Economia da Informação

Ótimo site – Fanboys de Linux

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 29 de janeiro de 2011

Para quem está cansado de ouvir falar sobre software livre na administração pública e economia de recursos e afins, este site relata de maneira nem ortodoxa os principais problemas das distribuições Linux.

A internet volta à Bolsa

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 24 de janeiro de 2011
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CP #3 Sobre Woz e o “Open Source”

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de janeiro de 2011

Só mesmo um grau de inocência muito grande para acreditar que no maior evento de usuários de tecnologia do Brasil, com um link dedicado de 10Gb para infinitos downloads, o Steve Wozniak iria estar a favor de todo ecossistema de negócios da Apple ao invés de que não acredita no Software Livre.

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Internet enfrenta novo risco de bolha, dizem especialistas

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Direto de FOLHA

O otimismo excessivo dos investidores em torno de empresas de internet aponta para os riscos de o mundo viver uma nova bolha pontocom.

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a valorização que empresas como Facebook, LinkedIn e Groupon ganharam nos últimos meses é um dos principais indicadores do fenômeno.

“Estamos na iminência de IPOs [oferta inicial de ações, na sigla em inglês] promissores, mas ao mesmo tempo perigosos. Algumas empresas têm seu valor de mercado calculado com base em métricas remanescentes da época da bolha pontocom”, diz Greg Sushinsky, investidor do Vale do Silício há 20 anos.

O Facebook é o exemplo mais gritante de valorização exacerbada semelhante à que aconteceu no fim dos anos 1990 e início de 2000.

Em pouco tempo, a rede social popularizada nos corredores da universidade americana Harvard em 2004 foi alçada à condição de uma das empresas mais valiosas da internet.

O valor de mercado, estimado em US$ 50 bilhões, ultrapassou, por exemplo, o do maior site de leilões virtuais do mundo, o eBay, e o do portal Yahoo! somados.

A proporção sobre o que se especula ser o resultado anual da empresa -faturamento de US$ 1,5 bilhão e lucro de US$ 500 milhões- é de cem vezes.

“Ao contrário do Google, ainda não está claro o modelo de negócios para o Facebook sair do estágio inicial. Não sabemos como ele conseguirá ampliar as receitas para justificar sua valorização, que no caso de um IPO pode subir mais”, afirma.

O Google abriu o capital em 2004 e, antes mesmo de o IPO acontecer, já dava sinais concretos para os investidores de quais os negócios poderiam sustentar sua receita nos anos seguintes.

O Facebook ainda não tem esse nível de informação divulgada e, apesar disso, especula-se que a abertura de capital aconteça em 2012.

OUTROS EXEMPLOS

A rede social corporativa LinkedIn e o site de compras coletivas Groupon são outros dois exemplos de valorização expressiva nos últimos anos.

O LinkedIn tem valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões, e o Groupon registra crescimento meteórico. Foi criado em novembro de 2008 e já chega a US$ 7,8 bilhões.
Apesar da preocupação com uma nova bolha, as empresas estão mais preparadas do que as de 2000.

“As companhias que buscam IPO hoje estão num estágio muito mais inovador. Elas têm plataformas, e não apenas websites sem nenhum modelo de negócios”, diz Paul Bard, analista da Renaissance Capital, especialista em abertura de capital.

Resta saber, segundo os analistas, se alguma dessas promessas iminentes de IPO vai se converter no falido Second Life.

A rede que prometia uma segunda vida, criada há oito anos, chegou ao ápice entre 2005 e 2006, com quase 5 milhões de usuários e centenas de empresas criando ilhas virtuais para fazer negócios.

Sem conseguir provar sua verdadeira relevância, a “bolha Second Life” murchou aos poucos e o que prometia acumular bilhões de dólares em valorização não passou de pó.

CP #2 Sobre economia e empreendedorismo na CP11

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Um desapontamento nesta edição da Campus Party, foi a ausência maciça de debates sobre economia digital, e empreendedorismo digital.

A impressão que fica é que todo mundo quer somente liberdade da internet para fazer download pirata e não ter banda para os downloads.

Infelizmente, o assunto ainda fica muito no espectro acadêmico, mas ao que parece o público de usuários de tecnologia ainda não estão maduros o suficiente para o debate sobre empreendedorismo digital e a economia da informação… Uma pena…

 

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CP #1 Tim Berners-Lee

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Uma das impressões mais positivas que o Tim Berners-Lee passou foi o fato de remar contra todas as novas coqueluches digitais que encantam as pessoas, e esse foi mais ou menos o mote da sua palestra na Campus Party 2011.

Lee foi bem enfático que o monopólio do Facebook (no sentido de maior rede social) vai cair, pelo simples fato do turnover digital acontecer em uma velocidade muito grande.

Foi uma palestra bastante proveitosa para quem não conhecia Lee, mas desapontou alguns poucos que queriam saber mais sobre web semântica e seus impactos.

Ele falou também sobre o ecossistema de negócios da Apple, em uma reportagem para folha nesse link.

Folha – Qual o maior problema da internet atualmente?

Tim Berners-Lee – Estamos em tempos muito empolgantes, mas, quando falo sobre a os problemas da internet, a primeira coisa que me vem à mente é a preocupação de que alguém (grande empresa ou governo) a controle.

O sr. acha que alguém já controla a internet?

Acho que, essencialmente, A web ainda é neutra.

Empresas como a Apple, que apostam em sistemas fechados, comprometem a essência de liberdade da internet?

Quanto a esse modelo, existe o fato de que você não pode carregar o que quiser no seu telefone, mas eles exigem que o programa atenda a uma lista de exigências.

Com isso, as pessoas esperam um mínimo de qualidade. Historicamente, sempre existiram iniciativas globais mais fechadas, mas elas falharam diante do entusiasmo da web aberta.

Aqui mesmo, nesta Campus Party, enquanto falamos, as pessoas estão lá fora inovando na rede, trazendo novas ideias e as compartilhando com seus amigos. Tudo isso sem ter que passar pelos critérios de uma loja de aplicativos. Um sistema mais fechado barra essa quantidade de criatividade.

Geralmente, quando surgem essas iniciativas fechadas, o mundo aberto acaba saindo mais forte.

O sr. já disse que a web ainda Não está pronta. O que vem?

Estamos trabalhando bastante. São iniciativas como o HTML 5 (nova linguagem HTML, usada para escrever páginas da internet) e toda a plataforma de aplicações para a web (programas que são acessados por meio de rede). Com essas aplicações, você pode criar um programa que pode ser usado em qualquer computador.

Com a exposição pública via internet, o conceito de privacidade pode acabar?

Não acho que a privacidade vai acabar. Penso que o mundo vai evoluir para uma nova convenção em relação ao assunto.

Por exemplo, eu coloco fotos de viagem que fiz na adolescência na internet e um possível empregador encontra. Se ele for responsável, Pedirá para mim se pode usar as informações.

A mesma coisa em relação a empresas de seguro. Por exemplo, os registros de navegação dos nossos computadores podem dizer qual a probabilidade de termos câncer no futuro -por dizer que tipo de site frequentamos, por exemplo- e essas informações podem ser vendidas.

Mas a empresa responsável não levará isso em conta para determinar aumento do seguro. Acho que haverá mudança no sentido de fazer um uso aceitável desses tipos de dado, sem acabar completamente com a privacidade.

 

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Facebook levanta US$1,5 bilhão em captação de recursos

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 22 de janeiro de 2011

Direto de TIINSIDE

Exatos quatro dias depois de ter decidido barrar as empresas americanas interessadas em comprar ações do Facebook, o banco de investimentos Goldman Sachs anunciou nesta sexta-feira, 21, ter levantado US$ 1,5 bilhão com investidores para o site de rede social. O montante captado deve elevar o valor de mercado do Facebook para cerca de US$ 50 bilhões. A exclusão dos investidores americanos deveu-se ao temor do banco de que devido despertarem “intensa atenção da mídia” não estivesse de acordo com as normas da Securities and Exchange Comission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos.

O Facebook revelou não ter planos imediatos de como vai aplicar o dinheiro, mas ressaltou que vai continuar investindo para expandir suas operações. Em dezembro, a empresa russa de investimentos Digital Sky Technologies, o Goldman Sachs e alguns fundos geridos pelo banco investiram outros 500 milhões de dólares no site.

O Facebook adiantou que começará a publicar demonstrativos financeiros até o fim de abril de 2012, o que pode preceder uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Comento como o Reinaldo Azevedo:

Depois da notícia abaixo ficam algumas perguntas:

1)      WTF tiveram captação de recursos e não sabem o que vão fazer?

2)      Que operações são essas, colocar mais colheita feliz para o pessoal jogar… De graça…

3)      Interessante… Uma empresa de valor de mercado de mais de 50 bilhões de dólares que não publica os balanços financeiros… Interessante…

 

Notícia Patrocinada?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Olha o que a Reuters, através do estadão diz na matéria no complemento link: Facebook detona receio de bolha 2.0.

A pergunta que fica é: Como uma empresa que não tem um modelo de negócios, estabelecido pode ter o valor de mercado de $ 50 Bi e ninguém do mundo digital não falar absolutamente nada?

 

 

 

“Fear the boom and bust” – Duelo Rapper entre Keynes x Hayek

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Esse provavelmente é o video de economia mais assistido no youtube, devido ao fato de sua abordagem transcender as barreiras da cátedra e da eloquência de seus evangelizadores.

Trata-se de um duelo entre John Maynard Keynes x F.A. Hayek sobre paradigmas econômicos.

Perfeito.

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

 

[Keynes Sings:]

John Maynard Keynes, wrote the book on modern macro
The man you need when the economy’s off track, [whoa]
Depression, recession now your question’s in session
Have a seat and I’ll school you in one simple lesson

BOOM, 1929 the big crash
We didn’t bounce back—economy’s in the trash
Persistent unemployment, the result of sticky wages
Waiting for recovery? Seriously? That’s outrageous!

I had a real plan any fool can understand
The advice, real simple—boost aggregate demand!
C, I, G, all together gets to Y
Make sure the total’s growing, watch the economy fly

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

You see it’s all about spending, hear the register cha-ching
Circular flow, the dough is everything
So if that flow is getting low, doesn’t matter the reason
We need more government spending, now it’s stimulus season

So forget about saving, get it straight out of your head
Like I said, in the long run—we’re all dead
Savings is destruction, that’s the paradox of thrift
Don’t keep money in your pocket, or that growth will never lift…

because…

Business is driven by the animal spirits
The bull and the bear, and there’s reason to fear its
Effects on capital investment, income and growth
That’s why the state should fill the gap with stimulus both…

The monetary and the fiscal, they’re equally correct
Public works, digging ditches, war has the same effect
Even a broken window helps the glass man have some wealth
The multiplier driving higher the economy’s health

And if the Central Bank’s interest rate policy tanks
A liquidity trap, that new money’s stuck in the banks!
Deficits could be the cure, you been looking for
Let the spending soar, now that you know the score

My General Theory’s made quite an impression
[a revolution] I transformed the econ profession
You know me, modesty, still I’m taking a bow
Say it loud, say it proud, we’re all Keynesians now

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Keynes] I made my case, Freddie H
Listen up , Can you hear it?

Hayek sings:

I’ll begin in broad strokes, just like my friend Keynes
His theory conceals the mechanics of change,
That simple equation, too much aggregation
Ignores human action and motivation

And yet it continues as a justification
For bailouts and payoffs by pols with machinations
You provide them with cover to sell us a free lunch
Then all that we’re left with is debt, and a bunch

If you’re living high on that cheap credit hog
Don’t look for cure from the hair of the dog
Real savings come first if you want to invest
The market coordinates time with interest

Your focus on spending is pushing on thread
In the long run, my friend, it’s your theory that’s dead
So sorry there, buddy, if that sounds like invective
Prepared to get schooled in my Austrian perspective

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

The place you should study isn’t the bust
It’s the boom that should make you feel leery, that’s the thrust
Of my theory, the capital structure is key.
Malinvestments wreck the economy

The boom gets started with an expansion of credit
The Fed sets rates low, are you starting to get it?
That new money is confused for real loanable funds
But it’s just inflation that’s driving the ones

Who invest in new projects like housing construction
The boom plants the seeds for its future destruction
The savings aren’t real, consumption’s up too
And the grasping for resources reveals there’s too few

So the boom turns to bust as the interest rates rise
With the costs of production, price signals were lies
The boom was a binge that’s a matter of fact
Now its devalued capital that makes up the slack.

Whether it’s the late twenties or two thousand and five
Booming bad investments, seems like they’d thrive
You must save to invest, don’t use the printing press
Or a bust will surely follow, an economy depressed

Your so-called “stimulus” will make things even worse
It’s just more of the same, more incentives perversed
And that credit crunch ain’t a liquidity trap
Just a broke banking system, I’m done, that’s a wrap.

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No it’s the animal spirits

EI na Campus Party

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de janeiro de 2011

Este site estará acompanhando algumas discussões e irá trazer um paralelo sobre as impressões gerais sobre a Campus Party 2011, e algumas considerações sobre assuntos relacionados a Economia da Informação, Internet, Economia Digital e congêneres.

De antemão, até que fim viram a luz, no que diz respeito a Ecossistemas de Negócios na Economia Digital. Halleluiah.