Economia da Informação

Monopoly Wars (X) – Microsoft x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 2 de abril de 2011

Um framework para aferição da eficiência dos investimentos organizacionais em tecnologia da informação usando DEA

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de dezembro de 2010

Para saber um pouco mais como criar valor efetivamente com tecnologia da informação.

A framework for measuring the efficiency of organizational investment in information technology using data envelopment analysis

Analytics superando Data Mining

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Uma coisa é clara. O mundo precisa muito mais de engenharia do que poesia.

Analytics surpassing Data Mining

Analytics surpassing Data Mining – Pdf

Mudança no Jogo

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 15 de novembro de 2010

Feito pela Bloomberg no último dia 2, o vídeo mostra como a Google mudou os negócios e jogou para debaixo de tapete a velha mídia.

A escalada dos novos monopólios

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Este texto do The Wall Street Journal apresenta de forma muito didática como se dá o estabelecimento das novas formas de monopólio na internet, e porque a dependência dos serviços dos monopolistas (leia-se Google Inc., Facebook, e afins) é um perigo em potencial.

Este artigo é um aviso bem elucidativo para quem desconhece, ou mesmo negligencia a economia da informação, pois, através da utilização dos exemplos do artigo pode-se ter a dimensão do impacto de um monopólio informacional na vida das pessoas.

Sobre o monopólio na economia da informação o texto afirma que:

“Market power is rarely seized so much as it is surrendered up, and that surrender is born less of a deliberate decision than of going with the flow […]”

Sobre o engodo inicial e o desenvolvimento essa parte responde:

“We wouldn’t fret over monopoly so much if it came with a term limit. If Facebook’s rule over social networking were somehow restricted to, say, 10 years—or better, ended the moment the firm lost its technical superiority—the very idea of monopoly might seem almost wholesome. The problem is that dominant firms are like congressional incumbents and African dictators: They rarely give up even when they are clearly past their prime. Facing decline, they do everything possible to stay in power. And that’s when the rest of us suffer[…]”

E sobre a conveniência do discurso que essas corporações inovam o texto não deixa passar:

“Info-monopolies tend to be good-to-great in the short term and bad-to-terrible in the long term. For a time, firms deliver great conveniences, powerful efficiencies and dazzling innovations. That’s why a young monopoly is often linked to a medium’s golden age. Today, a single search engine has made virtually everyone’s life simpler and easier, just as a single phone network did 100 years ago […]”

E finalmente quem paga conta para que os monopolistas tenham o seu império:

“The costs of the monopoly are mostly borne by entrepreneurs and innovators. Over the long run, the consequences afflict the public in more subtle ways, as what were once highly dynamic parts of the economy begin to stagnate[…]

In the Grip of the New Monopolists

A evolução e a decadência das redes pseudo-sociais

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de outubro de 2010

Para quem é leitor assíduo de veículos de mídia ligados à computação e internet não deve ser difícil ver bons colunistas falando de computação como se fosse algo simples e trivial, algo que fosse comum a qualquer pessoa; o que de fato não é dado os crescentes números sobre as matriculas em cursos de computação e as evoluções em TIC’s no Brasil, não tem erro.

No que tange a nova coqueluche dos comentaristas e colunistas em tecnologia da informação e comunicação são as redes sociais e o seu crescimento ao redor do mundo, principalmente em terra brasilis.

Acontece que as redes sociais são ‘inovações’ (sic.) relacionadas quase que exclusivamente para o front end, ou seja, em nível de usuário, mas consistem em práticas simples de conectar pessoas, e torna-las expostas como em uma grande vitrine no qual possam colocar seu status, fotos, e demais informações; e é aí que entra o pulo do gato de como monetizar a coisa toda.

O que é interessante em nível de negócio nas redes sociais não são gadgets, ou applets relacionados a conectividade ou mesmo patrocínios, mas sim a venda de informações de seus usuários para as empresas.

O artigo do Pedro Dória retrata bastante o que essas redes pseudo-sociais (que como diria o colunista da’ Isto É’ e membro do ‘Manhattan Connection’ Ricardo Amorim, ‘aproxima os ‘distantes e separa os próximos’) e seus efeitos no sentido de que não são feitas para aproximar pessoas, mas sim é uma mistura de brechó social, com um parque de diversões estéreis.

Os amigos, os amigos dos amigos e os conhecidos

Por Pedro Doria

Paul Adams trabalha no Google. Cuida do desenho de interfaces de mídias sociais em projetos como Buzz e sites como YouTube. Recentemente, fez aos colegas de empresa uma apresentação sobre seus estudos. E publicou-a na web. Segundo Adams, as redes sociais estão mal construídas. Não entendem como as pessoas se relacionam na vida real. Para demonstrá-lo, usa o exemplo de uma moça que entrevistou. Debbie.

Criada em Los Angeles, na Califórnia, vive um tanto ao sul, em San Diego. Dá aulas de natação para crianças. Enquanto mostrava aos pesquisadores do Google como usa oFacebook, Debbie repentinamente deu-se conta de algo sério.

Alguns de seus amigos de LA, que trabalham num bar gay, costumam publicar fotos das noitadas em seus perfis. São fotos que, via sua página de perfil, seus jovens alunos conseguem ver. São pedaços de sua vida que Debbie não queria ver misturados e que, no entanto, estão.

Acontece de formas diferente com todos nós.

No caso de Debbie, ela tem quatro “redes sociais”. Seus amigos de LA, os de San Diego, seus alunos e sua família. Amigos de um grupo não necessariamente se encaixam no outro. Sites de relacionamento, no entanto, costumam tratá-los como um grupo único.

Adams recolheu estudos com pessoas em todo o planeta. Em média, temos, todos, algo entre quatro e seis grupos distintos de relacionamentos formados por entre duas e dez pessoas cada. “Amigo” não é a palavra certa para descrever 85% dessa gente. São conhecidos. Há, na verdade, laços fortes e fracos de relacionamento. Uma pessoa, qualquer pessoa, tem entre duas e seis outras pessoas com quem divide laços fortes.

E nosso universo de relações tênues não vai além de 150. Os grupos nômades humanos não passavam de 150 pessoas. As divisões do Exército Romano, idem. O perfil típico do Facebook e o número de editores máximo de artigos da Wikipedia chega ao mesmo número mágico.

Há um terceiro tipo de relação, a relação temporária, que a internet gerencia bem. É o sujeito de quem compramos algo num site de leilão, é o resenhista de um produto na loja virtual, a pessoa que nos ajuda a resolver um problema em algum fórum. A nota do resenhista, depoimentos de outros sobre esta pessoa,
nos ajudam a confiar ou não.

A rede também é competente para nos auxiliar com nossas relações fortes. No Skype, 80% das conversas de um indivíduo são sempre com as mesmas duas pessoas. Mesmo entre os mais jovens, é o e-mail, e não o site de relacionamentos, o veículo preferencial para comunicar algo para o amigo do peito.

A internet falha é no grupo do meio, aqueles 150 com quem temos alguma relação, mas não íntima. Falha de duas formas distintas. A primeira, porque não faz distinção entre os colegas de trabalho, os amigos do colégio, os pais e irmãos e a turma do fim de semana. A segunda, porque não deixa evidente
que os grupos estão misturados.

Foi o caso de Debbie quando, repentinamente, percebeu que o ato de fazer duns bons companheiros seus amigos no Facebook expôs seus alunos crianças a um lado de suas vida que queria privado. Os grupos, ali, estavam misturados. E, sem que ela se desse conta, expôs a ambos duas facetas suas.

Aí entra um pulo do gato: quanta gente não resmunga que, nas redes sociais, só tem pessoas falando sobre o que estão comendo? Acontece, de fato.E, sempre que alguém escreve sobre seu almoço, tem um público bastante específico em mente. Não se trata, evidentemente, de todos nossos ‘amigos’. Só um grupo que não foi devidamente separado do todo.

Atualizamos nosso status, nos sites de relacionamento, para gerenciar a maneira como somos vistos pelos outros. Para cultivar relações específicas. Para dividir com alguns informação que consideramos úteis. A informação que tornamos pública para uns, no entanto, não deveria ser pública para todos.

A apresentação de Adams está no Slideshare.com, basta fazer uma busca por seu nome. Foi a jornalista Gina Trapani quem a descobriu.Mas esta divisão entre grupos de amigos já foi posta em prática pelo Google, aqui mesmo, no Brasil. Resta saber se as mudanças implementadas no Orkut serão adotadas no Google
Me, a rede social que o gigante da internet está preparando para concorrer com o Facebook. É esperar para ver.

 

 

Porque nós precisamos abolir as patentes de Software

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de agosto de 2010

O tema é auspicioso por si só haja vista as discussões relacionadas à Apple em patentear diversos tipos de tecnologias, e bem como diversas empresas de tecnologia estarem se degladiando litigiosamente devido a patentes. Aqui no EI tem diversos posts a respeito na tag Monopoly Wars.

Este ensaio de Vivek Wadhwana no TechCrunch mostra alguns pontos interessantes a despeito desse assunto, e porque, mesmo pessoas que ganham com patentes poderiam ganhar se abrisse mão do que arrecada para participar de uma comunidade de desenvolvimento muito maior que não teria restrições legais sobre o conhecimento já concebido.

Why We Need To Abolish Software Patents

During my tech days, I co-authored four software patents. Each cost my startup about $15,000—which seemed like a fortune in those days. I didn’t really expect these to give me any advantage; after all if my competitors had half a brain, they would simply learn all they could from my patent filing and do things better. But I needed to raise financing, and VCs wouldn’t give me the time of day unless I could tell a convincing story about how we, alone, owned the intellectual property for our secret sauce.   We got the financing, and the plaques of the patents looked great in our reception area, so the expense was worth it. But there was definitely no competitive advantage.

Patents make a lot of sense in many industries; they are needed to protect the designs of industrial equipment, pharmaceutical formulations, biotechnology products and methods, biomedical devices, consumer products (toothpaste, shampoo, contact lenses, etc.), advanced materials & composites, and of course, widgets (lighting fixtures & elements, batteries, toys, tools, etc.). But in software these are just nuclear weapons in an arms race. They don’t foster innovation, they inhibit it. That’s because things change rapidly in this industry. Speed and technological obsolescence are the only protections that matter. Fledgling startups have to worry more about some big player or patent troll pulling out a big gun and bankrupting them with a frivolous lawsuit than they do about someone stealing their ideas.

New research by Berkeley professors Stuart J.H. Graham, Robert P. Merges, Pam Samuelson, and Ted Sichelman highlights the extent of this problem. They surveyed 1332 early-stage technology companies founded since 1998, of which 700 were in the software/internet space. Here is what they found:

In software, only 24% of startups even bothered to file a patent. In medical devices, this proportion was 76%; and in biotech, 75%.  Far more venture-backed companies file patents:  in software, 67%; in medical devices, 94%; and in biotech, 97%.

Venture-backed companies also file more patents than others that file patents. They file, on average, 5.9 patents as against the all-company average of 1.7. In medical devices and biotech, this is 25.2 vs. 15.0 and 34.6 vs. 9.7, respectively.

Software executives consider patents to be the least important factor for competitiveness. They perceive gaining first mover advantage to be the most important factor, followed by acquisition of complementary assets, copyrights, trademarks, secrecy, and making software difficult to reverse engineer.

Companies file patents to prevent competitors from copying their products, to improve their chances of securing an investment or liquidity event (IPO, acquisition, etc.), improving the company’s reputation, and to gain bargaining power against others. Surprisingly, companies that held patents—even venture backed—didn’t believe that patents made them more likely to innovate. Even more surprising, a quarter of companies that licensed technology from others said they did this to avoid lawsuits—not to gain technology or knowledge. In other words, the patent constituted a weapon or a trophy rather than a way to obtain revenues from others’ commercial adoption of their technology.

Pam Samuelson, one of the co-authors of the report, says that her conclusion from the research is that the world may be better off without software patents; that the biggest beneficiaries of software patents are patent lawyers and patent trolls, not entrepreneurs.

Meanwhile, the U.S. patent system is clogged and dysfunctional. John Schmid, of the Milwaukee Journal Sentinel, analyzed U.S. Patent and Trademark Office data and found that as of 2009, there were more than 1.2 million patents awaiting approval—nearly triple the number a decade earlier.  In 2009, the patent agency took an average 3.5 years to deal with a patent request—more than twice the 18-month target. What is most alarming is that patent office automatically publishes applications online after the 18 months—outlining each innovation in detail regardless of whether an examiner has begun considering the application. Competitors anywhere in the world can steal ideas. This effectively undermines the entire purpose of the patent system: the patent office is charging the applicant serious money for giving it the privilege of giving away their commercial secrets.

To make matters worse, the patent office is rejecting applications at an unprecedented pace—with fewer than 50% being approved, compared to 70% a decade ago. One estimate is that this costs entrepreneurs at least $6.4 billion each year in “forgone innovation”–legitimate technologies that cannot get licensed and start-ups that cannot get funded. So the agency charged with protecting U.S. intellectual property and aiding innovation is often doing the exact opposite.

Brad Feld, managing director at Foundry Group, says that we should simply abolish software patents.  He believes that the system has spun completely out of control, with the vast majority of filings not passing the fundamental tests of a patent (that it be non-obvious, novel, and unique innovation).  Copyright and trade secrets have historically been the primary protection mechanisms for software intellectual property, and they are still the best solutions.  Feld notes that technology companies are now forced to divert huge resources to defend themselves from patent trolls rather than advance their innovations.

The founders of the United States considered intellectual property worthy of a special place in the Constitution—“To promote the Progress of Science and useful Arts, by securing for limited Times to Authors and Inventors the exclusive Right to their respective Writings and Discoveries.” They had the concept right, but they surely never conceived of Amazon.com patenting clicks in an online shopping cart and methods for having an online discussion, or Microsoft patenting methods for activating double click applications with a single click. It’s time to do as Brad Feld suggests: simply abolish these abominations.

Peixe Urbano: Uma proposta de modelo de negócios da internet

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

A Peixe Urbano é uma loja virtual que tem o conceito similar ao Groupon em que uma empresa realiza uma oferta a preços baixissímos para um determinado número de clientes em potencial, onde, se for atingida a meta de compradores para um dado produto todos levam a oferta. Em caso de dúvidas clique aqui.

Esse conceito mostra que de todos os devaneios de Chris Anderson (autor de The long Tail) ele não estava completamente errado.

Uma entrevista bem interessante se encontra no site do TechCrunch, com um dos sócios do Peixe Urbano Julio Vasconcellos.

FoxNews.com: Apple é uma religião e o Papa está assustado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Esse excelente artigo da TechCrunch ripado da FoxNews – a última rede de televisão jornalística que preste nos EUA diga-se de passagem – mostra uma analogia bem interessante sobre o fato da Apple torna-se uma religião em um futuro próximo devido a devoção de seus usuários.

O que é interessante de se colocar em pauta (além da ótima analogia que será abaixo inserida) é que a Apple que hoje de acordo com a Forbes é a marca mais valiosa do mundo, aproveitando-se principalmente de precificar, e, principalmente valorizar o design original de Steve Jobs.

A economia da informação se trata entre outras coisas em quantificar economicamente os ativos intangíveis (como por exemplo a experiência do usuário, versioning), e neste caso a Apple através de um aparato de propaganda quase que sufocante conseguiu chegar a um dos pontos mais altos do Vaporware, onde que para alguns (inclusive este postante) é nada mais do que a velha prática de vender fumaça, e ensacada por sinal.

Por mais que os produtos da Apple sejam revolucionários em seu conceito de touchscreen, não há como perceber que um gadget desenvolvido pela a empresa de Steve Jobs tornou-se um símbolo de um status de pessoa cult, pop ou até mesmo considerada ‘antenada’ (sic.) com a tecnologia; onde que na maioria dos casos as pessoas que compram esse tipo de aparelho com diversas opções de recursos multimídia, acabam usando no máximo 2 a 4 recursos; o que é pouco perto das possibilidades que o aparelho oferece. E em casos mais graves nos quais os geeks compram um aparelho com diversos tipos de limitações claras (iPad na ocasião do seu lançamento, que o próprio Jobs dizia que precisava de melhoramentos em suas configurações) ou com defeitos de natureza grave (as antenas e a limitação de recepção de sinal dos iPhone 4) poucas pessoas foram às lojas trocar o seu aparelho ou mesmo pedir manutenção; o que prova a tese de que muitos dos consumidores da Apple ao menos sabem o que vão fazer com o aparelho depois de adquirir.

Essa síndrome da obsolescência tecnológica auto-inflingida tem fundamentalmente como raiz o Vaporware puro e simples, exposto por um marketing de rede que muitas das vezes serve mais como desinformação, ao passo que se esconde atrás desse conceito de produtos ‘revolucionários’ (sic.) a agregação de um preço quase que absurdo  se for levado em conta a utilização útil dos gadgets da Apple.

Talvez isso não seja importante nesse exato momento, mas basta pensar na história das tulipas holandesas, e ver que esse é uma das origens das bolhas financeiras, a mesma que afundou a NASDAQ em 2000.

Fox News: Apple Is The New Religion And The Pope Is Scared

by MG Siegler

Jesus. Maybe literally.

Fox News has a long and illustrious history of saying some fairly outrageous things. A story today on FoxNews.com may be one of the best yet — certainly from a tech perspective.

The post entitled “For Apple Followers, It’s a Matter of Faith, Academics Say” argues that while people may joke about Apple being a religion (JesusPhone, etc), to some, it may actually be a religion. Better, they wonder if Apple shouldn’t pursue that path. Here’s Fox News’ keys as to why Apple is similar to a religion:

* Apple’s creation story epitomizes the humble garage origin of its technology — not unlike the humble manger of Jesus’ birth.
* Apple CEO Steve Jobs is perceived as a messianic leader who was fired but rose again to save the company.
* Apple has traditionally had an evil archenemy, the Devil, as represented first by Microsoft and now by Google.

Yes, Apple’s start in a garage is very similar to Christ’s birth.

They also note that the Pope is scared of such a religion because he once rhetorically asked if a savior was needed in a modern wired world. Clearly, that means Apple.

The story goes on to wonder if Apple — not some crazed Apple fanboys, mind you — might apply for religious status in the future. “Indeed, it would be interesting if Apple were to apply for such a status in the future.“

Naturally, the main impetus behind this farce is that the author can’t understand why people continue to buy iPhones even though they don’t work. Therefore, Apple must be a religion. “It’s not a matter of rationality, it’s a matter of faith,” the author argues.

Meanwhile, back on the planet Earth, the story remains the same. The iPhone 4 does indeed have an antenna issue, but it’s not a major issue in real world use. If it were a major issue, the millions of people who have bought the device over the past month would be returning it en masse. If something doesn’t work, you return it — it’s that simple. That isn’t happening.

So which argument makes more sense? Are the returns not flowing in because it’s really not a big deal — and overall the iPhone 4 is the best smartphone out there? Or is it because Apple is a religion?

Social Media – Danila Dourado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Por mais que pessoalmente o administrador desse blog/site não acredite muito no marketing convencional (por razões mais subjetivas do que ideológicas de contra-cultura), não se pode deixar de apreciar um belo trabalho dentro do campo das mídias sociais (em especial as digitais) que vem sendo praticamente destrinchado pela a Danila Dourado, onde ela usa o seu blog para exemplificar alguns aspectos do marketing digital, que e será o futuro da economia digital onde em um futuro não muito distante o consumidor não fará a aquisição de um produto pelo o seu cheiro, pela a recomendação de um vizinho ou mesmo pela a imposição de uma propaganda massante, e/ou status quo; mas sim será feita com consumidores com mais acesso à informação daquilo que está sendo vendido, bem como os feedbacks das pessoas que já adquiriram o produto em questão, aproveitando o máximo da inteligência coletiva. Blog nota 10.