Economia da Informação

SOPA… Just another Infographic…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 20 de fevereiro de 2012

Retirado originalmente de Silvio Meira.

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Ecossistema Fechado

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 26 de março de 2011

Uma ótima aula sobre Ecossistemas de Negócios.

Direto de WALL STREET JOURNAL

Apple CEO Jobs to Testify in Antitrust Suit

By IAN SHERR

Apple Inc. Chief Executive Steve Jobs has been ordered to answer questions in an antitrust lawsuit over his company’s iPod music players.

In a Monday filing, Magistrate Judge Howard Lloyd of the District Court for the Northern District of California in San Jose said Jobs may be questioned for up to two hours over allegations that a software update to the Cupertino, Calif.-based company’s iPod music players made them inoperable with music purchased from RealNetworks Inc.’s music store.

“The Court finds that Jobs has unique, non-repetitive, firsthand knowledge,” Judge Lloyd wrote in his order.

Apple spokeswoman Kristin Huguet declined to comment. A lawyer representing consumers didn’t immediately respond to a request for comment.

A group of consumers, led by Thomas Slattery, sued Apple in 2005, saying Apple created a monopoly with its iPod portable music player and iTunes store. At the time, Apple used a proprietary software, called “FairPlay,” that allowed iPods only to play music purchased from Apple’s iTunes music store. That restriction also kept music from competing music stores from playing on iPods, the consumers said.

“Although a number of competing legal online sellers of digital files exist, Apple has rigged [the iPod] so that only online digital music files purchased from Apple’s iTunes store, to the exclusion of all other online music files purchased from any other online store, can be directly played on the iPod,” the consumers said in their initial filing that accused Apple of running a monopoly.

The FairPlay software was ostensibly created to prevent music piracy, Judge Lloyd said in his filing.

The ruling, which was earlier reported by Bloomberg News, comes as Apple has engaged in multiple lawsuits regarding its mobile devices, their operating software and even the company’s trademark—”App Store”—for downloading programs.

Mr. Jobs remains on medical leave. His most recent medical leave was announced Jan. 17, but Mr. Jobs has attended a dinner with President Barack Obama and headlined Apple’s unveiling of the iPad 2 tablet computer.

 

Interseções da lei e da tecnologia em nivelamento entre os direitos privados e com o fluxo livre de informação

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 17 de dezembro de 2010

Um interessante paper sobre como os governos podem unir os benefícios do fluxo livre de informação com uma estrutura jurídica que inibe os abusos.

Intersections of Law and Technology In Balancing Privacy Rights With Free Information Flow

Watchdog está de olho

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 14 de novembro de 2010

Estímulos no Open Source

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de novembro de 2010

A Computer World explica as vantagens do uso do Open Source, seja através do viés da fuga da base instalada, seja pelo estímulo financeiro.

Motivações Open Source

 

As patentes e a Google…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 30 de outubro de 2010

De TIINSIDE

A Gemalto, fabricante de SIMCards e soluções de segurança digital, entrou com ação contra o Google, Samsung, HTC e Motorola. Ela acusa a gigante de internet de infringir suas patentes no sistema operacional Android, que é usado nos telefones celulares das fabricantes.

“As tecnologias patenteadas da Gemalto são fundamentais para a execução do software, desenvolvido em uma linguagem de alto nível de programação como Java”, diz a companhia na ação. Segundo a Gemalto, o processo é necessário para proteger os seus investimentos em inovação.

“As tecnologias que desenvolvemos e direitos conexos de propriedade intelectual são essenciais para o futuro da Gemalto. É o nosso compromisso com os funcionários, clientes, parceiros e acionistas para proteger essas inovações de empresas que ignoram os direitos intelectuais de propriedade da Gemalto”, argumenta a Gemalto no arrazoado do processo.

Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Livros em PDF já é uma realidade, e as editoras ainda não se aprontaram para um novo modelo de negócio que minimize as suas perdas.

A pirataria de e-books se dá principalmente no alto valor dos impostos sobre livros (em especial o envio) e a intermitente mania das editoras em salgarem os preços, esquecendo-se do que o Chris Anderson proclama em The Long Tail onde o ideal não é você ganhar na escala, mas sim no nicho; onde, estes estão muito mais propensos a pagar serviços como a tradução e a editoração, bem como demais melhorias nos livros.

Com os e-books ainda fica mais fácil implementar um novo modelo de negócios ( já explorado pelo o Kiddle) de links interativos durante o texto, o que enriqueceria e muito a experiência da leitura.

de OLHAR DIGITAL

Popularidade de e-readers faz crescer pirataria de e-books

Relatório aponta que são feitas entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas no Google

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 13h14

A popularidade de leitores de e-books cresce a cada dia e, ao mesmo tempo, tem aumentado também a pirataria dos livros virtuais. De acordo com um estudo recente, até 3 milhões de pessoas baixam diariamente livros piratas.

A Attributor, uma empresa de soluções de monitoramento e antipirataria, autora do estudo, analisou o volume de downloads de e-books piratas entre junho de 2008 e junho de 2010, focando-se principalmente em sites de compartilhamento – como é o caso do RapidShare, Hotfile e MegaUpload.

A partir dos dados analisados, a empresa percebeu que houve crescimento de mais de 50% nas buscas por downloads de conteúdo pirata durante o ano passado. No Google, por exemplo, há entre 1.5 e 3 milhões de buscas diárias por e-books piratas.

No entanto, a pirataria de e-books vem se focando menos em grandes sites de hospedagens e se movendo para sites menores e até mesmo para especializados em pirataria de e-books.

Desde agosto de 2009, foi identificado aumento de 54% em downloads de e-books piratas e, com a ampla disponibilidade do iPad em meados de maio deste ano, os downloads cresceram 20%.

Durante o estudo, o maior número de buscas por e-books piratas veio dos Estados Unidos (11%) e Índia (11%), seguidos pelo México.

Sites de hospedagem de torrents, como o PirateBay, não foram analisados. A pesquisa completa (em pdf) pode ser acessada no site da empresa.

Apreensão de software?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 23 de outubro de 2010

Até quando as empresas vão insistir no software ao invés de ganhar no serviço?

De TIINSIDE

Volume de software pirata apreendido no país cresce 81,5%

No mês de setembro, foram apreendidos 187,4 mil CDs de software falsificados no Brasil, número 81,5% superior na comparação com o mês de agosto, segundo balanço da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e da e a Entertainment Software Association (Esa).

O estado de Minas Gerais e a cidade de Foz do Iguaçu foram os que tiveram o maior número de mídias ilegais retiradas de circulação, com 74,7 mil e 57,9 mil, respectivamente. No período, também foram retirados do ar 23 sites que comercializavam software ilegal e 1,4 mil anúncios de programas piratas.

“Mais do que monitorar quem está fazendo download desse tipo de conteúdo, o foco do nosso trabalho é tentar coibir quem disponibiliza esses arquivos na internet, ou seja, quem faz os uploads dos materiais. Vários outros países já adotam essa estratégia e vemos que ela tem se revelado bastante efetiva”, afirmou Antônio Eduardo Mendes da Silva, coordenador do Grupo de Defesa da Propriedade Intelectual da Abes.

Insegurança Juridica?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 15 de outubro de 2010

Post dedicado a todos que ainda NÃO leram os artigos do Prof. Dr. Hal Varian.

Direto de Folha

Justiça em MS diz que pirataria é aceita pela sociedade e absolve ambulante

RODRIGO VARGAS
DE CUIABÁ

A Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou o argumento de que a sociedade brasileira aceita a compra e venda de produtos pirateados e absolveu um vendedor ambulante flagrado enquanto vendia CDs e DVDs piratas nas ruas de Campo Grande.

Em decisão unânime, o Tribunal de Justiça negou um recurso formulado pelo Ministério Público, que pretendia condenar o ambulante Wladson Luiz Gonçalves da Silva por violação de direitos autorais.

O flagrante ocorreu no dia 30 de outubro do ano passado, no centro da cidade. Segundo a Promotoria, o vendedor transportava em uma mochila um total de 118 DVDs e 82 CDs “de diversos gêneros, todos falsificados”.

A falsificação foi atestada em laudo de perícia.

Em nota, o TJ-MS diz que a absolvição levou em conta a “difusão e aceitação da sociedade (em todos os níveis de organização socioeconômica) em comprar/vender CDs piratas”.

Para o desembargador Romero Osme Dias Lopes, relator do processo, “existem outros mecanismos eficazes para combater a falsificação, como a apreensão da mercadoria e multa”.

Em seu relatório, Dias Lopes citou uma decisão da Justiça de Minas, que, em 2009, absolveu um vendedor de mercadorias piratas sob a justificativa de que a prática é “fomentada” pelo Estado.

“Diversos são os shoppings populares, autorizados pelo Estado, para comercialização de artigos ditos ‘populares’, mas que, na verdade, são uma grande feira de pirataria”, diz a decisão de MG.

Para a Justiça de MS, o vendedor de CDs e DVDs piratas, nestas circunstâncias, “realiza um risco permitido”.

“O que está permitido, fomentado ou determinado por uma norma não pode estar proibido por outra.”

SURPRESA

Em nota à Folha, o diretor-executivo da APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música), Antonio Borges Filho, disse que a entidade “se surpreendeu” com a decisão. Segundo ele, o fato de uma conduta ser aceita por parte da sociedade não é justificativa para revogar punições previstas em lei.

“Ou será que não iremos combater o tráfico porque uma parcela da sociedade aceita o consumo de entorpecente?”, questionou.

Para o diretor, o Estado “fez sua parte” ao apreender os produtos e abrir inquérito policial. “O argumento de que o Estado não coíbe a pirataria não me parece convincente, pois o judiciário é um poder do Estado e precisa aplicar a lei em vigor.”

Borges Filho disse ainda que a decisão não levou em conta os prejuízos aos cofres públicos e à geração de empregos formais. “Essa decisão não deve prosperar, pois seria mais uma demonstração que a impunidade vigora em nosso país.”

Não foi possível contatar o vendedor Wladson Luiz Gonçalves da Silva ou seus representantes.

Justiça em MS diz que pirataria é aceita pela sociedade e absolve ambulante

A Guerra Burra

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 11 de outubro de 2010

Um dos maiores desafios na economia da informação está no fato da distribuição da informação e na sua replicação instantânea com custo marginal zero.

As empresas de tecnologia, em especial as produtoras de filmes lutam contra a pirataria da mesma forma que um barco a motor tenta subir as cataratas de Foz do Iguaçu, só para simplificar o pensamento com uma analogia.

Neste artigo de Pedro Dória, fica evidente que nenhum dos departamentos econômicos das empresas de conteúdo leu Information Rules, ou mesmo os postulados de Hal Varian sobre custo marginal zero e replicação de conteúdo.

Aberta a chave para a pirataria em alta definição

Por Pedro Doria

Na semana passada, uma chave-mestra para o protocolo HDCP vazou na internet. É o fim da proteção anti-pirataria de discos Blu-ray e mais um capítulo na disputa pelos direitos autorais no tempo da informação digital.

HDCP é uma tecnologia um bocado complicada. Desenvolvida pela Intel nos anos 1990, seu objetivo é muito maior do que impedir cópias de discos. É uma solução completa para impedir cópias de vídeo digital de alta resolução. Todo aparelho que usa cabos HDMI – o console de videogame, a caixa da TV a cabo HD, a Apple TV, os players Blu-ray, etc.– tem HDCP.

Funciona assim: cada aparelho sai da fábrica com sua própria chave, um longo código de números. Quando o player Blu-ray é conectado ao aparelho de TV através de um cabo DVI ou sua versão mais moderna, HDMI, as duas máquinas comparam suas chaves para produzir um terceiro código. O sinal de vídeo transmitido do player para a TV é, então, embaralhado, encriptado por este último código, tornado impossível de ser exibido por qualquer outro aparelho que não aqueles dois.

É assim que se impede a presença de um gravador entre a TV e o player. Como a operação é complexa, demora um tempo para decodificar o sinal de vídeo, coisa que contribui para o delay na TV digital de alta resolução. (Quem vê futebol em HD bem sabe quão irritante é ouvir o vizinho gritar gol quando, na sua tela, o artilheiro ainda mal cruzou o meio campo.)

O esquema de proteção vai além. Se por um acaso um determinado aparelho é comprometido – se o seu código secreto vaza – ele pode ser de certa forma cancelado. Todo novo disco Blu-ray vem abastecido de uma lista de chaves bloqueadas. Ele não tocará nos aparelhos daquela determinada série porque uma unidade foi desbloqueada em algum canto do mundo.

O consumidor honesto que compra seus filmes ou paga caro por TV a cabo HD não ganha nada com HDCP. Pelo contrário: perde com o delay do futebol, com a possibilidade de sua TV não funcionar mais, de uma hora para a outra, com os filmes mais novos. (E ele nem imagina o porquê.)

O que a chave-mestra tornada pública faz é muito simples: torna inoperante a lista de aparelhos revogados. Em termos práticos, ficou fácil construir um aparelho que faça cópias do vídeo ligado através de cabos HDMI.

Não será uma atividade simples para amadores, mas copiar o filme alugado tornou-se fácil para qualquer adolescente com espírito um quê mais aventureiro. E, assim, as redes de troca da internet serão infestadas de cópias HD de quaisquer lançamentos.

Não é a primeira vez que algo do tipo acontece. Em 1999, um jovem programador norueguês chamado Jon Lech Johansen de apenas 16 anos quebrou o sistema CSS, que protegia os DVDs. Lançou na rede o primeiro programa para copiar filmes. E sua vida tornou-se um inferno, com a polícia invadindo sua casa e anos de processos na Justiça. No fim, o governo acabou desistindo de levá-lo à cadeia.

Após a quebra do CSS, a indústria do cinema viu na chegada da alta definição uma saída para encontrar outra solução. Era o momento em que consumidores teriam de trocar todo seu equipamento em casa e, portanto, uma oportunidade para usar mais que software, um sistema fechado que protegia no nível do hardware. Foi como surgiu o HDCP que agora cai por terra.

A Intel, ao reconhecer que a chave-mestra de fato funciona, anunciou que processará todos os que tentarem usá-la. É uma ameaça que terão dificuldades de cumprir.

Não será a última vez que a indústria tenta criar um processo para impedir cópias da informação digital. Tampouco será a última em que, após um tempo, uma maneira de driblar o processo acaba surgindo. Desta vez, no entanto, o investimento em maquinário e tecnologia foi grande.

A indústria se protegeu por alguns anos, mas rodou justamente no momento em que vídeo em alta definição começa a se tornar popular.