Economia da Informação

Monopoly Wars (XII) – Oracle/Java x Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

Direto de COMPUTERWORLD

Oracle processa Google pelo uso de patentes Java no Android

Empresa alega que Google infringe propriedade intelectual relacionada à tecnologia Java criada pela Sun, da qual agora é dona.

A Oracle entrou com um processo na Justiça contra a Google, sob a acusação de que seu sistema Android para smartphones viola as patentes e os direitos de propriedade intelectual relacionadas ao Java, afirmou a Oracle na quinta-feira (12/8).

“No desenvolvimento do Android, a Google conscientemente, diretamente e repetidamente infringiu a propriedade intelectual ligada ao Java, da Oracle. Este processo busca compensações apropriadas para tais violações”, informou a porta-voz da Oracle, Karen Tillman, em declaração.

O processo foi aberto na quinta-feira na Corte Distrital de San Francisco, na Califórnia, e depende de um julgamento com júri.

A Google não respondeu imediatamente aos pedidos para comentários.

A Oracle tornou-se dona da tecnologia Java da Sun Microsystems quando comprou a empresa, numa transação que foi concretizada no começo de 2010.

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Entidades civis prometem manifestação de rua contra plano Google-Verizon

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

De PC World

Cinco ONGs dos EUA têm convocado ativistas para protesto nesta sexta-feira (13/8) em frente à sede da Google, na Califórnia.

Alguns dos críticos mais sonoros da proposta Google-Verizon para Internet aberta prometem tomar as ruas nesta sexta-feira (13/8) para protestar contra o que eles veem como uma tomada à força do ciberespaço pelas grandes corporações.

A manifestação foi agendada para o meio-dia desta sexta-feira (16h de Brasília), em frente à sede da Google em Mountain View, na Califórnia (EUA), e tem o apoio das entidades Free Press, ColorofChange.org, Credo Action, MoveOn.org e Progressive Change Campaign Commitee.

“O plano Google-Verizon criaria duas categorias separadas e desiguais da Internet – uma pista de velocidade rápida, exclusiva para as grandes empressa, e uma pista mais lenta, a ‘Internet pública’ que seria oferecida para o resto de nós”, escreveu Josh Levy, responsável pela campanha online da Free Press, em uma carta que anunciava a manifestação e que foi enviada na tarde de quinta-feira (12/8) para 16 mil ativistas dos arredores da Baía de San Francisco.

“A Internet se tornaria como a TV a cabo”, prosseguiu Levy, “com um número limitado de sites controlados por grandes empresas de mídia. A livre expressão online se tornaria coisa do passado.”

“Nós devemos mostrar que o público – de todas as nuances – está contra o plano da Google e da Verizon de entregar o controle da Internet às corporações”, acrescentou. “Não se trata de uma questão entre esquerda e direita. Esta é uma questão americana.”

Falta de compromisso
Para alguns observadores, a condenação veemente do plano Verizon-Google pelos grupos que apoiam a manifestação é uma demonstração da falta de habilidade desses grupos de se comprometer com políticas públicas. “Historicamente, o que governo faz para elaborar boas políticas é reunir as pessoas e fazer emergir um consenso que é razoável e racional”, disse à PC World/EUA Robert D. Atkinson, presidente da Information Technology and Innovation Foundation, que tem sede em Washington DC. “Essas pessoas não querem nenhum tipo de consenso.”

“Se você examinar com cuidado, verá que a proposta (Google-Verizon) fornece uma cota justa de proteção contra discriminação de pacotes”, argumentou. “Há alguma fraqueza na parte da Internet sem fio”, reconheceu. “Mesmo aí, contudo, a proposta não afirma que não deveríamos regulamentá-la.”

“Essa manifestação trata de demonizar o que a Google e a Verizon têm feito”, acrescentou.

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O fim da base instalada no iPhone

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

No IDG NOW!

Quase 13 mil brasileiros desbloquearam seus iPhones em 5 dias

Ferramenta ultrasn0w-1.0-1, criada pelo Dev-Team, foi adotada por quase 800 mil pessoas em todo o mundo.

Criada pelo grupo de hackers Dev-Team, especializado em ferramentas de jailbreak (desbloqueio para o uso de softwares não autorizados pela Apple), a ultrasn0w-1.0-1 permite que o usuário do iPhone (3G, 3GS e 4) use o aparelho com qualquer operadora de telefonia, inclusive as brasileiras.

“Sucesso de público”, ela foi baixada quase 800 mil vezes em todo o mundo, em apenas cinco dias, segundo o Dev-Team. No Brasil 12,7 mil pessoas fizeram o download do software nesse período para liberar o equipamento, o que valeu ao País o 14° lugar no ranking. Em primeiro? Estados Unidos, com 216,8 mil desbloqueios.

Ainda sobre a Google e a neutralidade na rede

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

Fonte: The Economist

No, these are special puppies

Google has joined Verizon in lobbying to erode net neutrality

Aug 12th 2010 | WASHINGTON, DC | From The Economist print edition

TWO firms want to redefine the internet. Or so it seems, judging by the “legislative framework proposal” that Google and Verizon, an American telecoms operator, published on August 9th.

Since May the Federal Communications Commission (FCC) has been considering reclassifying broadband internet access as a telecommunications service. Under existing law, this would give the commission the authority to enforce “net neutrality”: the principle that all data, regardless of origin, should move at the same speed.

The commission last ruled on this in 2002. It heeded cable-broadband providers, who argued that, since they offered e-mail and web hosting along with their internet access, they were really selling information services, which are more lightly regulated. The Supreme Court agreed, though a dissenting justice observed that a pet store might just as logically package its puppies with leashes and then argue that it sold leashes, not puppies. Now, as the FCC regrets its ruling, Google and Verizon are lobbying for Congress to declare wireless services open to data discrimination.

They also want the law to create a new class of “additional online services”, which may use internet infrastructure, content and applications but are somehow not part of the internet. In providing these services, firms would be free to discriminate. Google and Verizon are arguing that internet access is just a puppy, sure, but it is not the same as the special puppies they might sell in the future.

Verizon has invested heavily in fibre-optic broadband access. That it wants to avoid tedious regulation is not a surprise. Google, however, had supported the FCC’s approach as recently as this summer. It may believe itself strong enough to negotiate with each provider, or it may want a deal for its mobile operating system from wireless-telecoms operators. Whether all this is good for consumers or innovation remains to be seen.

Polícia da Coréia do Sul invadem sede da Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

Deu na BBC

Google offices raided by Korean police

Google Korea

Police in South Korea have raided Google’s headquarters in Seoul.

A police statement said they suspected Google has been collecting and storing data on “unspecified internet users from wi-fi networks”.

The firm recently admitted that its Street View cars had been collecting information over unencrypted wi-fi networks, calling it “a mistake”.

Google is currently under investigation in a number of countries to see if it broke data protection or privacy laws.

“[We] have been investigating Google Korea on suspicion of unauthorised collection and storage of data on unspecified Internet users from wi-fi networks,” the Korean National Police Agency (KNPA) said in a statement.

Korean media reported that 19 KNPA agents raided the office, seizing hard drives and related documents.

Authorities said they plan to summon Google officials for investigation once analysis on the confiscated items is complete.

A spokesperson for Google told BBC News that the raid was part of the KNPA’s “investigation on data collection on Street View Cars”.

“We will co-operate with the investigation and answer any questions the police may have,” the spokesperson added.

Timeline

The raid is the latest development in what has evolved into a long running saga for Google.

Street View camera, Getty
Google gathered wi-fi data in more than 30 nations

The problem first came to light in May 2010, when German authorities asked to audit the data the company’s Street View cars gathered as they took photos viewed on Google maps.

It emerged that the firm had wrongly collected information people sent over unencrypted wi-fi networks.

The news prompted an investigation in almost every country Street View cars had been operating, as well as an American multi-state investigation into Google’s collection of wi-fi data, headed up by Connecticut’s Attorney General Richard Blumenthal.

While many of the investigations are still ongoing, the UK’s Information Commissioner Office cleared Google of wi-fi snooping, saying it did not grab “significant” personal details when collecting the data.

The news comes as the firm announced that it will introduce Street View for 20 of Germany’s largest cities, including Berlin, Munich, Frankfurt and Hamburg, before the end of the year.

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Viacom vai recorrer

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

Direto de TINSIDE

A Viacom, controladora da MTV, Paramount e Nickelodeon, informou nesta quinta-feira, 12, que vai recorrer da decisão em favor do site de compartilhamento de vídeos YouTube, do Google, no processo em que acusa a gigante de internet de violação de direitos autorais e pede indenização de US$ 1 bilhão, segundo informações do The Wall Street Journal.

O grupo de mídia protocolou documento na Corte do Distrito do Sudeste de New York para informar que vai apelar. A decisão favorável ao YouTube foi deferida no fim de junho, quando o juiz do caso, Louis Stanton, interpretou que os usuários do YouTube não têm como saber o que é e o que não é protegido por lei de direitos autorais. Como o Google não pode controlar o que é publicado no site diariamente, não pode ser responsabilizado pelas violações da lei cometidas por internautas.

A Viacom alega que o Google, por meio do YouTube, explorava conteúdos produzidos por ela para obter receita, violando os direitos autorais.

Se a moda pega…

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 13 de agosto de 2010

Agora é na Índia…

Não entendeu? Clique aqui.

Direto de TIINSIDE

Seguindo o exemplo da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos, o governo da Índia anunciou nesta quinta-feira, 12, que a Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, tem até o dia 31 de agosto para fornecer informações técnicas sobre os serviços de conexão à internet e de mensagens do aparelho ao Departamento de Telecomunicações do país. Em reunião convocada pelo Ministério do Interior indiano, o responsável pela pasta, G.K. Pillai, declarou que, após o fim do prazo, as operadoras de telefonia do país serão orientadas a bloquear os serviços.

O modelo de armazenamento de dados do BlackBerry vem sendo questionado por ser feito em servidores espalhados em diversos países, fora do perímetro de controle dos governos. O uso do smartphone já foi proibido, em partes ou por completo, na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos devido à recusa da RIM de fornecer os dados aos órgãos reguladores e à suspeita de que o aparelho possa ser uma ameaça à segurança nacional (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

Segundo informações que circulam na imprensa internacional, o governo indiano acredita que a falta de controle sobre o armazenamento de dados do BlackBerry permite a livre atuação de grupos insurgentes, como o responsável por um ataque terrorista em Mumbai em 2008, em que 166 pessoas morreram. O Ministério do Interior declarou que a RIM já foi informada do prazo e tem até o fim do mês para apresentar uma solução técnica para o impasse ao governo.

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