Economia da Informação

A Economia dos Direitos de Propriedade

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Para quem ainda não compreende o quão é importante para a economia os direitos de propriedade, segue um artigo de Andrew Morriss que coloca o assunto diante de uma perspectiva Hayekana.

The Economics of Property Rights – Andrew Morriss

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Um para todos, e todos para nenhum

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Dan Tapscott é um dos meus autores favoritos quando se trata de Economia Digital, pois, ele é um daqueles visionários que marcam época. Pessoalmente já li dois de seus livros, o Blueprint to the Digital Economy: Creating Wealth in the Era of E-Business (1999) e o The Digital Economy: Promise and Peril In The Age of Networked Intelligence (1997).

Dan tem uma visão bem clara sobre os direitos autorais, no qual defende que a música tenha que ser um serviço, mas não um produto como vem sendo feito ao longo dos anos. Em um de seus artigos na Revista Info, em especial do mês de maio, ele apresenta a sua teoria de forma em que uma leitura menos avisada não veja os devidos contrapontos que devem se postos em questão. Mas vamos a alguns deles, e vejamos porque esse modelo de negócio proposto por Dan Tapscott não pensa nos autores e nos músicos:

1 – Nulidade de remuneração dos autores: em nenhum momento de seus livros, ou mesmo no artigo que será exposto abaixo Dan mostra uma maneira de remuneração dos autores, e músicos; onde, mesmo com a queda de vendas ainda continuam recolhendo o que lhes é devido; se alguém tem dúvida pergunte ao Leandro Lehart (Ex-Art Popular), Kiko Zambianchi, ou para o Nando Reis se não dá dinheiro compor. Agora como isso será recolhido pagando somente 7 dólares para se ter (na prosposta de Dan) todas as músicas do mundo (sic.)?

2 – Quem recebe o que?: Ainda baseado no modelo proposto por Tapscott, ele não diz como serão remunerados os músicos envolvidos no processo de composição e execução, já que, muitas das vezes quando é estimado um retorno sobre o que foi investido fica mais fácil de se captar recursos. Não entendeu? Simples.

Se você fosse investir para a gravação de um artista contratando arranjadores, orquestra, músicos qual seria a sua escolha entre Zezé Di Carmargo e Luciano e uma dupla de desconhecidos que tem uma boa música tocada no violão? Simples assim.

3 – Total desconsideração dos custos de gravação: Os meus alguns (bons) anos de música e uma ampla rede de contatos com esse mundo me permite ficar mais a vontade para falar sobre custos de gravação; mais do que Economia da Informação em si.

Uma coisa é gravar um CD como o artista Ventania, outra é produzir como o Metallica fez em 1999 no vídeo abaixo:

Nem é preciso dizer o qual sai mais caro. Agora a pergunta que fica é: Quem vai remunerar esses artistas, a distribuidora dos CD’s (Não, não existe a universalização do acesso à internet no Brasil, o número atual é de que 26% da população tem acesso à internet), o maestro, a orquestra de San Francisco que endossou o trabalho com mais de 50 profissionais em palco?

Essas são só algumas considerações que já foram explicitadas aqui no Economia da Informação no tópico “Os downloaders e o futuro da música” e no tópico “…Uma reflexão sobre direitos autorais, e o futuro da música” mas que merecem o devido reforço condicional Paloviano por parte do EI no qual não há almoço grátis em economia, colocando aqui o contraponto no que é colocado pelo o Mainstream midiático, em especial nas publicações de informática.

O fim do conhecimento – Revista Info

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Uma ótima reportagem da edição de maio da revista Info é titulada de “O fim do conhecimento” onde é colocado em questão a situação de armazenamento em todo mundo e a geração das informações em um volume altissímo. A grande questão colocada é que os dispositivos eletrônicos estão projetados para cada vez mais armazenar dados ao invés de garantir a estabilidade destes dados.

Guia do Paranóico para serviços da Google

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Porque nunca se sabe o dia de amanhã.

O guia paranoico de privacidade para os serviços da Google

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Google Maps: Você confia ?

Posted in Sem categoria by Flávio Clésio on 3 de junho de 2010

Direto de Hypescience

Se a Google te mandasse pular de um penhasco você obedeceria?
Nos Estados Unidos uma mulher andou no meio de uma estrada porque estava obedecendo as instruções obtidas pelo Google Maps – serviço de mapeamento da gigante da Internet. Ela foi atropelada e agora está processando a empresa.
Você sabe que os mapas da Google Maps não são absurdamente precisos e que você não deve ignorar uma placa de “pare” ou de “preferencial” porque o mapa não traz essa informação, certo? Ou então que você deve olhar para os dois lados antes de atravessar uma rua qualquer? Lauren Rosenberg não sabia disso.
De acordo com os documentos do caso, Lauren não tentou uma rota diferente ou esperou os carros pararem para atravessar a rua – ela simplesmente seguiu as instruções do Google Maps que diziam que ela devia atravessar. Não é surpresa que ela foi atingida por um carro.
Agora ela pretende tirar 100 mil dólares da Google.

PARA LER
WEINTRAUB, Seth. If Google told you to jump off a cliff, would you?. Disponível em <<http://tech.fortune.cnn.com/2010/05/29/if-google-told-you-to-jump-off-a-cliff-would-you/>> acessado em 2 Jun 10 às 14h35