Economia da Informação

Internet enfrenta novo risco de bolha, dizem especialistas

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Direto de FOLHA

O otimismo excessivo dos investidores em torno de empresas de internet aponta para os riscos de o mundo viver uma nova bolha pontocom.

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a valorização que empresas como Facebook, LinkedIn e Groupon ganharam nos últimos meses é um dos principais indicadores do fenômeno.

“Estamos na iminência de IPOs [oferta inicial de ações, na sigla em inglês] promissores, mas ao mesmo tempo perigosos. Algumas empresas têm seu valor de mercado calculado com base em métricas remanescentes da época da bolha pontocom”, diz Greg Sushinsky, investidor do Vale do Silício há 20 anos.

O Facebook é o exemplo mais gritante de valorização exacerbada semelhante à que aconteceu no fim dos anos 1990 e início de 2000.

Em pouco tempo, a rede social popularizada nos corredores da universidade americana Harvard em 2004 foi alçada à condição de uma das empresas mais valiosas da internet.

O valor de mercado, estimado em US$ 50 bilhões, ultrapassou, por exemplo, o do maior site de leilões virtuais do mundo, o eBay, e o do portal Yahoo! somados.

A proporção sobre o que se especula ser o resultado anual da empresa -faturamento de US$ 1,5 bilhão e lucro de US$ 500 milhões- é de cem vezes.

“Ao contrário do Google, ainda não está claro o modelo de negócios para o Facebook sair do estágio inicial. Não sabemos como ele conseguirá ampliar as receitas para justificar sua valorização, que no caso de um IPO pode subir mais”, afirma.

O Google abriu o capital em 2004 e, antes mesmo de o IPO acontecer, já dava sinais concretos para os investidores de quais os negócios poderiam sustentar sua receita nos anos seguintes.

O Facebook ainda não tem esse nível de informação divulgada e, apesar disso, especula-se que a abertura de capital aconteça em 2012.

OUTROS EXEMPLOS

A rede social corporativa LinkedIn e o site de compras coletivas Groupon são outros dois exemplos de valorização expressiva nos últimos anos.

O LinkedIn tem valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões, e o Groupon registra crescimento meteórico. Foi criado em novembro de 2008 e já chega a US$ 7,8 bilhões.
Apesar da preocupação com uma nova bolha, as empresas estão mais preparadas do que as de 2000.

“As companhias que buscam IPO hoje estão num estágio muito mais inovador. Elas têm plataformas, e não apenas websites sem nenhum modelo de negócios”, diz Paul Bard, analista da Renaissance Capital, especialista em abertura de capital.

Resta saber, segundo os analistas, se alguma dessas promessas iminentes de IPO vai se converter no falido Second Life.

A rede que prometia uma segunda vida, criada há oito anos, chegou ao ápice entre 2005 e 2006, com quase 5 milhões de usuários e centenas de empresas criando ilhas virtuais para fazer negócios.

Sem conseguir provar sua verdadeira relevância, a “bolha Second Life” murchou aos poucos e o que prometia acumular bilhões de dólares em valorização não passou de pó.

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O Facebook Realmente Vale U$$ 50 Bilhões?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de janeiro de 2011

Goldman Sachs cessará pedidos de compra de ações do Facebook, diz jornal

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de janeiro de 2011

De TIINSIDE

A sondagem em busca de investidores para o Facebook chamou mais atenção do que o Goldman Sachs esperava. Segundo fontes próximas ao assunto informaram ao The Wall Street Journal, o banco de investimentos deve cessar o recebimento de pedidos de compra de ações da rede social nesta quinta-feira, 6, por, supostamente, terem aparecido interessados demais.

No fim de semana passado, o Goldman Sachs enviou e-mail para seus clientes na busca de interessados em comprar o equivalente a US$ 1,5 bilhão em ações do Facebook, que estuda abrir o capital no início do ano que vem. A operação, segundo fontes ligadas ao banco, elevará o valor de mercado da rede social para cerca de US$ 50 bilhões (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

De acordo com as fontes ouvidas pelo jornal americano, o banco de investimentos já enviou algumas informações preliminares sobre o Facebook aos maiores interessados na compra de ações. Pessoas que viram o documento disseram que o Facebook registrou receita de US$ 777 milhões e lucro líquido de US$ 200 milhões em 2009 – os dados do ano passado não foram revelados, mas especula-se que, com o crescimento do faturamento com publicidade, a receita do site chegue a US$ 2 bilhões, segundo as fontes.

Procurado pelo jornal, o Facebook se recusou a comentar os números tampouco os rumores de que vai abrir o capital.

 

Indicação de ótimos blogs

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 4 de janeiro de 2011

Este blog vem falando a respeito de bolha tecnológica há algum tempo, porém, às vezes as pessoas perguntam como funcionam os paradigmas econômicos na economia digital, tendo em vista que esta é muito recente (menos de 20 anos).

Porém antes de falar a respeito dessas questões, fica a indicação de 3 excelentes blogs que falando sobre economia, aliás, que falam do lado B da economia que são as bolhas.

Tem muito material legal na blogosfera relacionado a investimentos, como aplicar o dinheiro, e et cetera; mas estes 3 blogs se destacam dos demais pela a postura Sad But True com a qual abordam a questão das bolhas no Brasil, e vou apresentar cada um deles:

Bolha Imobiliária em Brasília e no Brasil

Este site conduzido por Pedro Júnior retrata o ambiente do planalto central mais a fundo, em especial os estratosféricos preços dos imóveis na cidade de Brasília.

Com análises e reflexões pertinentes a cerca da especulação financeira, sobre tudo na questão da concessão de crédito e de imóveis atrai os leitores pela a fácil compreensão de seus textos e pela a profundidade das ideias.

Roleta Financeira

É um site que já começa logo de cara com o melhor mote da web que é: “Se você aposta num cavalo ou na roleta, está se divertindo, mas se apostar na Bolsa, está investindo. Deu pra ver a diferença?”.

Tem uma abordagem mais generalista e financeira diante das diversas variações da especulação (financeira, imobiliária, et cetera), porém sempre com bons materiais relacionados a gastos quotidianos e estatísticas.

 Bolha Imobiliária no Brasil

É um ótimo agregador de noticias sobre a especulação imobiliária que está tomando conta do Brasil. Com reflexões calcadas em bom senso e razoabilidade, apresenta em forma de um manifesto construtivo como que os brasileiros estão se deixando levar pelo o engodo do crédito fácil e adquirindo dívidas quase que pornográficas.

Em breve este site irá transcorrer sobre temas relacionados à especulação tecnológica (ou bolha tecnológica como muitos conhecem neste espaço), mas estes sites são mais ou menos inspiração para o que vem em 2011.

FoxNews.com: Apple é uma religião e o Papa está assustado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de julho de 2010

Esse excelente artigo da TechCrunch ripado da FoxNews – a última rede de televisão jornalística que preste nos EUA diga-se de passagem – mostra uma analogia bem interessante sobre o fato da Apple torna-se uma religião em um futuro próximo devido a devoção de seus usuários.

O que é interessante de se colocar em pauta (além da ótima analogia que será abaixo inserida) é que a Apple que hoje de acordo com a Forbes é a marca mais valiosa do mundo, aproveitando-se principalmente de precificar, e, principalmente valorizar o design original de Steve Jobs.

A economia da informação se trata entre outras coisas em quantificar economicamente os ativos intangíveis (como por exemplo a experiência do usuário, versioning), e neste caso a Apple através de um aparato de propaganda quase que sufocante conseguiu chegar a um dos pontos mais altos do Vaporware, onde que para alguns (inclusive este postante) é nada mais do que a velha prática de vender fumaça, e ensacada por sinal.

Por mais que os produtos da Apple sejam revolucionários em seu conceito de touchscreen, não há como perceber que um gadget desenvolvido pela a empresa de Steve Jobs tornou-se um símbolo de um status de pessoa cult, pop ou até mesmo considerada ‘antenada’ (sic.) com a tecnologia; onde que na maioria dos casos as pessoas que compram esse tipo de aparelho com diversas opções de recursos multimídia, acabam usando no máximo 2 a 4 recursos; o que é pouco perto das possibilidades que o aparelho oferece. E em casos mais graves nos quais os geeks compram um aparelho com diversos tipos de limitações claras (iPad na ocasião do seu lançamento, que o próprio Jobs dizia que precisava de melhoramentos em suas configurações) ou com defeitos de natureza grave (as antenas e a limitação de recepção de sinal dos iPhone 4) poucas pessoas foram às lojas trocar o seu aparelho ou mesmo pedir manutenção; o que prova a tese de que muitos dos consumidores da Apple ao menos sabem o que vão fazer com o aparelho depois de adquirir.

Essa síndrome da obsolescência tecnológica auto-inflingida tem fundamentalmente como raiz o Vaporware puro e simples, exposto por um marketing de rede que muitas das vezes serve mais como desinformação, ao passo que se esconde atrás desse conceito de produtos ‘revolucionários’ (sic.) a agregação de um preço quase que absurdo  se for levado em conta a utilização útil dos gadgets da Apple.

Talvez isso não seja importante nesse exato momento, mas basta pensar na história das tulipas holandesas, e ver que esse é uma das origens das bolhas financeiras, a mesma que afundou a NASDAQ em 2000.

Fox News: Apple Is The New Religion And The Pope Is Scared

by MG Siegler

Jesus. Maybe literally.

Fox News has a long and illustrious history of saying some fairly outrageous things. A story today on FoxNews.com may be one of the best yet — certainly from a tech perspective.

The post entitled “For Apple Followers, It’s a Matter of Faith, Academics Say” argues that while people may joke about Apple being a religion (JesusPhone, etc), to some, it may actually be a religion. Better, they wonder if Apple shouldn’t pursue that path. Here’s Fox News’ keys as to why Apple is similar to a religion:

* Apple’s creation story epitomizes the humble garage origin of its technology — not unlike the humble manger of Jesus’ birth.
* Apple CEO Steve Jobs is perceived as a messianic leader who was fired but rose again to save the company.
* Apple has traditionally had an evil archenemy, the Devil, as represented first by Microsoft and now by Google.

Yes, Apple’s start in a garage is very similar to Christ’s birth.

They also note that the Pope is scared of such a religion because he once rhetorically asked if a savior was needed in a modern wired world. Clearly, that means Apple.

The story goes on to wonder if Apple — not some crazed Apple fanboys, mind you — might apply for religious status in the future. “Indeed, it would be interesting if Apple were to apply for such a status in the future.“

Naturally, the main impetus behind this farce is that the author can’t understand why people continue to buy iPhones even though they don’t work. Therefore, Apple must be a religion. “It’s not a matter of rationality, it’s a matter of faith,” the author argues.

Meanwhile, back on the planet Earth, the story remains the same. The iPhone 4 does indeed have an antenna issue, but it’s not a major issue in real world use. If it were a major issue, the millions of people who have bought the device over the past month would be returning it en masse. If something doesn’t work, you return it — it’s that simple. That isn’t happening.

So which argument makes more sense? Are the returns not flowing in because it’s really not a big deal — and overall the iPhone 4 is the best smartphone out there? Or is it because Apple is a religion?

A chegada de Apple e Google na bolsa

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 1 de maio de 2010

Direto de TI INSIDE ONLINE

Google e Apple terão ações negociadas na Bovespa

[…]O Google e Apple terão recibos de suas ações negociados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A bolsa paulista anunciou que os papéis das empresas estão entre os primeiros dez Brazilian Depositary Receipt (BDRs) Nível I Não Patrocinados, que se constituem em recibos de ações estrangeiras a serem negociados no Brasil, que passarão a ser movimentados no mercado acionário brasileiro.

A BM&FBovespa informou por meio de comunicado que o lançamento dos BDRs Nível I Não Patrocinados tem como objetivo oferecer ao mercado novas alternativas de investimento. As negociações dos papéis estão previstas para começarem a partir do início do segundo semestre deste ano e a instituição financeira emissora dos recibos das ações será o Deutsche Bank.

Além de Google e Apple, os outros recibos de ações que também passarão a ser negociados no País são o do Bank of America Corporation, Arcelor Mittal, Goldman Sachs, Billiton, Wal Mart, Exxon Mobil, Mc Donald’s e Pfizer, todas com ações listadas em bolsas norte-americanas. […]

Tem que se dar crédito à essa abertura a atração de investimentos do mercado brasileiro, o perigo reside em uma das maiores armadilhas da Economia da Informação que é o Vaporware irresponsável, e a especulação barata como forma de ‘marketing’ dessas empresas.

Como fazer dinheiro com vídeos online

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 12 de abril de 2010

Direto de Techcrunch.

Muitas das vezes, vemos através de propaganda ideológica sugestões de modelos de negócios para diversos serviços de internet. Partidários dessas opiniões abrem mão de coisas como privacidade, liberdade autoral, e direito de propriedade intelectual para sustentar o fenômeno da web 2.0. Porém, o que não é dito nestes discursos é que as mais diversas formas em que as firmas digitais sapateiam como Gene Kelly em Cantando na Chuva aos seus lucros altíssimos sobre um conteúdo que não produzem, e que se submete ao escravagismo proprietário quando concede totalmente os seus direitos.

O infográfico abaixo retrata bem como o capitalismo digital está tripudiando sob o discurso do socialismo digital através da web 2.0.

Fonte: Techcrunch

Fonte: Techcrunch

PARA LER:

TECHCRUNCH. How To Make Money In Online Video. Techcrunch Website. Disponível em << http://techcrunch.com/2010/02/07/how-to-make-money-online-video/>> Acessado em 12 Abr 10 às 11h00.

Monopoly Wars (II) – Adobe x Apple

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 10 de abril de 2010

A guerra de padrões para aquisição de um monopólio no que tange o certame da apresentação dinâmica de vídeos e websites ficou mais ferrenha após a declaração de Lee Bremellow um evangelista da Adobe onde ele com palavras garrafais dá um recado educadíssimo de:

“Go screw yourself Apple”

Os professores SHAPIRO e VARIAN no livro Economia da Informação, mais precisamente na página 243 retratam esse tipo de situação apresentando o exemplo das bitolas ferroviárias nos Estados Unidos no século XIX. Para complemento do assunto, outra bibliografia correlata é do economista e palestrante NICHOLAS CARR no seu livro Será que TI importa; onde ele realiza a mesma discussão, mas em uma esfera um pouco mais contundente quanto aos dispositivos de conexão de mangueiras de incêndio em Baltimore nos Estados Unidos.

Voltando a discussão, Bremellow diz:

“Personally I will not be giving Apple another cent of my money until there is a leadership change over there. I’ve already moved most of my book, music, and video purchases to Amazon and I will continue to look elsewhere. Now, I want to be clear that I am not suggesting you do the same and I’m also not trying to organize some kind of boycott.”

Justiça seja feita, pois, já que nessa guerra ninguém é santo, ao menos a Adobe não está tentando firmar um padrão no brasileiríssimo e popular ‘goela abaixo’ (sic.) como a Apple vem executando como estratégia de negócios.

É uma briga que envolve temas seriíssimos em economia, administração e tecnologia como vantagem competitiva, diferencial de mercado, estrutura de mercado, monopólio, administração e criação de padrões, desenvolvimento tecnológico entre outros assuntos. Esse é um tema que vai render durante um bom tempo nas discussões de Economia Digital.

PARA LER

CARR, Nicholas. Será que TI importa? Editora Gente. São Paulo, 2009.

SHAPIRO, Carl. A economia da informação: como os princípios econômicos sem aplicam na era da internet. Campus. Rio de Janeiro, 1999.

RUSLI, Evelyn. Adobe: “Go Screw Yourself Apple”. Techcrunch Website. Disponível em << http://techcrunch.com/2010/04/09/adobe-go-screw-yourself-apple-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Techcrunch+%28TechCrunch%29 >> Acessado em 10 Abr 10, às 14h25.

KINCAID, Jason. Apple gives Adobe the finger with its new iPhone SDK agreement. Techcrunch Website. Disponível em << http://techcrunch.com/2010/04/08/adobe-flash-apple-sdk/ >> Acessado em 10 Abr 10, às 14h30.

BRIMELOW, Lee.  Apple Slaps Developers In The Face. The flash Blog. Disponível em << http://theflashblog.com/?p=1888 >> Acessado em 10 Abr 10 às 14h43.

O poder do Vaporware

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de abril de 2010

Diante de tanta necessidade que os fabricantes de gadgets impõe aos consumidores do Vaporware, essa figura abaixo mostra, de uma maneira cômica, o que o advento do Vaporware é capaz de causar um consumo desnecessário, mesmo com um produto incompleto e limitado; e além disso, mostra que a barreira do Versioning e do Vaporware neste caso do iPad é quase que pornográfica.

Revista Veja – Os Grandes “Bolhonários” da Forbes

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 21 de março de 2010

Na edição 2156 da revista VEJA datada 17 de março de 2010 na página 80 no setor de economia, há uma matéria muito interessante sobre como é feita a alavancagem de grandes fortunas, mesmo sem qualquer tipo de produção propriamente dita.

A reportagem destaca a rápida escalada do empresário Eike Batista que saltou do 142° para o 8° lugar na lista dos mais ricos do mundo; tudo isso apenas vendendo e comprando lotes de terras a serem exploradas para a extração de petróleo.

Em resumo, é uma reportagem que conduz a uma reflexão de como a especulação – tratada com eufemismo a ponto de ser chamada de investimento – em especial em commodities, pode conduzir o mercado a comprar aquilo que não agrega, não produz e sequer tem resultados concretos;  o que formenta uma bolha perigosissíma que ao estourar pode trazer prejuízos sem precedentes.

PARA LER

MILLE, Matthew; KROLL, Luisa. The World’s Billionaires. Forbes Web Site. Disponível em<< http://www.forbes.com/2010/03/10/worlds-richest-people-slim-gates-buffett-billionaires-2010_land.html?boxes=Homepagetopspecialreports >> Acessado em 21 Mar 10 às 09h00.

VEJA ONLINE. Os grandes “bolhonários” da Forbes. Disponível em << http://veja.abril.com.br/170310/grandes-bolhonarios-forbes-p-080.shtml >> Acessado em 21 Mar 10 às 09h18.