Economia da Informação

Data Scientist

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de agosto de 2011

Na era da informação, quem souber tirar proveito da avalanche de dados; vai se dar muitoi bem.

Data Scientist

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Google: monopólio? e daí?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

Digital Access, Political Networks and the Diffusion of Democracy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

Você confiaria no seu governo para controlar a internet?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de fevereiro de 2011

John Battelle levantou a bola, mas em suma… NÃO!

A escalada dos novos monopólios

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Este texto do The Wall Street Journal apresenta de forma muito didática como se dá o estabelecimento das novas formas de monopólio na internet, e porque a dependência dos serviços dos monopolistas (leia-se Google Inc., Facebook, e afins) é um perigo em potencial.

Este artigo é um aviso bem elucidativo para quem desconhece, ou mesmo negligencia a economia da informação, pois, através da utilização dos exemplos do artigo pode-se ter a dimensão do impacto de um monopólio informacional na vida das pessoas.

Sobre o monopólio na economia da informação o texto afirma que:

“Market power is rarely seized so much as it is surrendered up, and that surrender is born less of a deliberate decision than of going with the flow […]”

Sobre o engodo inicial e o desenvolvimento essa parte responde:

“We wouldn’t fret over monopoly so much if it came with a term limit. If Facebook’s rule over social networking were somehow restricted to, say, 10 years—or better, ended the moment the firm lost its technical superiority—the very idea of monopoly might seem almost wholesome. The problem is that dominant firms are like congressional incumbents and African dictators: They rarely give up even when they are clearly past their prime. Facing decline, they do everything possible to stay in power. And that’s when the rest of us suffer[…]”

E sobre a conveniência do discurso que essas corporações inovam o texto não deixa passar:

“Info-monopolies tend to be good-to-great in the short term and bad-to-terrible in the long term. For a time, firms deliver great conveniences, powerful efficiencies and dazzling innovations. That’s why a young monopoly is often linked to a medium’s golden age. Today, a single search engine has made virtually everyone’s life simpler and easier, just as a single phone network did 100 years ago […]”

E finalmente quem paga conta para que os monopolistas tenham o seu império:

“The costs of the monopoly are mostly borne by entrepreneurs and innovators. Over the long run, the consequences afflict the public in more subtle ways, as what were once highly dynamic parts of the economy begin to stagnate[…]

In the Grip of the New Monopolists

Privacidade: Artigo: A Google dos altos ideais e de alma elevada pode ser mera ilusão

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 16 de agosto de 2010

De IDG NOW!

Declarações infelizes de CEO e acordo que corrompe neutralidade da rede marcam fim de uma era; empresa esqueceu seu lema de não fazer o mal.

Você sabia da existência de umas coisas chamadas de “carro”? E que eu posso ir até você, lhe acertar um tiro, pegar um desses carros e, em poucos minutos, estar a quilômetros de distância da cena do crime? Seria bem difícil que você me encontrasse. E por que não roubar um banco e usar esse mesmo veículo para a minha fuga?

Esses “carros”, e umas outras coisas chamadas de “ruas” e “estradas”, são muito perigosos. Se caírem em mãos erradas, toda espécie de ação covarde poderá ser cometida, e é por isso que eu digo que devemos saber exatamente onde essas pessoas estão com seus carros. O tempo todo.

O que precisamos é de um GPS inviolável, que seja instalado em todo veículo e mande às autoridades informações sobre a localização do carro. E, para a regra ser cumprida, pesadas multas ou sentenças de prisão serão incididas sobre os cidadãos que não respeitarem tal obrigação. Para garantirmos a segurança de nossa sociedade, não podemos ter motoristas anônimos ou veículos não identificados.

A Google e o resto
Pense agora, só por um momento, que eu estava falando sério; você me consideraria um louco. Agora, veja o que Eric Schmidt, CEO da Google, sugeriu recentemente:

“Em um mundo de ameaças assíncronas, é muito perigoso que não haja alguma forma de identificar o usuário”, disse, para mais tarde completar que “a privacidade não é a mesma coisa que anonimato”. Para o executivo, “é muito importante que não só a Google, mas todo mundo respeite a privacidade das pessoas. Ela tem esse direito; é algo normal e natural. É a forma correta de fazer coisas”.

É incrível o modo como Schmidt explicou a situação: “Não só a Google, mas todo mundo…”. Quer dizer, não foi um “todos nós”. Primeiro vem o Google e, depois, “todo mundo”.

 

Seria o fim da neutralidade da rede?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 12 de agosto de 2010

Direto de ÉPOCA

Proposta da Google e da Verizon poderia acabar com a neutralidade da internet nos EUA, permitindo a discriminação de dados. Cenário prejudicaria novos empreendedores   Na segunda-feira (9), o Google e a provedora de internet americana Verizon publicaram uma proposta sobre a neutralidade da rede nos Estados Unidos. A proposta das empresas americanas, apesar de defender a neutralidade da rede na internet já consolidada (aquela que chega na casa dos usuários por meio de cabos), libera os provedores para bloquearem o que quiserem em redes sem fio (como a dos celulares 3G). Até mesmo conteúdo legal poderia ser barrado, com a condição de que os clientes fossem avisados do que está sendo bloqueado. A justificativa para isso, segundo as empresas, são as “características técnicas e operacionais das redes sem fio”. Pela proposta, novos serviços de internet que venham a ser criados (por exemplo: transmissão ao vivo de vídeo em 3D) também não precisariam seguir a neutralidade da rede.

A Verizon é uma das maiores operadoras de internet por celular e uma das maiores provedoras de internet doméstica dos EUA e poderia lucrar muito mais caso uma lei semelhante ao que foi proposto fosse aprovada. Mas o que significa o fim da neutralidade da rede? E como essa discussão nos Estados Unidos afeta o Brasil?

A neutralidade da rede é um dos temas mais importantes para os defensores da internet livre. O princípio afirma que todas as informações que circulam na web devem ser tratadas da mesma forma, sem que a velocidade de acesso seja maior ou menor para determinado conteúdo por motivações políticas, econômicas ou culturais. Apesar de sinalizações a favor da neutralidade da rede pela Federal Communications Commission (FCC), agência que regula o mercado de telecomunicações nos EUA, e pelo presidente Barack Obama, não há uma legislação no país sobre o tema.

Várias críticas feitas contra a proposta do Google e da Verizon afirmam basicamente que os acessos domésticos por meio de cabos vão diminuir (a internet que hoje é “livre”, “neutra”) e que o futuro da internet está nas redes sem fio, com o crescimento do mercado de smartphones, e em novos serviços com novos conteúdos. Ou seja, o que as empresas estão propondo acabaria com a neutralidade da rede no futuro. Ou a proposta poderia acabar criando duas redes, uma em que a neutralidade é válida, e uma em que não é.

“A proposta abre caminho para que empresas detentoras de infraestrutura possam discriminar entre seus diferentes usuários. Quem tiver dinheiro para pagar por um serviço de entrega de dados de qualidade vai ter serviços rápidos. Quem não tiver vai ter um serviço pior”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV do Rio de Janeiro e diretor do Creative Commons no Brasil. Lemos afirma que esse tipo de arranjo favorece apenas empresas consolidadas, como o Google e a Apple, e prejudica a inovação e novos empreendedores. Os provedores poderiam selecionar os conteúdos que carregariam mais rapidamente ou até bloquear algum site. “Sem neutralidade da rede, dificilmente o YouTube surgiria hoje. Os custos de conexão seriam tão altos que tornariam o negócio inviável de ser mantido por uma empresa independente.”

A FCC não gostou nada da ideia. “É hora de tomar uma decisão – a decisão de reafirmar a autoridade da FCC sobre as telecomunicações em banda larga, para garantir uma internet aberta agora e para sempre, e para colocar os interesses dos consumidores na frente dos interesses das grandes corporações”, afirmou o comissário Michael Copps em um comunicado oficial do órgão. O problema é que, sem uma regulamentação, a FCC não tem tanta força para impedir bloqueios por parte das provedoras. Em abril, uma corte do Distrito de Columbia decidiu que a FCC não tem autoridade para censurar a Comcast – concorrente da Verizon – por violar princípios da neutralidade da rede e questionou a capacidade da agência de regular a banda larga como um serviço.

O fim da neutralidade da rede pode ser especialmente ruim para a inovação em países emergentes. “Um empreendedor brasileiro que estabeleça uma empresa de ponta, para competir no mercado global em áreas como vídeos 3D, games online ou video-on-demand pode ter seus custos aumentados significativamente”, diz Lemos. “Isso faz com haja ainda mais barreiras no mercado. Vale lembrar que o YouTube era uma empresa independente antes de ser comprado pelo Google. A neutralidade da rede foi importante para o seu surgimento.”

A discussão sobre a neutralidade da rede ainda está aberta em quase todo o mundo, inclusive no Brasil. “Essa é uma questão especialmente importante para países em desenvolvimento”, afirma Lemos. “Não só porque protege a inovação local, mas também pelo fato de que muitas vezes a infraestrutura de rede foi construída com recursos públicos. Nesse caso, nem há o que discutir. A rede deve ser neutra.” O Marco Regulatório Civil da Internet, que está sendo discutido no Brasil desde o 2009 deve falar sobre o tema. O documento, depois de uma consulta publica pela internet, está em processo final de análise pelo Ministério da Justiça.

A União Europeia também discute uma diretriz para seus países, mas há diferenças grandes: enquanto a Finlândia declara que o acesso à banda larga é um direito dos cidadãos, a França fala o contrário, que a internet não é um direito fundamental. No mundo todo, apenas o Chile transformou a ideia em uma lei. A Câmara dos Deputados chilena aprovou em julho um projeto de lei sobre neutralidade da rede com 99 votos a favor e uma abstenção. A decisão garante à população “o acesso a todo tipo de conteúdo, serviços ou aplicações disponíveis na rede, sem distinção de fonte de origem ou propriedade”. A proposta havia sido feita em 2007.

Emirados Árabes Unidos peitam Blackberry

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de agosto de 2010

Há algum tempo as grandes corporações vem possuindo poderes muito grandes em relação a diversos segmentos da vida quotidiana das pessoas. Esses segmentos vão desde o acesso à informação, controle de conteúdo, passando até por serviços essenciais como, por exemplo, responsabilidade de funcionamento de órgãos públicos.

O que concerne a este site é justamente a discussão do acesso à informação, e o quão transparente são as empresas que armazenam essas informações (note que não foi usado a palavra ‘dados’), e neste caso específico a Blackberry.

Quem assistiu ao filme percebeu que muitas das empresas citadas no filme se eximem de qualquer tipo de responsabilidade com os consumidores, onde, estas pedem para que os consumidores confiarem cegamente em suas companhias, mais ou menos como está escrito nas notas de dólares, mas ao invés de “In God We Trust” teria em seus logos “In Your Company We Trust”.

A Blackberry é uma empresa canadense de telefonia que opera em muitos países, e tem como principal diferencial competitivo a qualidade de seus serviços móveis. Mas a pergunta que fica é: Porque uma nação soberana, que possuí um assento nas nações unidas deveria confiar cegamente na acessibilidade de suas informações por uma empresa estrangeira? E mais. Até que ponto a Blackberry é isenta para atender interesses dos vizinhos americanos, seja como colaboração por debaixo dos panos até em cumprimento do Patriot Act?

Acima de qualquer tipo de interesse econômico deve haver a soberana das nações, com forças supremas dentro de seu território. Defender interesses comerciais em troca da soberania nacional devido a um engodo globalista é um erro que pode levar uma nação a ser lacaia de organizações internacionais que não estarão alinhados com as necessidades dos cidadãos, mas única e exclusivamente com a lucratividade.

EUA criticam proibição do BlackBerry nos Emirados Árabes Unidos

A Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, declarou nesta quinta-feira, 5, que a decisão dos Emirados Árabes Unidos de proibir os serviços de dados do BlackBerry prejudica a livre circulação de informações na internet. No último fim de semana, a Autoridade Reguladora das Telecomunicações dos Emirados Árabes Unidos (TRA, na sigla em inglês) proibiu o uso dos serviços no país por supostamente representarem riscos à segurança nacional.

Em conferência realizada nesta manhã nos EUA, Hillary ponderou que entende as preocupações de segurança do país árabe, principalmente porque a Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, armazena as informações de seus usuários em servidores espalhados por diversos países, e isso pode causar insegurança a alguns governos (veja mais informações em “links relacionados” abaixo). No entanto, ela alerta que se deve observar com atenção quais são os interesses e questões levados em consideração pelo governo árabe, pois a decisão prejudica a liberdade do uso e acesso aos BlackBerry naquele país.

Hillary Clinton também adiantou que os EUA já está em busca de opiniões técnicas e de especialistas no assunto para entrar em contato com o governo dos Emirados Árabes Unidos e discutir a proibição dos serviços de dados do BlackBerry. Com informações do The Wall Street Journal.

Social Media – Danila Dourado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Por mais que pessoalmente o administrador desse blog/site não acredite muito no marketing convencional (por razões mais subjetivas do que ideológicas de contra-cultura), não se pode deixar de apreciar um belo trabalho dentro do campo das mídias sociais (em especial as digitais) que vem sendo praticamente destrinchado pela a Danila Dourado, onde ela usa o seu blog para exemplificar alguns aspectos do marketing digital, que e será o futuro da economia digital onde em um futuro não muito distante o consumidor não fará a aquisição de um produto pelo o seu cheiro, pela a recomendação de um vizinho ou mesmo pela a imposição de uma propaganda massante, e/ou status quo; mas sim será feita com consumidores com mais acesso à informação daquilo que está sendo vendido, bem como os feedbacks das pessoas que já adquiriram o produto em questão, aproveitando o máximo da inteligência coletiva. Blog nota 10.

A Google corre o risco de ser a próxima Microsoft?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de julho de 2010

Um post com 3 considerações sobre a supremacia da Google Inc. e o que ela é capaz de fazer com tanto poder. 

Em 2010…

Is Google at Risk of Becoming the Next Microsoft?  

Direto de Techcrunch    Editor’s note: The following guest post is by Peter Sims , co-author of True North: Discover Your Authentic Leadership with Bill George. His next book, Little Bets, debuts with Simon & Schuster next spring, with previews on www.petersims.com and Twitter @petersims.  In late April, JP Morgan invited me to a “thought leaders dinner” to discuss the latest goings on in Silicon Valley and digital media. In a private room at the swanky San Francisco restaurant Kokkari, there were about 20 of us seated around a long rectangular table, including venture capitalists from prominent firms, highly successful entrepreneurs, and a handful of people from J.P. Morgan, including Jimmy Lee, the firm’s well-known Vice Chairman, who sat at the head of the table. (I was, like Kevin Costner’s character in Bull Durham Crash Davis, “the player to be named later.”)   Anyhow, after about an hour and a few glasses wine, Jimmy raised the main question he was curious about: “I want to know from each of you: which company would you go long on and which would you short?” We could pick any timeframe. And, as it turned out, while the long picks varied widely from Amazon to Yahoo!, 12 of the 15 ‘thought leaders’ shorted Google. Jimmy was surprised, virtually astounded: “Wow!” he exclaimed, “You guys are really negative on Google, huh?”     I, too, was surprised. Google has been, after all, the most successful company in recent history (in terms of churning out growth and profits), led by Eric Schmidt, a well-respected CEO. And, we’ve seen book after book about why everyone should be more like Google. I admire Google, its people, and what they have been able to accomplish enormously. It’s astonishing. But the opinions in that room were not based on the company’s past performance. They were based on insights about Google’s future. Below are the reasons people cited for shorting the company (which, interestingly, were fairly diverse):    

  • Google has experienced a severe talent drain over the past several years, losing some of its most entrepreneurial and innovative people. Although Google’s has high retention rates, Google’s talent challenge is not in terms of numbers, it’s the type of people who are leaving and why they are leaving. The talent drain from Google has been well documented . Venture capitalists in the room (without a vested interest in the companies) argued that Facebook and Zynga are currently considered hot places to work in Silicon Valley. Google has, for example, seen a stream of people leave for Facebook including, more recently, the likes of Erick Tseng, the senior product manager of Android, Google’s critically important mobile initiative.

People close go Google say upward management is slowly replacing the company’s early culture of innovation. Entrepreneurial types and thought leaders who feel confined or unmotivated are moving. People will even say that it reminds them of Yahoo back in 2004-2005, not the meritocracy they once joined.    

  • The company has run out of easy growth opportunities and must now find big chunks of new revenue. With the core search business maturing, Google increasingly seems to increasingly feel the need to make some “big bets.” That is a problem that maturing companies face that CEOs call “the tyranny of large numbers.” Even mobile search, which is seeing impressive growth numbers of a small base, is still too small to make a material difference for the company. The company is obviously trying like crazy to find growth pockets, knowing that mobile is a ways off. The recent $700 million ITA acquisition is a great case in point of how it is going to spread out some medium-sized to big-bets to see what sticks. That is, companies must find bigger and bigger chunks of revenue to maintain growth rates. This problem is documented well by innovation researchers Professor Clayton Christensen in The Innovators Solution , and Jim Collins in How the Mighty Fall .
  • The company lacks a coherent strategy, especially in mobile. As Schmidt and other Google execs have stated, mobile is core to future growth. A number of people around the table that night had unique insight into Google’s mobile efforts. They argued that growing nascent mobile revenues will take significant time, especially since there aren’t many sizable acquisition targets available in mobile after Google’s purchase of AdMob. Instead, the recent purchase of ITA Software was an indicator of how the company might make some medium to big bets to see what sticks.
  • It’s about people, people, people. Google’s engineering-dominated culture isn’t news to anyone. But As Peter Drucker opined in his landmark book Innovation and Entrepreneurship , “Successful innovators…look at figures, and they look at people.” The company has long recruited people who fit a very specific profile.

Product manager candidates, for example, are told they must have computer science degrees from top universities. But while Google’s core algorithm was a brilliant feat of engineering innovation, a growing chorus of voices question whether it can be sustained. That cookie-cutter approach to people misses important opportunities for diversity and creates glass ceilings for non-engineers, both of which stifle innovation. Cultural hubris, another pattern Jim Collins in particular raises, is of foremost concern. It is often said that at Google the engineers lead engineering, product, and even marketing decisions. But when the company has failed, such as with Google Wave or Google Radio , critics have questioned whether the company really understands people.  For these reasons and more, perhaps the question that “in the know” Silicon Valley observers are now increasingly asking is: Could Google be the next Microsoft? That is, much like Google revolutionized search, Microsoft was a pioneer with its market-dominating operating systems and Microsoft Office. But outside the Xbox, Microsoft has struggled severely to produce new innovations. Deeper cultural problems were hidden by amazing performance and success.    One thing is for certain: it’s a pivotal time in Google’s history. If the company does not put these types of issues on the table, the chorus of short sellers will increase. But with mountains of cash, access to great people and big problems, I see the moment as an opportunity. It’s a chance to reflect, ask some tough questions, openly discuss the challenges, and incorporate some fresh thinking and people, so that this great symbol of global innovation can evolve and grow.What do you think—are you long or short? Is Google at risk of becoming the next Microsoft or on the verge of a creative explosion?

Em 2007…    

Is Google becoming the next evil empire?

De COMPUTERWORLD

C. J. Kelly

I heard on the news this morning something about Google’s founders getting close to being richer than Bill Gates.  Is money the root or the root of all evil?  I don’t know.     I read this recent piece by Preston Gralla, Seven ways to keep your search history private.  I am interested in keeping my searches private from any big enterprise that could correlate my searches to me personally.  It’s kind of like the big grocery store chains that give you a shopping card to track your purchases in order to market to you personally.  I don’t mind the marketing as much as I mind that everything on my grocery list is in a database attached to my name.  A database that can be compromised.  I don’t like it that anyone can compile data on me about my personal preferences, habits, or interests.  It’s just an invasion of privacy.  The same feelings apply to the big search engines selling my information (searches) to marketing types.    

After looking at Preston’s list, I decided to install the Firefox extension to “anonymize” the Google cookie UID, so that I can still use gmail and search using the Google engine without my searches being correlated to my login name.  I also selected the option to not send any cookies to Google Analytics.  I still switch between Firefox and IE7, depending upon my mood.  I like FireFox, but IE7 gives you tabbed browsing and that was one of the main features I liked in FireFox.  I liked the fact that I could configure FireFox to delete all private information each time I closed the browser.      In IE7, which I will not use for personal email, only surfing, with the phishing filter turned off (see below), I changed the location of where my Temporary Internet Files are stored to my local hard drive instead of the network server.  That way I can delete that information without worrying about it being backed up by a network server.     

Now, more about IE7’s anti-phishing tool.  Did you know if you turn on the anti-phishing tool (“phishing filter”) in IE7, IE7 sends the URLs to Microsoft.  So now you know that both Microsoft and Google are interested in what you do on the web.  Here’s a direct quote from the Q&A on the phishing filter taken from IE7’s help feature:      “When you use Phishing Filter to check websites automatically or manually, the address of the website you are visiting will be sent to Microsoft, together with some standard information from your computer such as your computer’s IP address, browser type, and Phishing Filter version number. To help protect your privacy, the address information sent to Microsoft is encrypted using SSL and limited to the domain and path of the website you are visiting. Other information that might be associated with the web address, such as search terms, information you entered in forms, or cookies, will not be sent.”   

Yeah.  Sure.  Right.  You have their word on it.  Between the WGA (Windows Genuine Advantage) tool and the phishing filter, you have to believe that Microsoft must be having data warehouse headaches right about now.  And they probably know more about me than I want them to.     When you are behind a corporate firewall, the IP address is going to be the public address of the company, so it’s not like they can narrow that down to a specific PC.  But, if you are surfing from home, that IP address is associated with you personally by your ISP.     At any rate, we’ve standardized on IE7 for the desktop at work, but the IT and Security folks are all using FireFox.  That dang WGA tool gets reinstalled every time you patch your system, so I’ve givenup trying to clean it out of the registry every time it installs.  It’s futile.      So what is my chief complaint?  I don’t think anyone or any company who I buy products from should keep my personal identity associated with my personal browsing or shopping habits.  It’s wrong.  It’s no one’s business.  And it’s not about having something to hide. 

I don’t invite you into my house to browse in my underwear drawer?  If I invite you over, you are limited to the guest areas.  That’s the way it’s supposed to be.     My other beef is that storing information that people have not given you permission to store is sitting in databases or data warehouses that can be compromised.  That really unnerves me.     

 Em 2005…    

Google: The next Microsoft? Noooo!

Direto de USATODAY

Did you hear about the new breakfast cereal Google might be coming out with? Google Puffs. Kellogg is apoplectic.     Yep, and there’s the chain of dental practices, Google Teeth. If Google moves into that business, it could wipe out every storefront dentist from sea to shining sea.    

Or maybe those are just somebody’s worst nightmares, fueled by the growing anxiety over an impending global Google-opoly.     It seems like every industry is on edge about Google. The company seems to be able to do anything and totally kick butt. NFL strategy meetings in the commissioner’s office probably include sessions on what to do if there’s an unveiling of a rival Google Football League.    

We haven’t seen anything like this since the heyday of Microsoft — back when Bill Gates and his crew could launch a cable channel and make everyone believe the company was about to take over all of television. Venture capitalists in the 1990s would refuse to fund a start-up if it was in a business that anyone could even imagine Microsoft might someday invade.     Google has suddenly become much scarier than Microsoft. Google is making Microsoft seem like George Foreman — once a menacing, powerful presence, but now sort of eccentric and cuddly.    

OK, maybe not cuddly.    

 Anyway, Google-mania, which has been on the rise for a couple of years, hit an all-time high last week after Google introduced Google Talk. The instant-messaging service isn’t much different from others by Yahoo, Microsoft or AOL. But because it’s Google, people are spinning out scenarios that have Google eventually stomping into telecommunications and putting the likes of Verizon and BellSouth out of business.     On top of that, Google last week also came out with Google Desktop 2, which can sit on your PC screen like a control panel, searching files on your hard drive and working as a launch point for playing music, navigating the Web or most anything else you do on your PC. Until recently, most of those functions had been Microsoft’s territory.     But wait — there’s more! Google Maps and Google Earth are crashing the whole mapping and navigation party. Launched in early 2005, Google Maps is quickly gaining on leaders Yahoo Maps and MapQuest, according to Web research firm Hitwise.     Plus, Google has Gmail, Blogger and Picasa photo sharing. It invested in Current Communications, which makes technology that lets electrical wires carry Internet communications. And now, Google is selling shares to raise $4 billion so it has the cash to do even more stuff, setting off yet more speculation.    

Around the world, people are trying to read the Google tea leaves. Search for Google on Google News, and you’ll find headlines from the U.K., South Africa and Australia.     In Pakistan, English-language Kashar News concludes a story by saying, “Google Talk may be just another step toward world domination by Google.”     Apparently President Bush had it wrong all along, sending the military into Iraq. He could’ve just sent Google.     “Google is a global Rorschach test,” says John Battelle, whose book, The Search: How Google and its Rivals Rewrote the Rules of Business and Transformed Our Culture, comes out in September. “We see in it what we want to see. Google has built an infrastructure that makes a lot of dreams closer to reality.”    

Which means that if you can dream up a scenario, you can believe Google could pull it off. For instance, Google Talk includes an ability to have computer-to-computer voice conversations — which also is part of Yahoo IM, AIM and MSN Messenger. But because Google has built a massive computing system that can handle more data faster and cheaper than any other in the world, a lot of folks assume Google Talk could quickly turn into a platform for VoIP Internet phone calls. Soon after, Google would be the new Ma Bell.     “Google is this era’s transformational computing platform,” writes Stephen Arnold in his new book, The Google Legacy. In the mid-20th century, IBM made the computing platforms that changed the world. At the end of the century, Microsoft played that role. Now, Arnold argues, it’s Google’s turn.     No question Google is that ambitious. It is pursuing a “Google everywhere” philosophy, finding ways to make Google a constant in everyone’s communications, entertainment and information handling. To its credit, Google is often getting there by coming out with products that are better than those from competitors. Google Maps can just flat-out do more than Yahoo Maps. Gmail trumps Hotmail.    

Google is also winning battles by taking pages right out of Microsoft’s playbook, like making things free to undermine competitors and linking pieces together (Talk and Gmail are tightly integrated) in ways that make each piece more valuable.    

Which is funny, because much of Google’s leadership consists of people who learned from Microsoft by being whipped by Microsoft.     CEO Eric Schmidt, for instance, used to be at Sun Microsystems and then Novell, two companies that practically defined themselves as Microsoft underdogs. Top investor John Doerr funded Netscape, the browser maker that Microsoft buried.     Last year, when Google had its IPO, it positioned itself as an anti-Microsoft. That, really, was the point of its much-heralded credo, “Don’t be evil.”     Yet now Google finds itself cast as the next Microsoft, and any company that big and ambitious can’t help but be seen as evil by some.     “Google may wish they hadn’t embraced that,” author Battelle says. “It’s a very long rope on which they could possibly hang themselves.”     Because you just know the dentists would think Google Teeth is evil.    

Kevin Maney has covered technology for USA TODAY since 1985. His column appears Wednesdays. Click here for an index of his Technology columns. E-mail him at: kmaney@usatoday.com.