Economia da Informação

Slow Food, Slow Travel… Agora Slow Reading

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 18 de dezembro de 2010

Um pouco antigo, mas mostra atualmente como as informações estão cada vez mais superficiais e pasteurizadas.

 

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A contra-revolução virtual

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Como alguns governos estão agindo para restringir o acesso à internet. Por The Economist.

A contra-revolução virtual

Analytics superando Data Mining

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Uma coisa é clara. O mundo precisa muito mais de engenharia do que poesia.

Analytics surpassing Data Mining

Analytics surpassing Data Mining – Pdf

Comunicado – Desabafo – Dúvida… – Direto de Banca de Revista

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de agosto de 2010

Link para a postagem original.

Quando comecei o site, eu tinha uma meta, mostrar para as empresas que a revista digital faria sucesso sim!! Que tem procura, que fazendo isso alguém poderia ver e se ligar que com a revista digital estaria destruindo menos o nosso planeta!

masssssssssss

Dia 18/08/2010 recebi uma intimação da Editora Abril exigindo a retirada de todo material ligado a ela, alegando direitos autorais!!

Isso quer dizer: veja, mens health, mundo estranho, playboy, quatro rodas, super interessante, vip, entre outras, foram deletadas para evitar sanções legais.

Acho uma puta sacanagem isso, estou cansado de ouvir essa tal de liberdade de informação, e me pergunto que merda de liberdade é essa??

As empresas investem tanto em comerciais e anúncios sobre quanto é prejudicial a pirataria (até inventam coisas ) agora me pergunto, por que raios eu vou comprar um produto original, se não posso fazer o que eu quiser com ele?? Sim, muitas revistas que postei ao longo da existência do site foram Scans próprias!! Compradas!! E vem me dizer que não tenho a liberdade de colocar em um site pessoal pra galera baixar!!!

Dizem que isso é crime!!!!!a vai pra PQP!!!

Então me pergunto, se eu comprar a revista e colocar num consultório médico (por exemplo) é crime também?? quer dizer que todos os médicos vão receber uma intimação de direitos autorais!! pq se for ver é praticamente a mesma coisa!!!

Agora eu pergunto a vocês:
Alguém por acaso sabe me dizer quanto a empresa Abril destrói de árvores por ano pra produzir essas revistas?? e olhe bem, só estou comentando sobre as árvores!! fora isso ainda tem muito material no meio…

E antes que algum corno venha me dizer que a Abril tem campanhas, faz reflorestamento e blablabla…eu lhe pergunto: se ela planta uma árvore, quanto vc acha que ela destrói??

China terá empresa estatal de busca online

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 12 de agosto de 2010

Do Blog TECNEIRA

Em breve, o Google terá mais uma preocupação na China além de ataques de crackers e censura de seus resultados. Duas empresas estatais anunciaram nesta quinta-feira (12/8) planos de entrar no mercado de busca do país, o maior mercado online do mundo, com 420 milhões de usuários.

A agência de notícias Xinhua e a operadora de telefonia China Mobile, líder de mercado, irão criar conjuntamente uma nova companhia. O anúncio oficial contou com a participação de quatro representantes do governo: Yang Xueshan, vice-ministro de Indústria e Tecnologia da Informação, Huang Danhua, diretor da Comissão de Admininstração e Supervisão de Bens Estatais, He Ping, editor-chefe da Xinhua, e Wang Jianzhou, diretor de conselho da China Mobile.

colunas.epocanegocios.globo.com-tecneira

Monopoly Wars (VII) – Scotland Yard x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de junho de 2010

Direto de TIINSIDE

Google Street View agora será investigado pela Scotland Yard

A coleta de dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas pelo Google, durante o mapeamento das ruas para o projeto Street View, agora será investigada pela Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard. A polícia quer saber quais leis foram violadas durante o projeto e em que órgão do governo do Reino Unido um possível processo judicial deve ser registrado.

O anúncio da investigação, feito nesta terça-feira, 22, leva em consideração uma queixa formal feita pela Privacy International (PI), organização europeia pelos direitos à privacidade on-line, segundo o jornal britânico Guardian. A PI acusa o Google de violar a privacidade dos internautas britânicos, comparando a coleta de dados a uma prática de grampo telefônico não autorizado. O Guardian, por sua vez, acredita que o armazenamento das informações de acesso à internet de redes Wi-Fi teve fins comerciais, pois, segundo o jornal, o Google trabalha no desenvolvimento de uma plataforma de publicidade on-line baseada no comportamento das pessoas na web (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A Scotland Yard, no entanto, não faz nenhuma menção direta ao Google no documento que comunica a investigação. A polícia londrina apenas diz que iniciará “um inquérito policial que envolve a coleta não autorizada de informações de redes Wi-Fi” no Reino Unido. A polícia já avisou o site de buscas que alguma “pessoa responsável pelo assunto” precisa ser indicada para responder aos questionamentos da investigação.

O futuro da informação jornalística

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 19 de junho de 2010

Aqui no Economia da Informação, já foi discutido como o modelo do jornalismo deve mudar para manter-se vivo. É fato que as publicações jornalísticas estão cada vez mais em baixa, seja pela a qualidade do seu conteúdo editorial, bem como a sua insistência em manupulação, distorção e omissão de diversos assuntos, em especial na seara política e econômica. Mas esse não é o mérito.

Stephen Kanitz publicou em seu blog um texto muito conciso sobre Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas, onde o autor promove uma série de questionamentos pontuais sobre o futuro das empresas de mídia.

Stephen Kanitz – Planejamento Estratégico de Empresas Jornalísticas

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O fim do conhecimento – Revista Info

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Uma ótima reportagem da edição de maio da revista Info é titulada de “O fim do conhecimento” onde é colocado em questão a situação de armazenamento em todo mundo e a geração das informações em um volume altissímo. A grande questão colocada é que os dispositivos eletrônicos estão projetados para cada vez mais armazenar dados ao invés de garantir a estabilidade destes dados.

Estadão: Aprendendo com os piratas

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de maio de 2010

Direto de ESTADÃO ONLINE

Aprendendo com os piratas
Pesquisador que levantou a história da pirataria diz que discurso libertário pela cultura livre é secular e Google Books pode mudar a forma como entendemos o direito autoral

Por Rafael Cabral

[…]O historiador Adrian Johns, da Universidade de Chicago, acha que falta perspectiva histórica tanto àqueles que odeiam as redes P2P quanto para os defensores da cultura livre. Autor do mais completo estudo já publicado sobre o surgimento e a consolidação da pirataria, Piracy – The Intellectual Property Wars From Gutenberg to Gates (um calhamaço de 636 páginas lançado no começo do ano nos EUA), o professor acha que só é possível entender a revolução que a internet trouxe para os direitos autorais olhando as raízes das cópias ilegais e falsificações, que datam do século 17. Ao Link, Johns falou sobre o passado e o futuro da pirataria.

Quais os debates atuais que podem mudar a maneira como pensamos a pirataria?

Eu destacaria a briga em torno do Google Books, que retoma uma série de questões já levantadas, mas que até então não passavam de especulações. A maior delas tem a ver com fazer que o conhecimento produzido há milênios seja acessível no futuro para muito mais gente. O plano do Google de digitalizar todo esse conteúdo – e obviamente lucrar com isso –, só tem o copyright como barreira. Esse pode ser o mais importante caso jurídico de copyright na história dos EUA. Pode acabar com uma noção que conhecemos em quase 250 anos.

O que mudou dos tempos de Gutenberg para os de Bill Gates, com a internet?

A grande mudança foi a proliferação de mídia: fotografia, gravadores, vídeo e agora arquivos digitais. Cada um desencadeou um tipo de pirataria e novas estratégias de combate. Porém, as redes P2Pcausaram uma revolução. Com o digital, quase não há custo para copiar e distribuir. Ao mesmo tempo, ficou mais fácil monitorar a ação dos piratas. O futuro da pirataria surgirá da tensão entre esses dois extremos.

A cultura digital exige novas regras? Ou usar informações “emprestadas” fez sempre parte do processo criativo?

Acho que leis diferentes são necessárias não só por causa do ambiente digital, mas porque todas as práticas, mesmo a das indústrias, mudou com a web. Novas leis serão criadas e adaptadas à nova realidade. Não sei se a pirataria, de ideias ou produtos, faz parte da natureza humana. Mas é difícil imaginar uma sociedade em que as pessoas não o fazem. Não seria uma organização que chamaríamos de “social”, com certeza. “Roubamos” em cada pequeno ato.[…]

Mais sobre o futuro do e-Book

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de abril de 2010

Duas reportagens interessantes uma da Folha Online, e outra da Veja Online, onde mostra que esse futuro do e-Book ainda é indefinido no Brasil, e que a morte do formato físico está muito longe de acontecer.

Folha Online – Formatos e Direitos travam e-Nook no Brasil

[…]Mas Herz continua cético quanto a um crescimento veloz do livro digital. Em quase um mês, diz ter vendido apenas 134 e-books. “É muito pouco.”

O livreiro é um dos que defendem que o maior nó do mercado é a rediscussão dos direitos autorais. “O medo está aí. Isso vai inundar o Judiciário.”[…]

Veja Online – O Enigma do e-Book: “Decifra-me ou te devoro”

[…]Entre os enigmas dos e-readers está o preço do livro eletrônico, o e-book. Uma vez que sua produção elimina gastos de impressão, papel e transporte ao ponto de venda, o custos e, portanto, o preço das obras digitais poderiam ser sensivelmente inferiores aos do livro tradicional. E são. Outra charada: no novo cenário, como seria a remuneração de autores e editoras? Mais uma: qual dos formatos oferecidos por fabricantes de e-readers se tornará padrão? Como sobreviverão as livrarias, se um dia todas as obras puderem ser adquiridas pela internet, por exemplo? Finalmente: como evitar que o arquivo digital, facilmente reproduzível e compartilhável em ambiente virtual, vire alvo de pirataria, repetindo com a indústria do livro o que o formato MP3 fez com a dos discos?[…]