (FTC), órgão do governo dos Estados Unidos que investiga contratos comerciais e dados fiscais de empresas e pessoas físicas, até o dia 22 de julho. Segundo a fabricante de chips, o acordo, fechado na segunda-feira, 21, servirá para que a empresa consiga reunir todas as informações exigidas pelo órgão do governo americano e possa contribuir com as investigações. Os termos do acordo são confidenciais.

O processo, registrado na FTC em dezembro do ano passado, acusa a Intel de usar de sua posição de liderança no mercado para impor às fabricantes de computadores a compra de seus produtos, numa prática considerada anticompetitiva. O objetivo da ação, caso fique comprovado o uso de sua posição dominante, não é penalizar monetariamente a empresa, mas impor barreiras mercadológicas que a impeçam de continuar com as práticas monopolistas.

A Intel também é alvo do mesmo tipo de investigações no Japão e na Europa, sendo que nesta última região ela pagou US$ 1,45 bilhão para acabar com a ação por práticas antitruste.