Economia da Informação

Apple é alvo de ação coletiva por invasão de privacidade

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de agosto de 2011

Em TI INSIDE.

Uma ação coletiva movida por 27 mil pessoas na Coreia do Sul contra a Apple, por conta da captura de dados sobre a localização de usuários do iPhone, pede indenização de US$ 26 milhões, o que totaliza menos de US$ 1 mil individualmente. A primeira audiência deve acontecer até novembro.

No início do mês, a empresa já havia sido processada pelo mesmo motivo, em uma ação na qual era solicitado que os dados de localização do iPhone fossem encriptados. A empresa foi multada em 3 milhões de wons (o equivalente a US$ 2,7 mil dólares) pela coleta ilegal dos dados, segundo a Comissão de Comunicações da Coreia.

Em julho, a divisão sul-coreana da Apple pagou a primeira indenização a clientes pela coleta indevida de dados. O processo foi movido pelo mesmo escritório de advocacia que defende agora a causa coletiva.

O iOS4, sistema operacional da Apple para iPhone e iPad, rastreia e armazena as localizações dos usuários, segundo análise que veio a público em abril por um site americano especializado em tecnologia. A empresa admitiu um bug que enviava as informações dos iPhones para servidores da companhia mesmo com os serviços de GPS desligados.

A empresa, contudo, divulgou que não armazena dados nos aparelhos por um período maior do que sete dias, além de encriptá-los e interromper o backup das informações de localização em computadores. De acordo com a Apple, o bug sobre o envio anônimo de dados já foi corrigido com uma atualização gratuita disponível aos usuários.

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Time For A New Software Economy

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 16 de julho de 2011

Apple é condenada a pagar US$ 8 milhões por quebra de patente

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 16 de julho de 2011

Ecossistema Fechado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de março de 2011

Uma ótima aula sobre Ecossistemas de Negócios.

Direto de WALL STREET JOURNAL

Apple CEO Jobs to Testify in Antitrust Suit

By IAN SHERR

Apple Inc. Chief Executive Steve Jobs has been ordered to answer questions in an antitrust lawsuit over his company’s iPod music players.

In a Monday filing, Magistrate Judge Howard Lloyd of the District Court for the Northern District of California in San Jose said Jobs may be questioned for up to two hours over allegations that a software update to the Cupertino, Calif.-based company’s iPod music players made them inoperable with music purchased from RealNetworks Inc.’s music store.

“The Court finds that Jobs has unique, non-repetitive, firsthand knowledge,” Judge Lloyd wrote in his order.

Apple spokeswoman Kristin Huguet declined to comment. A lawyer representing consumers didn’t immediately respond to a request for comment.

A group of consumers, led by Thomas Slattery, sued Apple in 2005, saying Apple created a monopoly with its iPod portable music player and iTunes store. At the time, Apple used a proprietary software, called “FairPlay,” that allowed iPods only to play music purchased from Apple’s iTunes music store. That restriction also kept music from competing music stores from playing on iPods, the consumers said.

“Although a number of competing legal online sellers of digital files exist, Apple has rigged [the iPod] so that only online digital music files purchased from Apple’s iTunes store, to the exclusion of all other online music files purchased from any other online store, can be directly played on the iPod,” the consumers said in their initial filing that accused Apple of running a monopoly.

The FairPlay software was ostensibly created to prevent music piracy, Judge Lloyd said in his filing.

The ruling, which was earlier reported by Bloomberg News, comes as Apple has engaged in multiple lawsuits regarding its mobile devices, their operating software and even the company’s trademark—”App Store”—for downloading programs.

Mr. Jobs remains on medical leave. His most recent medical leave was announced Jan. 17, but Mr. Jobs has attended a dinner with President Barack Obama and headlined Apple’s unveiling of the iPad 2 tablet computer.

 

CP #1 Tim Berners-Lee

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Uma das impressões mais positivas que o Tim Berners-Lee passou foi o fato de remar contra todas as novas coqueluches digitais que encantam as pessoas, e esse foi mais ou menos o mote da sua palestra na Campus Party 2011.

Lee foi bem enfático que o monopólio do Facebook (no sentido de maior rede social) vai cair, pelo simples fato do turnover digital acontecer em uma velocidade muito grande.

Foi uma palestra bastante proveitosa para quem não conhecia Lee, mas desapontou alguns poucos que queriam saber mais sobre web semântica e seus impactos.

Ele falou também sobre o ecossistema de negócios da Apple, em uma reportagem para folha nesse link.

Folha – Qual o maior problema da internet atualmente?

Tim Berners-Lee – Estamos em tempos muito empolgantes, mas, quando falo sobre a os problemas da internet, a primeira coisa que me vem à mente é a preocupação de que alguém (grande empresa ou governo) a controle.

O sr. acha que alguém já controla a internet?

Acho que, essencialmente, A web ainda é neutra.

Empresas como a Apple, que apostam em sistemas fechados, comprometem a essência de liberdade da internet?

Quanto a esse modelo, existe o fato de que você não pode carregar o que quiser no seu telefone, mas eles exigem que o programa atenda a uma lista de exigências.

Com isso, as pessoas esperam um mínimo de qualidade. Historicamente, sempre existiram iniciativas globais mais fechadas, mas elas falharam diante do entusiasmo da web aberta.

Aqui mesmo, nesta Campus Party, enquanto falamos, as pessoas estão lá fora inovando na rede, trazendo novas ideias e as compartilhando com seus amigos. Tudo isso sem ter que passar pelos critérios de uma loja de aplicativos. Um sistema mais fechado barra essa quantidade de criatividade.

Geralmente, quando surgem essas iniciativas fechadas, o mundo aberto acaba saindo mais forte.

O sr. já disse que a web ainda Não está pronta. O que vem?

Estamos trabalhando bastante. São iniciativas como o HTML 5 (nova linguagem HTML, usada para escrever páginas da internet) e toda a plataforma de aplicações para a web (programas que são acessados por meio de rede). Com essas aplicações, você pode criar um programa que pode ser usado em qualquer computador.

Com a exposição pública via internet, o conceito de privacidade pode acabar?

Não acho que a privacidade vai acabar. Penso que o mundo vai evoluir para uma nova convenção em relação ao assunto.

Por exemplo, eu coloco fotos de viagem que fiz na adolescência na internet e um possível empregador encontra. Se ele for responsável, Pedirá para mim se pode usar as informações.

A mesma coisa em relação a empresas de seguro. Por exemplo, os registros de navegação dos nossos computadores podem dizer qual a probabilidade de termos câncer no futuro -por dizer que tipo de site frequentamos, por exemplo- e essas informações podem ser vendidas.

Mas a empresa responsável não levará isso em conta para determinar aumento do seguro. Acho que haverá mudança no sentido de fazer um uso aceitável desses tipos de dado, sem acabar completamente com a privacidade.

 

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Monopoly Wars (XI) – Microsoft x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De Olhar Digital

Microsoft x Apple: quem ganha esta batalha?

Site reuniu diversos relatórios feitos por empresa de tendências do uso da internet e fez algumas previsões sobre o mundo tecnológico do futuro

Segunda-feira, 25 de outubro de 2010 às 15h50

Quando se trata de Microsoft e Apple, a batalha é acirrada para determinar quem está ganhando no mundo tecnológico. No uso de computadores, por exemplo, a Microsoft está à frente. No entanto, a Apple passou a construir um negócio lucrativo após o outro. Mas e quanto ao uso de internet vindo de aparelhos das duas companhias?

O site ZDNet analisou diversos relatórios feitos pela Net Market Share, uma empresa que fornece dados sobre tendências de uso da internet, sobre desktops e plataformas móveis durante o período de novembro de 2007 e outubro de 2010. Confira abaixo as tendências analisadas pelo site de tecnologia.

Windows XP continua em declínio constante. Em 2008 mais de um ano após o lançamento do Windows Vista, os usuários continuavam utilizando o XP. Menos de 10% substituíram a plataforma e cerca de 5% de todos os PCs Windows estavam utilizando versões anteriores ao XP. No entanto, a história mudou quando o Seven foi lançado. Nesse período, o número de usuários utilizando XP caiu mais de 20% em dois anos e continua caindo, da mesma forma que usuários de versões anteriores ao XP.

Apesar disso, não há evidências de que haverá um abandono significativo da plataforma Windows no mercado. A fatia de mercado de PCs com Windows caiu nos últimos dois anos e meio de 95.4% para 91.1%. Apesar disso, a queda não está relacionada somente ao Windows, mas sim a todos os sistemas operacionais. O uso do Linux, por exemplo, caiu de 1.08% para 0.85%. já o OS X manteve: de 5.26% para 5%.

A Apple apostou em campanha publicitária de maneira agressiva para o OS X. Enquanto a Microsoft estava sofrendo com o Windows Vista e sua pequena faixa de adesão no mercado de plataformas, a Apple apostou em campanha publicitária para o OS X. O resultado foi um crescimento para mais de 5% no ano passado, apesar de ter estagnado a partir deste momento (o que poderia explicar a campanha da Apple “Volte para o Mac” lançada há alguns dias). Porém, a cota global da Apple na internet continua a subir graças aos dispositivos móveis da empresa, como é o caso do iPhone e iPad.

A internet móvel está crescendo em um ritmo absurdo. Em 2007, o tráfego da internet vindo de dispositivos móveis foi quase inexistente (0.09%). Hoje, aparelhos móveis correspondem a cerca de 3% do tráfego global de internet, seguindo um crescimento de duas vezes a cada oito meses. Nesse quadro, o tráfego da internet vindo da comunidade mobile chegará a mais de 20% nos próximos dois ou três anos.

A Apple ganha da Microsoft quando o assunto é dispositivos baseados no iOS. No quesito dispositivos móveis, a Apple lidera a categoria com 42% de todo o tráfego da internet, seguido por uma plataforma Java, a Java Micro Edition (ME), que possui 37% do mercado – provavelmente sendo executada principalmente em aparelhos Nokia. Em terceiro lugar está o Symbian (11%) e em quarto o Android (8%).

O mercado de dispositivos móveis que assume tarefas que antes eram feitas por computadores está crescendo e, como exemplo disso, a própria Microsoft lançou o Windows Phone 7 em uma tentativa de abraçar este mercado de maneira satisfatória – e superar a Apple neste mercado.

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Entre o aprisionamento e a selva

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Dentro da economia da informação o lock in (ou aprisionamento) é um fato de um produtor de algum produto tecnológico oferecer produtos que o usuário não possa ter opções de escolhas de tecnologias dentro do dispositivo, bem como o mesmo não tenha qualquer compatibilidade com outros dispositivos que não pertençam ao ecossistema da empresa. Exemplos claros disso: Windows, iPhone, iPad, Blackberry, et cetera.

Já a selva é o contrário, com a abertura dos códigos para os mais diversos dispositivos as possibilidades de customização são quase que infinitas, e são condicionadas exclusivamente pela a capacidade do hardware que irá suportar a tecnologia. Entretanto, com essa abertura os usuários ficam sem qualquer tipo de suporte fácil, e na maioria das vezes só encontram informações em comunidades muito específicas e de pouco acesso. Exemplos: Linux, Android, comunidade Java, et cetera.  

Neste pronunciamento de Steve JobsSteve Jobs x Android, ele critica a plataforma Android pelos motivos supracitados, porém, ele esquece de que a sua plataforma tem um dos ecossistemas de negócios (fornecedores, desenvolvedores, hardware) mais fechados do mundo digital. 

Seja no aprisionamento ou na selva, o que podemos esperar é que essa guerra não vai terminar bem para nenhum dos lados, seja para as empresas, seja para os consumidores.

A batalha das patentes II

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Nessa reportagem da The Economist é abordado o tema das constantes batalhas judiciais que ocorrem em  todo mundo na área de telecomunicações, em especial pela a quebra de patentes.

O EI já abordou em um post esse tema e inclusive tem a seção Monopoly Wars que falam dessa verdadeira guerra de patentes, onde as empresas não brigam para conquistar novos clientes ou melhoria de seus serviços, mas sim brigam para alcançar a condição monopolista de estabelecer o seu padrão único de base instalada.

Batalhas das Patentes

Monopoly Wars (XI) – Mirror Worlds x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

De TIINSIDE

A Apple foi condenada na sexta-feira, 1º, a pagar US$ 625,5 milhões por infringir três patentes da desenvolvedora de tecnologia Mirror Worlds. As tecnologias foram utilizadas para exibição de arquivos e documentos no iPhone, nos computadores Machintosh e no iPod Touch.

A sentença foi questionada pela fabricante de eletrônicos, que, no fim de semana, enviou um documento emergencial à Corte do Texas, nos Estados Unidos, responsável pelo caso, alegando que a decisão foi “precipitada e não reparou em detalhes fundamentais”. Esses detalhes, diz a Apple, confirmam que a propriedade intelectual da Mirror Worlds foi preservada em duas das três patentes, e que dar ganho de causa em todos os casos foi um erro.

Na reclamação, a Apple pede, ainda, que o juiz reveja a exigência da Mirror Worlds de que as multas por violação de patentes sejam cumulativas. Na opinião da fabricante de eletrônicos, tal ponto é “errôneo e altamente questionável”. O processo, impetrado em 2008, exigia indenização de US$ 208,5 milhões por patente infringida. Com informações do New York Times e The Wall Street Journal.

Ações de Google e Apple iniciam na Bovespa com boa procura

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de outubro de 2010

Direto de TIINSIDE

As ações das gigantes de tecnologia Apple e Google começaram a ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F-Bovespa) nesta terça-feira, 5. Os papéis serão emitidos pelo Deutsche Bank, por meio das chamadas BDRs – Brazilian Depositary Receipts, certificados representativos de valores mobiliários emitidos por companhias abertas com sede no exterior.

Além de Google e Apple, mais oito grandes empresas estrangeiras passam a ser negociadas no mercado de capitais brasileiro: Bank of America Corporation, Arcelor Mittal, Goldman Sachs Group, Avon Products, Wal-Mart Stores, Exxon Mobil Corporation, McDonald’s e Pfizer, todas listadas em bolsas norte-americanas.

A BDR de “nível 1” é um certificado representativo de valores mobiliários de emissão de companhia aberta ou assemelhada, com sede no exterior. Dessa forma, é considerado investimento no exterior. Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, que no caso é o Deutsche Bank, sem qualquer participação das companhias. A negociação será no mercado de balcão organizado do segmento Bovespa.

Na estreia das ações das empresas estrangeiras, os investidores negociaram R$ 2,87 milhões, registrando 54 negócios com as chamadas BDRs. A BDR da Apple se destacou como a mais procurada pelos investidores, com dez negócios.