Economia da Informação

O feitiço contra o feitiçeiro…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 25 de julho de 2011

O até o John Battelle virou vítima das armadilhas de privacidade do Facebook!

 

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Mais fanboys das redes sociais

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de maio de 2011
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Goldman Sachs cessará pedidos de compra de ações do Facebook, diz jornal

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 7 de janeiro de 2011

De TIINSIDE

A sondagem em busca de investidores para o Facebook chamou mais atenção do que o Goldman Sachs esperava. Segundo fontes próximas ao assunto informaram ao The Wall Street Journal, o banco de investimentos deve cessar o recebimento de pedidos de compra de ações da rede social nesta quinta-feira, 6, por, supostamente, terem aparecido interessados demais.

No fim de semana passado, o Goldman Sachs enviou e-mail para seus clientes na busca de interessados em comprar o equivalente a US$ 1,5 bilhão em ações do Facebook, que estuda abrir o capital no início do ano que vem. A operação, segundo fontes ligadas ao banco, elevará o valor de mercado da rede social para cerca de US$ 50 bilhões (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

De acordo com as fontes ouvidas pelo jornal americano, o banco de investimentos já enviou algumas informações preliminares sobre o Facebook aos maiores interessados na compra de ações. Pessoas que viram o documento disseram que o Facebook registrou receita de US$ 777 milhões e lucro líquido de US$ 200 milhões em 2009 – os dados do ano passado não foram revelados, mas especula-se que, com o crescimento do faturamento com publicidade, a receita do site chegue a US$ 2 bilhões, segundo as fontes.

Procurado pelo jornal, o Facebook se recusou a comentar os números tampouco os rumores de que vai abrir o capital.

 

A escalada dos novos monopólios

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Este texto do The Wall Street Journal apresenta de forma muito didática como se dá o estabelecimento das novas formas de monopólio na internet, e porque a dependência dos serviços dos monopolistas (leia-se Google Inc., Facebook, e afins) é um perigo em potencial.

Este artigo é um aviso bem elucidativo para quem desconhece, ou mesmo negligencia a economia da informação, pois, através da utilização dos exemplos do artigo pode-se ter a dimensão do impacto de um monopólio informacional na vida das pessoas.

Sobre o monopólio na economia da informação o texto afirma que:

“Market power is rarely seized so much as it is surrendered up, and that surrender is born less of a deliberate decision than of going with the flow […]”

Sobre o engodo inicial e o desenvolvimento essa parte responde:

“We wouldn’t fret over monopoly so much if it came with a term limit. If Facebook’s rule over social networking were somehow restricted to, say, 10 years—or better, ended the moment the firm lost its technical superiority—the very idea of monopoly might seem almost wholesome. The problem is that dominant firms are like congressional incumbents and African dictators: They rarely give up even when they are clearly past their prime. Facing decline, they do everything possible to stay in power. And that’s when the rest of us suffer[…]”

E sobre a conveniência do discurso que essas corporações inovam o texto não deixa passar:

“Info-monopolies tend to be good-to-great in the short term and bad-to-terrible in the long term. For a time, firms deliver great conveniences, powerful efficiencies and dazzling innovations. That’s why a young monopoly is often linked to a medium’s golden age. Today, a single search engine has made virtually everyone’s life simpler and easier, just as a single phone network did 100 years ago […]”

E finalmente quem paga conta para que os monopolistas tenham o seu império:

“The costs of the monopoly are mostly borne by entrepreneurs and innovators. Over the long run, the consequences afflict the public in more subtle ways, as what were once highly dynamic parts of the economy begin to stagnate[…]

In the Grip of the New Monopolists

A pátria de celulares

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

De ISTO É DINHEIRO

Em outubro, de acordo com as previsões do mercado, haverá um celular para cada habitante do Brasil.
por Ralphe Manzoni Jr.

Com isso, serão cerca de 193 milhões de assinantes de serviço de telefonia móvel no País. É claro que há pessoas que têm dois ou mais aparelhos. Pior, há Estados, como o Maranhão, onde cerca de metade da população não tem um celular. Confira os principais dados neste infográfico.

As verdadeiras redes sociais…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de outubro de 2010

Nesse vídeo Sylvio Meira explica como seria uma verdadeira rede social em sua forma mais antropológica e racionalista possível de forma brilhante. Não se trata de exibicionismo como no Facebook, ou mesmo do imediatismo inócuo do Twitter; mas sim de integração de conhecimento, sabedoria e principalmente competição e cooperação.

 TEDxSP 2009 – Silvio Meira from TEDxSP on Vimeo.

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A evolução e a decadência das redes pseudo-sociais

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de outubro de 2010

Para quem é leitor assíduo de veículos de mídia ligados à computação e internet não deve ser difícil ver bons colunistas falando de computação como se fosse algo simples e trivial, algo que fosse comum a qualquer pessoa; o que de fato não é dado os crescentes números sobre as matriculas em cursos de computação e as evoluções em TIC’s no Brasil, não tem erro.

No que tange a nova coqueluche dos comentaristas e colunistas em tecnologia da informação e comunicação são as redes sociais e o seu crescimento ao redor do mundo, principalmente em terra brasilis.

Acontece que as redes sociais são ‘inovações’ (sic.) relacionadas quase que exclusivamente para o front end, ou seja, em nível de usuário, mas consistem em práticas simples de conectar pessoas, e torna-las expostas como em uma grande vitrine no qual possam colocar seu status, fotos, e demais informações; e é aí que entra o pulo do gato de como monetizar a coisa toda.

O que é interessante em nível de negócio nas redes sociais não são gadgets, ou applets relacionados a conectividade ou mesmo patrocínios, mas sim a venda de informações de seus usuários para as empresas.

O artigo do Pedro Dória retrata bastante o que essas redes pseudo-sociais (que como diria o colunista da’ Isto É’ e membro do ‘Manhattan Connection’ Ricardo Amorim, ‘aproxima os ‘distantes e separa os próximos’) e seus efeitos no sentido de que não são feitas para aproximar pessoas, mas sim é uma mistura de brechó social, com um parque de diversões estéreis.

Os amigos, os amigos dos amigos e os conhecidos

Por Pedro Doria

Paul Adams trabalha no Google. Cuida do desenho de interfaces de mídias sociais em projetos como Buzz e sites como YouTube. Recentemente, fez aos colegas de empresa uma apresentação sobre seus estudos. E publicou-a na web. Segundo Adams, as redes sociais estão mal construídas. Não entendem como as pessoas se relacionam na vida real. Para demonstrá-lo, usa o exemplo de uma moça que entrevistou. Debbie.

Criada em Los Angeles, na Califórnia, vive um tanto ao sul, em San Diego. Dá aulas de natação para crianças. Enquanto mostrava aos pesquisadores do Google como usa oFacebook, Debbie repentinamente deu-se conta de algo sério.

Alguns de seus amigos de LA, que trabalham num bar gay, costumam publicar fotos das noitadas em seus perfis. São fotos que, via sua página de perfil, seus jovens alunos conseguem ver. São pedaços de sua vida que Debbie não queria ver misturados e que, no entanto, estão.

Acontece de formas diferente com todos nós.

No caso de Debbie, ela tem quatro “redes sociais”. Seus amigos de LA, os de San Diego, seus alunos e sua família. Amigos de um grupo não necessariamente se encaixam no outro. Sites de relacionamento, no entanto, costumam tratá-los como um grupo único.

Adams recolheu estudos com pessoas em todo o planeta. Em média, temos, todos, algo entre quatro e seis grupos distintos de relacionamentos formados por entre duas e dez pessoas cada. “Amigo” não é a palavra certa para descrever 85% dessa gente. São conhecidos. Há, na verdade, laços fortes e fracos de relacionamento. Uma pessoa, qualquer pessoa, tem entre duas e seis outras pessoas com quem divide laços fortes.

E nosso universo de relações tênues não vai além de 150. Os grupos nômades humanos não passavam de 150 pessoas. As divisões do Exército Romano, idem. O perfil típico do Facebook e o número de editores máximo de artigos da Wikipedia chega ao mesmo número mágico.

Há um terceiro tipo de relação, a relação temporária, que a internet gerencia bem. É o sujeito de quem compramos algo num site de leilão, é o resenhista de um produto na loja virtual, a pessoa que nos ajuda a resolver um problema em algum fórum. A nota do resenhista, depoimentos de outros sobre esta pessoa,
nos ajudam a confiar ou não.

A rede também é competente para nos auxiliar com nossas relações fortes. No Skype, 80% das conversas de um indivíduo são sempre com as mesmas duas pessoas. Mesmo entre os mais jovens, é o e-mail, e não o site de relacionamentos, o veículo preferencial para comunicar algo para o amigo do peito.

A internet falha é no grupo do meio, aqueles 150 com quem temos alguma relação, mas não íntima. Falha de duas formas distintas. A primeira, porque não faz distinção entre os colegas de trabalho, os amigos do colégio, os pais e irmãos e a turma do fim de semana. A segunda, porque não deixa evidente
que os grupos estão misturados.

Foi o caso de Debbie quando, repentinamente, percebeu que o ato de fazer duns bons companheiros seus amigos no Facebook expôs seus alunos crianças a um lado de suas vida que queria privado. Os grupos, ali, estavam misturados. E, sem que ela se desse conta, expôs a ambos duas facetas suas.

Aí entra um pulo do gato: quanta gente não resmunga que, nas redes sociais, só tem pessoas falando sobre o que estão comendo? Acontece, de fato.E, sempre que alguém escreve sobre seu almoço, tem um público bastante específico em mente. Não se trata, evidentemente, de todos nossos ‘amigos’. Só um grupo que não foi devidamente separado do todo.

Atualizamos nosso status, nos sites de relacionamento, para gerenciar a maneira como somos vistos pelos outros. Para cultivar relações específicas. Para dividir com alguns informação que consideramos úteis. A informação que tornamos pública para uns, no entanto, não deveria ser pública para todos.

A apresentação de Adams está no Slideshare.com, basta fazer uma busca por seu nome. Foi a jornalista Gina Trapani quem a descobriu.Mas esta divisão entre grupos de amigos já foi posta em prática pelo Google, aqui mesmo, no Brasil. Resta saber se as mudanças implementadas no Orkut serão adotadas no Google
Me, a rede social que o gigante da internet está preparando para concorrer com o Facebook. É esperar para ver.

 

 

Facebook infringe leis de privacidade

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 9 de julho de 2010

Direto de TIINSIDE

Facebook é processado por órgão regulador alemão

A Autoridade para Proteção de Dados de Hamburgo, na Alemanha, entrou com um processo contra o Facebook na quarta-feira, 7. O órgão acusa a rede social de vasculhar as contas de e-mail para enviar convites a internautas ainda não cadastrados em seus sistemas, o que, se for comprovado, infringe as leis de privacidade alemãs.

Segundo informações veiculadas na imprensa europeia, o diretor do órgão regulador alemão, Johannes Caspar, recebeu uma série de reclamações, registradas por pessoas não cadastradas nos sistemas do Facebook, alegando que suas informações pessoais, principalmente referentes a endereços de e-mail, haviam sido publicadas nas páginas da rede social. Caspar acredita que o site de relacionamentos tenha acessado as contas particulares de correio eletrônico de seus usuários.

No início deste ano, quando mudou alguns itens de sua política de privacidade, por causa de problemas com órgãos reguladores internacionais, o Facebook inseriu uma ferramenta que perguntava aos usuários se eles queriam ou não que suas listas de contatos fossem acessadas para o envio de convites de entrada nos sistemas da rede social. Caspar, no entanto, especula que o Facebook não apagou os dados armazenados antes da inserção dessa nova ferramenta, o que, segundo ele, constitui crime na Alemanha.

O Facebook declarou que já recebeu a carta de aviso do processo e vai tomar as devidas providências. A rede social tem até o dia 11 de agosto para responder às acusações.

Redes sociais móveis deixam vazar informações privadas, aponta estudo

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 6 de julho de 2010

IDG NOW

Para pesquisadores, combinação de serviços de localização, identificador único de aparelhos e vazamento de dados conspira contra a privacidade.

Você faz questão que todo mundo saiba onde você está?

Bem, é o que seus sites de rede social favoritos podem fazer quando deixar vazar informações sobre sua localização.

Um estudo feito pelo Worcester Polytechnic Institute (WPI) mostra que as redes sociais móveis têm fornecido dados sobre a localização física dos usuários para sites de rastreamento e outros serviços de rede social. Os pesquisadores afirmaram que todos os 20 sites estudados deixaram vazar algum tipo de informação privada para sites de rastreamento de terceiros.

“Esta análise inicial das redes sociais móveis online levanta algumas preocupações sérias, mas há mais trabalho a ser feito”, disse Craig Wills, professor de ciência da computação do WPI e coautor do estudo. “Os sites de terceiros parecem agora ter a capacidade de construir um retrato dinâmico e abrangente dos usuários de redes sociais móveis. Isso exige um modo igualmente abrangente de captura de toda a gama de controles de privacidade em um painel unificado e fácil de entender, para que os usuários possam tomar escolhas conscientes sobre sua privacidade online e acreditem que compartilham suas informações privadas e pessoais apenas com as entidades que escolherem.”

Redes tradicionais
No estudo, os pesquisadores avaliaram as práticas de 13 redes sociais móveis online, incluindo Brightkite, Flickr, Foursquare, Gowalla e Urbanspoon. Eles também estudaram sete rede tradicionais online, como Facebook, LinkedIn, MySpace e Twitter, que permitem o acesso por meio de dispositivos móveis, como smartphones.

Os pesquisadores descobriram que todos os 20 sites deixam vazar algum tipo de informação privada para sites de rastreamento de terceiros, mas diversos deles usam um serviço de mapas de terceiros para mostrar a localização do usuário num mapa. O estudo também revelou que seis diferentes sites transmitem um identificador único para o dispositivo móvel do usuário, permitindo que sites de terceiros continuem a rastrear a localização de um usuário mesmo que ele esteja usando outra aplicação móvel.

O estudo não revela quais dos 20 sites analisados deram informação de localização de seus usuários.

“A combinação de informações de localização, identificadores únicos de dispositivos, e vazamento tradicional de outras informações de identificação pessoal conspira contra a proteção da privacidade dos usuários”, escreveram os pesquisadores, no relatório.

Os sites de rede social, como o Facebook, têm sofrido pressão nos últimos meses para proteger melhor as informações privadas de seus usuários.

O Facebook, por exemplo, foi criticado não apenas por criar ferramentas para tornar mais fácil o compartilhamento de informações de usuários com sites web de terceiros, mas também por dificultar o uso de controles de privacidade do site.

O site popular de redes sociais respondeu às críticas com o lançamento de uma forma mais simples de controlar a privacidade.