Economia da Informação

SOPA… Just another Infographic…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de fevereiro de 2012

Retirado originalmente de Silvio Meira.

Google: monopólio? e daí?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

A manufatura das TIC

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de julho de 2011

EUA obrigam Google a passar por auditorias de segurança periódicas

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 2 de abril de 2011

Emaranhado de Rede

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de janeiro de 2011

Uma ótima reportagem da The Economist sobre o futuro da neutralidade da internet.

A Tangled Web

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Tanques na Nuvem

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de janeiro de 2011

Uma especulação da The Economist sobre o futuro da computação em nuvem.

Tanks and the Cloud

A contra-revolução virtual

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 27 de novembro de 2010

Como alguns governos estão agindo para restringir o acesso à internet. Por The Economist.

A contra-revolução virtual

Enxugando Gelo II

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

de OLHAR DIGITAL

Justiça de Barueri quer tirar expansão de GTA IV do mercado mundial

Alegação é de que The Ballad of Gay Tony utiliza música como trilha sonora sem autorização do autor. Indenização pedida é de R$500 mil, além de multa caso o game não seja retirado das lojas

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 11h18

A Justiça de Barueri quer impedir as vendas da expansão de GTA IV – Episodes From Liberty City, The Ballad of Gay Tony, por conta do uso de uma música no game sem a autorização do autor. E a proibição não para por aí. A pretensão é de que as vendas do jogo sejam canceladas e todos os exemplares da expansão espalhados ao redor do mundo sejam recolhidos.

A música em questão é o funk “Bota o Dedinho pro Alto”, interpretada por MC Miltinho, de oito anos, e composta pelo pai Hamilton Lourenço.

Dessa forma, foi feita uma ação contra a produtora Rockstar Games sob acusação de que a música foi incluída no jogo sem autorização do autor.

A juíza Leonete Maria da Silva, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Barueri determina que a produtora se prive da veiculação do jogo e recolha os exemplares distribuídos ao redor do mundo. Caso a produtora e a Sinergex do Brasil, responsável pela venda do jogo no país, não retirem o título do mercado em até 48h, a liminar prevê multa de R$5 mil por dia excedido.

Além do impedimento de vender o game, o detentor dos direitos autorais pede indenização de R$500 mil.

Por enquanto, a representante da Rockstar Games no Brasil, a IDG, ainda não se pronunciou a respeito do assunto. A Synergex do Brasil afirma que está estudando a questão, mas ainda não há uma posição sobre o assunto.

A batalha das patentes II

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Nessa reportagem da The Economist é abordado o tema das constantes batalhas judiciais que ocorrem em  todo mundo na área de telecomunicações, em especial pela a quebra de patentes.

O EI já abordou em um post esse tema e inclusive tem a seção Monopoly Wars que falam dessa verdadeira guerra de patentes, onde as empresas não brigam para conquistar novos clientes ou melhoria de seus serviços, mas sim brigam para alcançar a condição monopolista de estabelecer o seu padrão único de base instalada.

Batalhas das Patentes

Insegurança Juridica?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 15 de outubro de 2010

Post dedicado a todos que ainda NÃO leram os artigos do Prof. Dr. Hal Varian.

Direto de Folha

Justiça em MS diz que pirataria é aceita pela sociedade e absolve ambulante

RODRIGO VARGAS
DE CUIABÁ

A Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou o argumento de que a sociedade brasileira aceita a compra e venda de produtos pirateados e absolveu um vendedor ambulante flagrado enquanto vendia CDs e DVDs piratas nas ruas de Campo Grande.

Em decisão unânime, o Tribunal de Justiça negou um recurso formulado pelo Ministério Público, que pretendia condenar o ambulante Wladson Luiz Gonçalves da Silva por violação de direitos autorais.

O flagrante ocorreu no dia 30 de outubro do ano passado, no centro da cidade. Segundo a Promotoria, o vendedor transportava em uma mochila um total de 118 DVDs e 82 CDs “de diversos gêneros, todos falsificados”.

A falsificação foi atestada em laudo de perícia.

Em nota, o TJ-MS diz que a absolvição levou em conta a “difusão e aceitação da sociedade (em todos os níveis de organização socioeconômica) em comprar/vender CDs piratas”.

Para o desembargador Romero Osme Dias Lopes, relator do processo, “existem outros mecanismos eficazes para combater a falsificação, como a apreensão da mercadoria e multa”.

Em seu relatório, Dias Lopes citou uma decisão da Justiça de Minas, que, em 2009, absolveu um vendedor de mercadorias piratas sob a justificativa de que a prática é “fomentada” pelo Estado.

“Diversos são os shoppings populares, autorizados pelo Estado, para comercialização de artigos ditos ‘populares’, mas que, na verdade, são uma grande feira de pirataria”, diz a decisão de MG.

Para a Justiça de MS, o vendedor de CDs e DVDs piratas, nestas circunstâncias, “realiza um risco permitido”.

“O que está permitido, fomentado ou determinado por uma norma não pode estar proibido por outra.”

SURPRESA

Em nota à Folha, o diretor-executivo da APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música), Antonio Borges Filho, disse que a entidade “se surpreendeu” com a decisão. Segundo ele, o fato de uma conduta ser aceita por parte da sociedade não é justificativa para revogar punições previstas em lei.

“Ou será que não iremos combater o tráfico porque uma parcela da sociedade aceita o consumo de entorpecente?”, questionou.

Para o diretor, o Estado “fez sua parte” ao apreender os produtos e abrir inquérito policial. “O argumento de que o Estado não coíbe a pirataria não me parece convincente, pois o judiciário é um poder do Estado e precisa aplicar a lei em vigor.”

Borges Filho disse ainda que a decisão não levou em conta os prejuízos aos cofres públicos e à geração de empregos formais. “Essa decisão não deve prosperar, pois seria mais uma demonstração que a impunidade vigora em nosso país.”

Não foi possível contatar o vendedor Wladson Luiz Gonçalves da Silva ou seus representantes.

Justiça em MS diz que pirataria é aceita pela sociedade e absolve ambulante