Economia da Informação

A Econonia da Informação – Review por Paulo Vasconcelos

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de agosto de 2010

É com extrema alegria que este webmaster faz a recomendação do site do grande Paulo Vasconcelos que é uma das mais altas referências em Análise de Negócios, e Engenharia de Software no Brasil.

O Review do livro em seu site mostra que cada vez mais a Economia da Informação vem tomando grandes dimensões no debate sobre o impacto econômico das novas tecnologias, e como que a informação está virando o bem mais valioso deste início de milênio.

A Econonia da Informação – Review por Paulo Vasconcelos

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A dominação mundial da Google Inc.

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de agosto de 2010

Um um vídeo produzido pela a NextMedia é mostrado o recente embate sobre a união da Google com a Verizon e a divisão do tráfego na internet.

Com tradução livre deste webmaster.

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O que eles sabem?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de agosto de 2010

O jornal The Wall Street Journal tem como uma de suas pautas de grandes reportagens uma série chamada “What They Know” – em tradução livre o que eles sabem – que mostra aspectos relevantes a respeito da privacidade online, e como os proprietários de grandes provedores e websites utilizam os cookies para rastrear seus consumidores, bem como proporcionar a eles publicidade dirigida.

O link para o vídeo está disponível no site do WSJ, bem como as notícias sobre a série está também no twitter.

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RIAA: DMCA não é suficiente – Por Tatiana de Mello Dias

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de agosto de 2010

Direto de P2P

A lei de direitos autorais americana tem inimigos de todos os lados. De um lado, os partidários do compartilhamento de arquivos pela internet e organizações como a EFF; dos outros, a ponta oposta da luta autoral americana, a RIAA (Recording Industry Association of America), associação das gravadoras dos EUA.

Na segunda-feira, 23, o presidente da associação, Cary Sherman, reclamou da legislação e pediu que os provedores combatam a pirataria com mais afinco.

“Você não pode monitorar todas as infrações na internet”, disse. “Nós não temos a capacidade de procurar em todos os lugares onde aparece conteúdo ilegal, como o Rapidshare”.

Segundo ele, a legislação tem lacunas que permitem que os provedores de conexão e conteúdo façam vista grossa às infrações cometidas pelos usuários. “Se você digita ‘Beyonce MP3′, provavelmente a primeira coisa que verá serão sites ilegais”, exemplificou Sherman.

A DMCA foi criada em 1998 e permite que a indústria do entretenimento use travas para evitar as cópias em meios digitais (o DRM) e criminaliza quem tenta burlar esses mecanismos. Mas também diz que, de maneira geral, as empresas não podem ser responsabilizadas por hospedar conteúdo que infringe direitos autorais, desde que removam-no se forem notificados pelo proprietário.

É esse o ponto criticado pela RIAA, que pede mais responsabilidade para os provedores. Segundo o presidente, a RIAA está discutindo com os provedores de conexão para policiar os usuários e quer “estender esse tipo de relacionamento” para os mecanismos de busca, processadores de pagamento e anunciantes”. “Se a legislação for uma maneira apropriada para facilitar este tipo de operação, melhor”.

O YouTube, porém, discorda. “Nós acreditamos que a DMCA está funcionando exatamente da maneira como o Congresso quis”, disse Lance Kavanaugh, gerente de produto do YouTube. Segundo ele, os EUA são líderes mundiais na criação de novas ideias para web justamente por causa da legislação que permite que pequenas empresas inovem sem burlar a legislação.

Na semana passada, a associação das indústria do entretenimento dos EUA também pediu para que o Google e a Verizon tivessem mais afinco no combate à pirataria: “o atual regime regulatório não está funcionando para os criadores americanos”, dizia o pedido.

Mudança de Paradigma (Paradoxo)

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de agosto de 2010

Em face aos mais recentes questionamentos desse webmaster sobre software livre (em especial a sua predileção pelo o Ubuntu 10.04, mesmo tendo a licença original do Microsoft Office), direitos autorais, bem como liberdade de informação e a crise no jornalismo nacional; este site está fazendo uma série de reflexões sobre os paradigmas (paradoxos) de pensamentos até então concretos sobre diversos assuntos. Em breve os leitores do EI irão compartilhar do que for abstraído a este respeito.

Comunicado – Desabafo – Dúvida… – Direto de Banca de Revista

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de agosto de 2010

Link para a postagem original.

Quando comecei o site, eu tinha uma meta, mostrar para as empresas que a revista digital faria sucesso sim!! Que tem procura, que fazendo isso alguém poderia ver e se ligar que com a revista digital estaria destruindo menos o nosso planeta!

masssssssssss

Dia 18/08/2010 recebi uma intimação da Editora Abril exigindo a retirada de todo material ligado a ela, alegando direitos autorais!!

Isso quer dizer: veja, mens health, mundo estranho, playboy, quatro rodas, super interessante, vip, entre outras, foram deletadas para evitar sanções legais.

Acho uma puta sacanagem isso, estou cansado de ouvir essa tal de liberdade de informação, e me pergunto que merda de liberdade é essa??

As empresas investem tanto em comerciais e anúncios sobre quanto é prejudicial a pirataria (até inventam coisas ) agora me pergunto, por que raios eu vou comprar um produto original, se não posso fazer o que eu quiser com ele?? Sim, muitas revistas que postei ao longo da existência do site foram Scans próprias!! Compradas!! E vem me dizer que não tenho a liberdade de colocar em um site pessoal pra galera baixar!!!

Dizem que isso é crime!!!!!a vai pra PQP!!!

Então me pergunto, se eu comprar a revista e colocar num consultório médico (por exemplo) é crime também?? quer dizer que todos os médicos vão receber uma intimação de direitos autorais!! pq se for ver é praticamente a mesma coisa!!!

Agora eu pergunto a vocês:
Alguém por acaso sabe me dizer quanto a empresa Abril destrói de árvores por ano pra produzir essas revistas?? e olhe bem, só estou comentando sobre as árvores!! fora isso ainda tem muito material no meio…

E antes que algum corno venha me dizer que a Abril tem campanhas, faz reflorestamento e blablabla…eu lhe pergunto: se ela planta uma árvore, quanto vc acha que ela destrói??

Artigo Veja – Mais rico, mas rápido?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de agosto de 2010

Digital Age 2.0: Quem paga pelo conteúdo online?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de agosto de 2010

Direto de IDG NOW!

Debate entre especialistas discutiu uma das principais questões da mídia atual: como manter conteúdo relevante na ‘Era do Grátis’.

Quem paga pelo conteúdo na web 2.0? Essa foi uma das principais discussões durante o 2º dia do Digital Age 2.0. O assunto foi pauta em um painel que reuniu Eduardo Aspesi, VP de Mercado Nacional do Grupo RBS, Fernando Alphen, diretor da agência F/Nazca, Suzana Singer, ombusdman da Folha de São Paulo, Rodrigo Velloso, diretor de desenvolvimento de negócios do Google para América Latina e Michel Lent, gerente geral da agência Ogilvy Interactive, com moderação de Silvia Bassi, publisher da Now!Digital Business.

O discussão começou com a grande questão da mídia atual: como sustentar a produção de conteúdo de qualidade na internet, uma mídia em que a absoluta maioria dos consumidores está acostumada a pagar nada?

Suzana Singer defendeu o valor da mídia tradicional. “Notícia bem-apurada, bem-feita, ainda é um produto muito caro”, disse a ombudsman. Para ela, a existência de jornalismo independente, com equipes que tenham tempo e verba para longas apurações, é fundamental para a democracia. O modelo atual, que privilegia a audiência em troca de publicidade, não é bom no longo prazo para o jornalismo. “O sensacionalismo atrai cliques, mas não é relevante”, argumentou.

Já para Lent, as grandes corporações estão sob séria ameaça. Ele acredita que há preocupação demais com o conteúdo, e pouco com os produtos, que deveriam ser o foco das organizações de mídia. “O melhor modelo de negócios é o mais simples: crie coisas incríveis, relevantes”, disse. Ele apontou como exemplos os casos do Google, Firefox e Apple, que brilharam pela qualidade de suas criações, mais do que pelos investimentos em marketing.

Aspesi, da RBS, acredita que o problema também passa pela distribuição do conteúdo. “Temos de estar onde as pessoas querem, seja no mobile, portais jovens, blogs, onde for”, disse.

Pessimista, Alphen acredita que o momento é de transição – para pior. Ele mencionou pesquisas apontando que, entre o público mais jovem (até 15 anos), as principais fontes de informação são mecanismos de busca (principalmente o Google, claro), Orkut, Twitter e até o YouTube – enquanto os veículos tradicionais respondem por apenas 5%. “É uma questão de mudar as cabeças”, disse.

Ele acredita, inclusive, que a própria forma de consumir informações por meio da palavra escrita está em extinção. “Hoje a mídia é muito mais audiovisual”. De fato, pesquisas divulgadas no Digital Age mostram que o vídeo online é uma das preferências dos brasileiros.

Velloso, do Google, foi por outro caminho. “O que existe hoje é uma disputa de tempo – as pessoas gastam 25 minutos no jornal impresso, e apenas 70 segundos no site da publicação”, comentou. Para ele, o foco de replicar o conteúdo offline no online é errado, e não cria engajamento nos leitores. “O que as empresas precisam fazer é cortar os custos – elas não podem gastar tanto”, defendeu.

Ele também defendeu a gigante de buscas, apontada por muitos como uma das vilãs da crise nas mídias tradionais. “O Google só ajudou a internet”, disse. Segundo ele, uma enorme quantidade de sites de notícia passou a receber ou teve seu tráfego aumentado por conta de serviços como o agregador Google News. Diante da ameaça de alguns veículos de restringir o acesso do mecanismo de busca ao seu noticiário, ele argumentou que isso “não resolveria o problema – o importante é gerar conteúdo relevante”.

Publicar informações diferenciadas também foi uma necessidade apontada por Suzana. “Os jornais ainda não conseguiram gerar no online um conteúdo tão melhor a ponto de convencer os leitores”, disse.

Governo economiza R$ 380 milhões até 2008 com software livre

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de agosto de 2010

Direto de TIINSIDE

Até o ano de 2008 o governo federal economizou R$ 380 milhões com a adoção de software livre, corte que pode ter dobrado nos últimos dois anos, segundo o coordenador do Programa de Software Livre do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Paulo Pastore. “É um dinheiro que pode ser investido em outras áreas, na construção de hospitais e escolas, ou ser reinvestido na contratação de mais gente para as áreas de tecnologia do governo”, avaliou.

Outra forma de redução de custos nos gastos com tecnologia da informação é a computação em nuvem. De acordo com Pastore, um dos usos possíveis dessa tecnologia ocorre no recebimento das declarações do imposto de renda pela Receita Federal. “Todos os anos, quando chega a época da entrega do imposto de renda, a gente tem uma grande necessidade de servidores, então temos que comprar ou realocar cerca de 30 servidores. A ideia é, em vez de termos 30 servidores só para o imposto de renda, que na outra parte do ano vão ficar ociosos, criar uma nuvem com cem servidores. Os serviços que tiverem pico vão ocupar a parte que está ociosa, independentemente de ser um servidor dedicado apenas para imposto de renda”, explicou Patore.

Para a coordenadora do Programa de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Karin Brietman, o país está avançado do ponto de vista do desenvolvimento de tecnologia para a computação em nuvem, mas ainda falta rapidez de inovação, tanto na formação de pessoas hábeis para trabalhar com essas novas tecnologias como na criação de empresas que funcionem de maneira mais ágil no mercado.

O maior gargalo ainda é o acesso à banda larga, apontou ela. “Mas imagino que o Plano Nacional de Banda Larga vai ser o divisor de águas, vamos ter uma infraestrutura tecnológica que realmente dê conta de suportar a mudança de todos os softwares para um modelo de nuvem”, observou. As informações são da Agência Brasil.

Google Street View agora é investigado na Espanha

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de agosto de 2010

Direrto de TIINSIDE

O projeto do site de buscas para fotografar e mapear as ruas de todo o mundo, agora  será averiguado na Espanha. A juíza federal Raquel Fernandino quer apurar se o projeto violou a lei de privacidade do país por meio da coleta dos dados de acesso à internet de redes sem fio desprotegidas.

Em maio deste ano, depois de denunciado por um órgão regulador alemão, o Google foi obrigado a admitir que os carros do Street View haviam armazenado, sem autorização, dados de acesso à web de redes Wi-Fi em todos os 30 países fotografados para o projeto.

O site de buscas atribuiu a culpa, no entanto, a um erro de programação no software que os carros usaram para entrar na internet, e disse que estava à disposição dos órgãos reguladores para discutir o assunto.

Em um processo impetrado no início do mês, mas só divulgado nesta terça-feira, 17, a Asociação Espanhola para Prevenção e Estudo de Delitos, Abusos e Negligências na Informática e Comunicações Avançadas (Apedancia) acusa o Google de violar a lei espanhola que proíbe a coleta ou interceptação não autorizadas de informações pessoais relacionadas a comunicações. Depois de analisar o documento, a juíza decidiu convocar o representante do Google Espanha para explicar a coleta de dados e esclarecer um comitê técnico sobre possíveis infrações regulatórias.

Caso a juíza entenda o caso como um crime, nos critérios descritos pela Apedancia, a sentença pode envolver punições financeiras e até mesmo a prisão dos responsáveis pela empresa no país. A audiência com o Google está marcada para a primeira semana de outubro. Com informações do New York Times.

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